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  • Amanda Pinto, da N.Ovo, participa de Live sobre mercado plant based

    18/05/2021 Evento debate os novos hábitos do consumidor Nesta terça-feira (18) acontece a Live “Os alimentos plant based e os novos hábitos do consumidor”, em mais uma edição do PEGN Labs, evento digital da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Rio Gastronomia . E para falar do tema, duas representantes desta geração atenta à importância da alimentação consciente: Amanda Pinto, idealizadora e fundadora da N.Ovo, do Grupo Mantiqueira, e Nathalie Passos, chef e proprietária do restaurante Naturalie Bistrô. No encontro, as jovens empresárias irão falar sobre a importância dos alimentos de origem vegetal e como eles têm conquistado a mesa do brasileiro, marcando presença nas gôndolas de supermercados e em restaurantes, assim como investimento das grandes empresas em pesquisa e desenvolvimento de produtos do gênero. O bate-papo sobre o assunto começa às 18h nas redes sociais da revista.

  • Capacetes que salvam vidas: empresa paranaense já produziu 21 mil

    18/05/2021 Em março de 2021, a empresa registrou um aumento de 632% em vendas Enquanto alguns países começam a retomar a normalidade em suas vidas, devido à imunidade de rebanho pós-vacina, o Brasil se prepara para uma possível nova onda de agravamento de casos da Covid-19. Infelizmente, o País enfrenta grande dificuldade para vacinar a população e ainda problemas técnicos como o número de ventiladores mecânicos, essenciais para tratar os casos mais severos da doença. Com os casos aumentando e tendo como agravante da pandemia a falta de respiradores e oxigênio para a população, que empresas passaram a buscar alternativas e “soluções de emergência” para ajudar nessa batalha. Segundo o Ministério da Saúde, há 65.411 ventiladores mecânicos no Brasil, sendo que 46.663 estão no Sistema Único de Saúde (SUS). Do total, 3.639 encontram-se em manutenção ou ainda não foram instalados. E assim, uma técnica “simples”, baseada em terapias da década de 80 e 90 dos Estados Unidos, foi aprimorada e os novos modelos de “capacete de astronauta” para ventilação não invasiva surgiram na linha de frente, ganhando força no mercado nacional de combate ao coronavírus. Trata-se de um recurso de respiração artificial não invasivo, que pode reduzir de forma considerável a necessidade de encaminhamento para UTI e intubação de indivíduos acometidos pela Covid-19. Isso porque o equipamento cumpre o objetivo de oferecer todo o suporte ventilatório necessário, além de, também, ser eficiente em outras doenças que acometem o pulmão e comprometem a oxigenação, como edema pulmonar e pneumonias. O 7Lives – Helmet, interface de ventilação mecânica não invasiva (VNI) está devidamente regulamentado e registrado na ANVISA. Um equipamento que pode ser usado associado a um ventilador mecânico, como também somente com fluxômetros + válvulas de PEEP. A Medicalway Equipamentos Médicos, empresa paranaense com mais de 20 anos de mercado, se uniu com outras empresas renomadas da área médica, e assim criaram o 7Lives – Helmet - uma solução alternativa, rápida, eficiente e com um custo acessível que suprisse a falta de ventiladores e leitos de UTI. Desde o início da pandemia já foram mais de 1.500 horas trabalhadas dedicadas a produção com mais de 21 mil unidades produzidas, que estão salvando vidas pelo Brasil todo. “Em uma pandemia de doença respiratória, é imprescindível alternativas urgentes para dar suporte para a linha de frente e assim criar um produto de rápida reprodução e mais barato. Um Helmet hoje representa menos de 2% do custo de um ventilador de UTI”, explica Antonio Mello, Diretor Geral da Medicalway. Em março de 2021, a empresa registrou um aumento de 632% em vendas com relação ao mês de fevereiro deste ano. Foi quando aumentou a capacidade de produção para atender aos diversos pedidos pendentes. Os capacetes, são diferentes das máscaras e funcionam como "bolhas" que envolvem a cabeça do usuário, sendo fixado ao pescoço por meio de uma base que impede a passagem do ar. Com a inserção de oxigênio e ar comprimido, o equipamento proporciona uma pressão positiva para auxiliar o indivíduo que apresenta problemas de oxigenação. "As máscaras pegam a face como um todo e muitas vezes fazem feridas no rosto do paciente devido ao uso prolongado – escaras, úlceras. Já o capacete tem melhor conforto, melhor vedação e prolonga o tempo de uso. Outra vantagem é a visão de 360 graus e a não contaminação da equipe de trabalho", explica Mello. Segundo diretor geral da Medicalway, a empresa atualmente produz aproximadamente 1.500 unidades por dia, com capacidade de aumento de produção para assim suprir a demanda de emergência no país. O 7Lives – Helmet já faz parte de vários hospitais pelo Brasil públicos e privados e ainda está em negociação com muitos Estados, clínicas e hospitais em território nacional. Infelizmente o Paraná está entre os Estados que já sinalizou uma possível nova onda, com os casos positivos em alta desde a última semana. “Em quinze meses de pandemia tivemos várias ondas. Tudo indica que estamos indo para uma quarta. Nossa expectativa com a bandeira é de baixar os casos. Temos uma transmissão de 1.06, um aumento de procura nas unidades básicas, aumento de exames positivados”, alertou a secretária de saúde de Curitiba, Márcia Huçulak em entrevista recente. E mesmo sabendo desta alta de casos, não é possível prever, com exatidão, a quantiedade de aparelhos que o país necessitará nas próximas semanas e por isso mesmo que a força tarefa de empresas e empresários é tão importante nessas situações mais graves. O produto na prática: A técnica utiliza dois recursos para elevar o nível de proteção do pulmão. Sendo a primeira, cateter nasal de alto fluxo, que tem a função de aplicar frequentemente ar umidificado a 100% por meio das narinas, com o intuito de lavar a região atingida do pulmão, além de eliminar as moléculas de gás carbônico na expiração, o que minimiza a sensação de falta de ar e reduz o trabalho feito pelos músculos responsáveis pela inspiração. Já na segunda técnica, o capacete é acoplado a um ventilador mecânico, provocando uma pressão ininterrupta das vias aéreas superiores, o que faz com que o indivíduo consiga ter uma melhor respiração. Quando o equipamento é conectado a uma válvula de pressão expiratória final positiva (PEEP), ocorre uma maior pressão no pulmão, bem como ao oxigênio, chegando à pressurização da via aérea do paciente, assim como ocorre na ventilação não invasiva. Contudo, nesse formato, a utilização do ventilador mecânico é evitada, levando à diminuição de inflamações nas vias aéreas, provocadas pelo esforço respiratório ao longo desse período da doença. Entre as principais características do produto estão: ⦁ a estrutura permite a constituição de um ambiente com pressão positiva e enriquecida com oxigênio; ⦁ a maior parte do material é composta de PVC atóxico e a membrana de vedação do pescoço feita com látex ou silicone, contribuindo para a adequação a qualquer paciente; ⦁ possui alças de polipropileno com fechos adaptáveis e neoprene, para fixar o produto na cabeça, além de dar segurança, fácil limpeza e conforto aos pacientes; ⦁ interface que tem auxílio de duas válvulas para conexões dos ciclos de fluxo inspiratório e/ou expiratório. ⦁ As equipes da saúde e pacientes ficam protegidos dos riscos de contaminação pelo ar. ⦁ Pode ser utilizado em qualquer ambiente intra-hospitalar. ⦁ Além disso, o 7Lives Helmet disponibiliza, como opcionais, o Kit de Válvula PEEP, o que possibilita o suporte ventilatório ao paciente ligado diretamente à rede de gases do hospital, sem a necessidade de um ventilador mecânico. Além disso, perto da boca do usuário há uma válvula de alimentação que viabiliza tanto a ingestão de líquidos quanto de alimentação, por meio da passagem de sondas. O 7Lives – Helmet já é utilizado em diversos hospitais pelo Brasil inteiro, como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Amazonas.

  • Campo Magro foi requerido pelo MPPR em duas ações civis públicas

    18/05/2021 O Município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, foi requerido pelo Ministério Público do Paraná em duas ações civis públicas ajuizadas na última semana. As medidas judiciais, propostas pela 4ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré (sede da comarca), que tem atribuição na área de Proteção ao Patrimônio Público, buscam a adoção, por parte do Executivo Municipal, de providências relacionadas a medidas de transparência e de controle interno da Administração. Controle interno – Em uma das ações, apresentada em 12 de maio, a Promotoria de Justiça requer que seja determinado pelo Juízo a obrigação de o Município de Campo Magro adotar as providências necessárias para a devida estruturação de unidade de controle interno – órgão essencial ao pleno funcionamento da gestão pública, considerando os princípios de legalidade, legitimidade e economicidade. Para tanto, argumenta o MPPR, deverá ser apresentado à Câmara de Vereadores proposição legislativa que considere as devidas necessidades de estruturação humana, material e orçamentária. Apuração da 4ª Promotoria de Justiça identificou que as atividades de controle interno do Município de Campo Magro são atualmente exercidas por um “setor precarizado e desestruturado sob todos os aspectos, com uma existência puramente formal que nem de longe se aproxima do exigido”. Entre as diversas falhas e ilegalidades constatadas pelo Ministério Público, está o fato de a unidade ter sido coordenada, ao longo dos últimos anos, por servidores externos à administração, ocupantes de cargos comissionados, quando o recomendado é que o órgão seja chefiado por servidor de carreira. Liminarmente, a Promotoria de Justiça requer que seja deferido pela Justiça o pedido para que a Prefeitura de Campo Magro apresente no prazo máximo de 60 dias uma proposta de planejamento estratégico contendo planos de ação e de aplicação a serem executados para o respectivo aperfeiçoamento da unidade de controle interno. (Autos 0002564-24.2021.8.16.0024) Transparência – Em outra ação civil, ajuizada no dia 13 de maio, a Promotoria de Justiça pleiteia que sejam adotadas medidas para a adequação de uma série de inconsistências no Portal da Transparência da Prefeitura, constatadas em auditorias conduzidas pelo Ministério Público. Entre os problemas apontados, estão a ausência de informações básicas e de documentos essenciais, como dados relativos aos contracheques de servidores públicos (incluindo gratificações e horas extras), informações sobre terceirizações, cópias dos editais completos de licitações, atas das reuniões da comissão de licitação, termos de contratos administrativos e aditivos, entre outros. A situação levou o Ministério Público a concluir que “várias e graves foram (e ainda são) as omissões percebidas no que diz respeito a dados/informações essenciais à transparência administrativa, constatando-se, inclusive, a falta de mecanismos adequados para as buscas ou consultas e, inclusive, para a extração de dados em formato de arquivo aberto.” Com a ação civil, a Promotoria de Justiça busca fazer com que o Município de Campo Magro garanta uma estruturação mínima de pessoal, preferencialmente com ocupantes de cargos efetivos, que assegurem a devida responsabilidade, manutenção e funcionamento do Portal de Transparência do Município. (Autos 0002500-14.2021.8.16.0024) Resolução – Ambas as proposições judiciais decorrem de tentativas anteriores da Promotoria de Justiça, que buscou a resolução da questão por meio extrajudicial, a partir da assinatura de termos de ajustamento de conduta. Como resposta, entretanto, o que se observou, conforme pontuado em uma das ações, foi uma “flagrante e manifesta indisposição para qualquer tipo de conformação de conduta” por parte do Executivo. As duas ações tramitam na Vara da Fazenda Pública de Almirante Tamandaré. Informações para a imprensa Assessoria de Comunicação comunicacao@mppr.mp.br (41) 3250-4264

  • Deputado paranaense agride presidente da comissão na Câmara

    18/05/2021 Confusão aconteceu em debate sobre medicamentos com Cannabis Em uma reunião da Câmara dos Deputados na manhã desta terça-feira (18) para debater sobre comercialização de medicamentos com Cannabis, o vice-líder da Oposição e presidente da comissão, Paulo Teixeira (PT-SP), foi agredido pelo deputado Diego Garcia (Podemos-PR). Ao não concordar com uma decisão de Teixeira, Garcia partiu em direção ao presidente, puxou o computador do deputado e o empurrou. A discussão teve início quando Garcia fez um requerimento para adiar a discussão, mas foi negado. Teixeira fez uma votação geral para que, quem concordasse, se manifestasse. Como não houve manifestações, ele negou o requerimento. Alguns deputados pediram então um votação nominal. No entanto, Teixeira negou a votação. A discussão se iniciou e Garcia levantou de seu lugar no plenário, foi até a mesa de Teixeira, empurrou seu computador, deu um tapa em seu peito e o empurrou. Logo após, o parlamentar precisou ser acalmado pelos deputados para que a reunião pudesse ser retomada. Os deputados continuaram a discutir por algum tempo, mas sem novas agressões físicas. "Esse deputado chegou aqui na frente e me deu um murro no peito", disse Teixeira. Diego Garcia então gritou que não deu um murro. Teixeira afirmou então que ia pedir o filme. "Você me empurrou", exclamou o presidente da comissão. Garcia rebateu e disse que "não teve violência". A sessão foi retomada e ainda estava em andamento na Câmara por volta das 13h20. A matéria em discussão é o PL 399/2015, que tornaria possível a comercialização de medicamentos que tenham a Cannabis em sua composição.

  • Ministério da Saúde diz que já distribuiu 90 milhões de doses de vacina

    18/05/2021 Marca foi atingida nesta terça-feira, informa ministério O Brasil atingiu nesta terça-feira (18) a marca de 90 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 distribuídas no país, informou o Ministério da Saúde em mensagem no Twitter. Segundo a pasta, no período entre a última quinta-feira (13) e esta quarta-feira (19), o total é de 13 milhões de doses de vacinas distribuídas aos estados e municípios. Destas doses, 8,3 milhões são da AstraZeneca; 4 milhões, da CoronaVac e 647 mil,da Pfizer. De posse das vacinas, os estados são os responsáveis pela divisão e entrega dos lotes aos municípios.De acordo com o Ministério da Saúde, já foram enviadas doses para vacinação de 15 dos 28 grupos prioritários estabelecidos pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). Até agora, mais de 53,6 milhões de doses foram aplicadas. Produção A produção de imunizantes contra a covid-19 no país, contudo, tem sofrido com a falta de ingrediente farmacêutico ativo (IFA). Na segunda-feira (17), o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) informou que deve receber no próximo sábado (22) uma nova remessa de IFA para a produção de vacinas contra a covid-19. Os carregamentos do insumo são importados da China, onde são produzidos pela Wuxi Biologics. Após a próxima entrega, está prevista para o dia 29 deste mês a chegada de mais uma remessa. Com o desembarque dos dois carregamentos de IFA no Brasil, a Fiocruz afirma que estará garantida a entrega de vacinas ao Programa Nacional de Imunizações nas três primeiras semanas de junho. Já o Instituto Butantan informou que um carregamento de matéria-prima para a CoronaVac chegará ao Brasil no próximo dia 26 de maio. A produção de vacinas contra a covid-19 no Butantan está paralisada desde a última sexta-feira (14) por falta de insumos. Segundo o instituto, está prevista a chegada de um lote com 4 mil litros de IFA, suficientes para a produção de 7 milhões de doses da vacina contra covid-19. De acordo com a instituição, a falta de matéria-prima ocorreu por problemas burocráticos, provocados por declarações de membros do governo brasileiro sobre a China.

  • Ministro apresenta estudo para desestatização da Ferroeste

    18/05/2021 Freitas defende o avanço da ferrovia até Mato Grosso do Sul O Ministério da Infraestrutura apresentou nesta terça-feira (18) o estudo de viabilidade técnico-econômica que visa a desestatização da Estrada de Ferro Paraná Oeste, mais conhecida como Ferroeste. Durante o evento, que contou com a participação do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e dos governadores do Paraná, Ratinho Júnior, e do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, também foi assinado o contrato de arrendamento do terminal portuário PAR12, localizado no Porto de Paranaguá. Os dois estados estão entre os que serão mais beneficiados pelos dois empreendimentos, uma vez que boa parte da produção agrícola do MS poderá ser escoada pela ferrovia até o Porto de Paranaguá. No trecho em operação da ferrovia, os produtos mais transportados são grãos, contêineres e cimento. A Ferroeste ligará as cidades paranaenses de Guarapuava e Cascavel. A expectativa é de uma extensão da ferrovia até a cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul (MS). Segundo o Ministério da Infraestrutura, são esperados R$ 8 bilhões em investimentos Tarcísio de Freitas defendeu o avanço da ferrovia até Mato Grosso do Sul , o que, segundo ele, “ligará umbilicalmente” o estado com o Porto de Paranaguá. “Tenho certeza de que, no futuro, estaremos capturando carga também no Paraguai”, disse o ministro. O governador do MS, Reinaldo Azambuja, lembrou que a ferrovia diminuirá o fluxo de cargas na BR-262 que, segundo ele, “está se deteriorando com as 300 carretas que passam todos os dias por ali”. O governador do Paraná, Ratinho Júnior, elogiou as iniciativas implementadas por Freitas, no sentido de “tornar a Ferroeste interessante para a iniciativa privada”. “A Ferroeste será uma grande artéria de conexão com o MS”, disse o governador paranaense. Desafios O ministro da Infraestrutura apontou como “principal desafio” para o empreendimento ferroviário dar celeridade ao processo que culminará com o leilão da ferrovia. “Temos alguns desafios pela frente. Um deles é o cronograma, até que [o projeto] seja sabatinado pela sociedade, escrutinado pelos órgãos de controle, para chegarmos ao leilão”, disse o ministro. Ele chamou atenção para alguns cuidados que devem ser levados em conta para o sucesso do leilão, em especial para que não se caia “na armadilha de termos uma demanda superestimada, o que poderia comprometer o projeto”. Outro desafio é relativo à descida da ferrovia na Serra do Mar. “Uma coisa que tem de ser muito bem avaliada é a questão da bitola, porque hoje temos uma ferrovia que opera na bitola métrica. A migração da bitola métrica para a bitola mista tem que ser muito bem pensada. Pessoas com quem temos conversado têm falado em mudar a superestrutura para transportar mais carga por eixo.” Impacto sócio-econômico O coordenador do Plano Estadual Ferroviário Luiz Henrique Fagundes informou que a estrada Ferroeste terá impacto de R$ 206 bilhões na economia brasileira, o que corresponde a 3% do Produto Interno Bruto do país, segundo informou. Pelo menos 9 milhões de pessoas serão beneficiadas com o empreendimento, principalmente nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. “A ferrovia terá influência direta em 427 cidades localizadas no Brasil, no Paraguai e na Argentina.” Sendo assim, o número aumenta para 925 municípios nos três países. “Se a ferrovia já estivesse funcionando, estaríamos trafegando 26 milhões de toneladas por ano, com um potencial de 38 milhões de toneladas. E a redução média do custo logístico seria de 28%, em uma projeção bastante conservadora”, acrescentou. Segundo o coordenador, com a ferrovia em pleno funcionamento a redução de custo será de US$ 13 por tonelada transportada, e o tempo de trânsito entre Cascavel e o Porto de Paranaguá reduziria de 100 horas para 20 horas. Porto de Paranaguá De acordo com o ministro da Infraestrutura, a assinatura do o contrato de arrendamento do terminal portuário PAR12, no Porto de Paranaguá, confirma a vocação inovadora que o empreendimento demonstra ao longo de sua história. “Esse porto tem se destacado e estado na vanguarda, com a segunda maior movimentação do país e tem dado excelentes respostas e movimentações recordes. Além disso, enfrentou a pandemia com muita velocidade e diligência, conseguindo manter suas operações. Não à toa, foi o primeiro porto a conquistar, no governo federal, autonomia para a gestão”, disse Freitas ao destacar, também, a “ousadia” de ter sido o primeiro porto a ter uma concessão de manutenção do canal.

  • Curitiba vacina pessoas de 40 anos com comorbidades

    18/05/2021 Secretaria de Saúde ampliou grupo de pessoas a serem vacinadas A vacinação contra a covid-19 em Curitiba será ampliada para o grupo de comorbidades, e nesta quarta-feira (19/5) poderão receber a primeira dose pessoas com 40 anos ou mais. A ampliação da imunização vem ocorrendo de forma escalonada por faixa etária, dos 59 até 18 anos. A Secretaria Municipal da Saúde atende quem comprovadamente tenha algum dos 22 tipos de doenças preexistentes listadas no Plano de Imunização Contra a Covid-19, do Ministério da Saúde. O atendimento acontece das 8h às 17h, nos 18 pontos de vacinação da cidade (lista abaixo). Todos devem apresentar documento de identificação com foto, comprovante de residência em Curitiba e levar uma caneta. Pacientes da rede privada devem apresentar a declaração médica disponibilizada no portal do CRM-PR assinada pelo médico que os acompanha, com a indicação da comorbidade listada pelo Ministério da Saúde para essa fase. Gestantes A secretaria também continua a imunização com a primeira dose para gestantes e puérperas com comorbidades, mediante comprovação da condição de risco, para pessoas com Síndrome de Down acima de 18 anos e para idosos acima de 60 anos (repescagem). Professores Paralelamente ao grupo de comorbidades, a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba segue com a imunização de professores e trabalhadores da educação. Para facilitar o processo de vacinação e evitar filas, a Secretaria Municipal da Saúde pede que as pessoas que não são pacientes do SUS Curitibano preencham antecipadamente o cadastro na plataforma Saúde Já, pelo aplicativo de celular ou pelo site www.saudeja.curitiba.pr.gov.br.

  • Mostra de Cinema Árabe Feminino apresenta mais de 40 filmes dirigidos por mulheres

    18/05/2021 CCBB promove edição 100% online e gratuita Entre 19 de maio e 27 de junho, as produções cinematográficas árabes dirigidas por mulheres estarão na 2ª edição da Mostra de Cinema Árabe Feminino, que este ano será totalmente online e acessível na maior parte do mundo. Uma seleção de mais de 40 filmes de diversos formatos e gêneros - curtas, médias e longas-metragens de ficção e documentários - vai trazer à tona a multiplicidade dessas cinematografias através de filmes realizados por mulheres em países como Egito, Líbano, Palestina, Sudão, entre outros. O festival é 100% gratuito e os filmes serão exibidos virtualmente no site www.cinemaarabefeminino.com. O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com as suspensões das atividades em março de 2020, como medida de segurança contra o novo coronavírus, o #CCBBemCASA foi criado, disponibilizando conteúdos exclusivos da programação no site bb.com.br/cultura. E mesmo após a retomada das atividades presenciais nos CCBBs Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte, as atividades virtuais foram mantidas para continuar levando arte e cultura para todos que não podem participar presencialmente dos projetos. O projeto Mostra de Cinema Árabe Feminino é mais um passo importante dessa iniciativa. A programação inclui debates, mesas redondas e uma masterclass com a diretora palestina Larissa Sansour, conhecida pelas obras de ficção científica. Haverá também um tributo para a diretora libanesa Jocelyne Saab (1948-2019), ex-repórter de guerra que realizou dezenas de filmes ao longo de sua carreira, e uma homenagem para a diretora tunisiana Moufida Tlatli (1947-2021), a primeira mulher árabe a dirigir um longa-metragem, que faleceu este ano por decorrência da COVID-19. A curadoria desta edição é das brasileiras Analu Bambirra, Carol Almeida e da egípcia Alia Ayman e contempla produções com temas diversos como questões políticas, críticas sociais, conflitos familiares, utopias, amizades e masculinidades. "A mostra faz um panorama da produção árabe e reúne filmes de ficção, experimentais, documentários e obras performáticas. Os filmes abordam as mais diversas questões e, entre os temas recorrentes, observamos a retratação de futuros possíveis e também o questionamento de universos expandidos, de existências possíveis no mundo de hoje", diz a curadora Analu Bambirra. Entre os 27 filmes inéditos em exibição na 2ª Mostra de Cinema Árabe Feminino, destacam-se “Escritório de Espera”, “Barbès” e “Portão de Ceuta”, dirigidos pela marroquina Randa Maroufi, que participará de um debate sobre as produções; “Quando Coisas Acontecem” (Palestina/Reino Unido), de Oraib Toukan; “O Protesto Silencioso: Jerusalém 1929” (Palestina), com direção de Mahasen Nasser Eldin e “Você Já Matou Um Urso - ou Tornando-se Jamila” (Líbano), dirigido por Marwa Arsanios. DEBATES - Conversa sobre o filme “Silêncios do Palácio”, com a pesquisadora e cineasta Viola Shafik 19/05/2021 às 16h - Marwa Zein (Arábia Saudita), diretora de “Khartoum Offside” 06/06/2021 às 13h - Nadine Salib (Egito), diretora de “Mãe daquele não-nascido” 06/06/2021 às 16hs - Randa Maroufi (Marrocos), diretora de “Portão de Ceuta”. “Barbés”, “Stand-by office” 16/06/2021 às 14hs (conversa pré-gravada) - Salma El-Tarzi (Egito), diretora de “Underground na Superfície” 19/06/2021 às 14hs - Mathilde Rouxel, autora do livro "Jocelyne Saab: La Mémoire indomptée 1970-2015” e Nour Ouayda, curadora, crítica e cineasta 24/06/2021 às 14h (conversa pré-gravada) - Michele Tyan e Myrna Maakaroun, atrizes do filme “Once Upon a time in Beirut”, de Jocelyne Saab 26/06/2021 às 15h MESAS REDONDAS - Palestinidades: Corpo e Território 28 de maio, às 14h Proponentes: Daniele Regina Abilas e Fernando Resende A Palestina é um território e uma experiência que atravessa corpos. Ela é composta de memórias vividas, sentidas, contadas e recontadas por gerações que se amontoam e transitam por espaços limítrofes, múltiplos e disputados. Na Palestina histórica e na al-shatat, a diáspora, as experiências vividas e narradas revelam identidades multi-geográficas (Tawil-Souri) que, em constante urdidura, se tecem no sobrepor de gerações. Os filmes e documentários contemplados nessa Mostra revelam subjetividades e experiências diversas, nos convidando a adentrar câmaras escuras de sensações e imaginações, substâncias reais que revelam formas (im)possíveis de vida. A Palestina produz distintos regimes de subjetividades, gerando protagonismos e ideais muitas vezes contraditórios, projetos de vida que sustentam o território palestino como solo comum. Assim, esta mesa tem como objetivo provocar, a partir de uma perspectiva histórica, uma reflexão sobre os engendramentos criados pela experiência subjetiva do conflito no território palestino, tendo como foco o corpo feminino. Mais do que buscar definir a identidade palestina, o intuito é colocar em questão as formas distintas de experimentar os “modos de ser palestina”, levando em conta a trágica experiência do conflito. Dessa forma, buscamos compor quadros que revelam palestinidades, formas de habitar e de se perceber como mulheres sujeitas de uma história que, muitas vezes, insiste em apagá-las e confiná-las, a partir de uma lógica de silenciamento, restrição e condensamento de suas experiências. Convidadas: Mahasen Nasser Eldin (cineasta - “O protesto silencioso”); Riham Isaac (artista performática e professora); Dina Matar (professora e pesquisadora) - Um assunto de família - 13/06/2021 às 15h (horário a confirmar) com Aline Motta (cineasta), Kawthat Younis (Um presente do passado) e Leila Basma (O projeto Adam Basma). Toda memória familiar é parte constitutiva da História, particularmente quando essa memória familiar se projeta também como políticas da lembrança e políticas de apagamento. Nessa mesa, a proposta é debater algo que não é novo no cinema, mas que vem se intensificando e se capilarizando nos últimos anos: filmes que narram a História a partir de uma mirada muito pessoal sobre narrativas familiares, contadas no olhar e na voz de quem faz parte dessas famílias. - Sul-Sul: curando filmes para/de nós mesmas - 20/06/2021 às 15hs (horário a confirmar) com Alia Ayman (curadora), Analu Bambirra (curadora), Carol Almeida (curadora), Janaína Oliveira (curadora e pesquisadora) e Mary Jirmanus Saba (Um sentimento maior que o amor). Com muita frequência, a experiência de pensar, programar e curar filmes que pertencem ao chamado Sul Global se dá a partir de negociações com as expectativas que os grandes festivais de cinema europeus ou estadunidenses impõem sobre o que os territórios de "alteridade" supostamente devem revelar. O que acontece então quando essa experiência se dá somente entre pessoas e instituições do Sul Global? O que se altera nas conversas, nas propostas curatoriais e na energia que circula entre as pessoas? São com essas questões que lançamos esta roda de conversa. Masterclass - Um Futuro Anterior: Masterclass com Larissa Sansour – 22/05/2021 às 13h Larissa Sansour trabalha principalmente com cinema, e também produz instalações, fotografias e esculturas. O que é central em seu trabalho é a dialética entre mito e narrativa histórica. Nascida em Jerusalém Oriental, Palestina, seu trabalho recente utiliza a ficção científica para endereçar questões sociais e políticas, lidando com memória, traumas herdados, estruturas de poder e estados-nação. Na aula, ela lidará com o uso de tropos da ficção científica em um contexto artístico e a mudança de significados que se resulta. Sansour apresentará excertos de filmes assim como imagens de seu trabalho cobrindo mais de uma década de sua prática artística. Ela discutirá as ideias por trás do enquadramento do discurso político na ficção especulativa e a retro temporalidade inadvertida que essa proximidade geral. LISTA DE FILMES Abertura - Homenagem a Moufida Tlatli Os Silêncios do Palácio - Moufida Tlatli Tributo à Jocelyne Saad Era Uma Vez Em Beirute - Jocelyne Saab Filhos da Guerra - Jocelyne Saab Mulheres Palestinas - Jocelyne Saab O Navio do Exílio - Jocelyne Saab Trilogia Beirute: Beirute, Nunca Mais - Jocelyne Saab Carta de Beirute - Jocelyne Saab Beirute Minha Cidade - Jocelyne Saab Uma Vida Suspensa - Jocelyne Saab Homenagem a Moufida Tlatli Os Silêncios do Palácio - Moufida Tlatli Foco Larissa Sansour In Vitro - Larissa Sansour, Soren Lind No Futuro, Eles Comiam da Melhor Porcelana - Larissa Sansour, Soren Lind Patrimônio Nacional - Larissa Sansour Um Êxodo Espacial - Larissa Sansour Foco Randa Maroufi Barbès - Randa Maroufi Portão de Ceuta - Randa Maroufi Escritório de Espera - Randa Maroufi SESSÕES UNIVERSO Sessão 1 - Cão Maior Antes Que Eu Me Esqueça - Mariam Mekiwi Assim Como Acima, Abaixo - Sarah Francis In Vitro - Larissa Sansour, Soren Lind No Futuro, Eles Comiam da Melhor Porcelana - Larissa Sansour, Soren Lind Patrimônio Nacional - Larissa Sansour Submarino - Mounia Akl Um Êxodo Espacial - Larissa Sansour Um Filme Sobre Um Círculo - Omnia Sabry Filmes que colocam a estabilidade em chamas e defendem com imagens, sons e vozes certas existências. Sessão 2 - Andrômeda Carta Para Um Amigo - Emily Jacir Dias Sagrados - Narimane Mari O Protesto Silencioso: Jerusalém 1929 - Mahasen Nasser Eldin Quando Coisas Acontecem - Oraib Toukan Um Sentimento Maior Que O Amor - Mary Jirmanus Saba Você Já Matou Um Urso - Ou Tornando-se Jamila - Marwa Arsanios Filmes que quebram correntes e mudam a ordem do jogo. Sessão 3 - Serpente Espécies Selvagens - Jumana Manna Impedimento em Cartum - Marwa Zein Mãe daquele Não-nascido - Nadine Salib Na seca - Remi Itani O Projeto Adam Basma - Leila Basma Quem Tem Medo de Ideologia? Partes 1 e 2 - Marwa Arsanios Shahmaran - Élodie Baldwin Filmes com/sobre corpos indesejados. Corpos que contêm o veneno e o antídoto. Corpos sinuosos. Não domesticáveis. Sessão 4 - Ursa Maior Ibrahim - Um destino a ser traçado - Lina Al Abed Lavando a boca - Reman Sadani O Banho - Anissa Daoud Que dia! - Anissa Daoud Rosa - Suha Araj Um Presente do Passado - Kawthar Younis Você Vem de Muito Longe - Amal Ramsis Filmes que se aproximam e se conflitam com relações familiares. Sessão 5 - Cinturão de Órion 74 - Rania & Raed Rafei Barbès - Randa Maroufi Ela Teve Um Sonho - Raja Amari Portão de Ceuta - Randa Maroufi Escritório de Espera - Randa Maroufi The Wall - Mira Sidawi Turismo Doméstico - Maha Maamoun Underground na Superfície - Salma El Tarzi Filmes com grandezas. Filmes sedentos de vitória. Sessão 6 - Lua Vermelha Era Uma Vez Em Beirute - Jocelyne Saab Filhos da Guerra - Jocelyne Saab Mulheres Palestinas - Jocelyne Saab O Navio do Exílio - Jocelyne Saab Trilogia Beirute: Beirute, Nunca Mais - Jocelyne Saab Carta de Beirute - Jocelyne Saab Beirute Minha Cidade - Jocelyne Saab Uma Vida Suspensa - Jocelyne Saab Filmes dirigidos pela cineasta Jocelyne Saab.

  • Paraná divulga vídeo de combate à violência contra crianças

    18/05/2021 Iniciativa da Secretaria da faz parte das ações d Dia Nacional de Combate ao Abuso A Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho e o Conselho Estadual da Criança e do Adolescente (Cedca) divulgaram nesta terça-feira (18) o vídeo “Escutem as Crianças”, que aborda a importância de entender, conviver e escutar mais as crianças. O vídeo faz parte das ações que marcam o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A proteção e a garantia de direitos das crianças são prioridade no Governo do Estado. A Secretaria estadual da Justiça, Família e Trabalho atua para promover a proteção, abrigo e programas que permitam o desenvolvimento físico, emocional, social e cognitivo das crianças. Para denunciar qualquer tipo de violência o cidadão deve ligar para 181 (Disque Denúncia) ou enviar um email para infanciasegura@sejuf.pr.gov.br.

  • Araújo nega hostilidade com China em depoimento à CPI

    18/05/2021 Ex-chanceler afirmou que o governo brasileiro apenas reagiu Em depoimento à CPI da Covid, o ex-chanceler Ernesto Araújo negou nesta terça-feira que tenha feito declarações ofensivas em relação a China e ouviu do presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), um alerta para que não minta à CPI. Araújo afirmou que o Itamaraty reagiu em certos momentos em que teria havido, segundo ele, excessos por parte do embaixador da China em Brasília. "Mas não houve declaração que se classifique como antichinesa", respondeu em questionamentos feitos pelo relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), e Aziz. Araújo também rejeitou a posição de que sua atuação e declarações no Itamaraty teriam relação com os problemas na chegada de insumos chineses para produção de vacina no Brasil. "Jamais foi identificado correlação entre atraso e qualquer atuação de minha parte ou de qualquer elemento oriundo do governo brasileiro", respondeu o ex-chanceler. As respostas despertaram indignação por parte do presidente da CPI, para quem Araújo deu "várias declarações contra a China. Um dos episódios relembrados por Aziz foi quando o ex-chanceler escreveu o artigo em seu blog intitulado 'Chegou o Comunavírus', em que fez comentários sobre um livro escrito por Slavoj Zizek. "Na minha análise pessoal você está faltando com a verdade, não faça isso", alertou o presidente da CPI. Araújo respondeu que, no artigo, a palavra 'comunavírus' não se referia ao coronavírus, mas ao que Zizek tinha referenciado ao vírus ideológico oportunizado pelo contexto da pandemia. "Para implantação de sociedade comunista global, usei esse termo jocoso...", comentou Araújo. "Como isso não é ofensivo?" questionou Aziz, lembrando também da ocasião em que Itamaraty se envolveu em outro episódio de atrito com a China a partir de uma declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, que publicou no Twitter uma mensagem que culpava o país asiático pela pandemia. Na ocasião, o perfil da Embaixada chinesa na rede social reclamou da manifestação do deputado e disse que ele havia contraído "vírus mental". Araújo então classificou a reação da embaixada como "desproporcional". "Não sai em defesa (de Eduardo). Na nota que publiquei como chanceler eu disse que o Brasil não endossava declarações, no entanto o embaixador tinha se excedido", disse. Apesar dessas situações, o ex-chanceler negou que tenha havido hostilidade nas relações com a China. "Não vejo hostilidade, certamente não de minha parte", disse Araújo, citando dados de negociações comerciais que, segundo ele, mostram que não houve piora na relação diplomática entre os dois países. "Números de 2020 mostraram aumento de 9% das nossas exportações destinadas a China", afirmou. 'Bolsonarismo frouxo' O líder da Minoria na Câmara, deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), avaliou a postura do ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo no depoimento na CPI da Covid. Para Freixo, o comportamento do ex-chanceler na comissão "é o retrato do bolsonarismo frouxo que só fala grosso no cercadinho dos fanáticos". Em publicação no Twitter, o deputado analisa que "a ficha corrida dos crimes cometidos" pelo ex-chanceler "é longa e o ex-ministro tem que pagar por eles". "Mas assim como Pazuello era pau mandado de Bolsonaro, Ernesto seguia as ordens de Eduardo Bolsonaro", pontua. Dessa forma, Freixo exige que o filho do presidente Jair Bolsonaro seja convocado para prestar depoimento na CPI. Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) é acusado de escrever em suas redes sociais que a China seria a culpada pela pandemia do novo coronavírus, além de acusar o país asiático de espionagem por meio da tecnologia 5G.

  • Compra Direta atende 118 entidades do Norte Pioneiro

    18/05/2021 Serão atendidas 118 entidades de 45 cidades do Norte Pioneiro O Paraná vai comprar R$ 27 milhões de alimentos produzidos ou processados por agricultores familiares, por meio do Programa Compra Direta. O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) afirmou nesta terça-feira, 18, que 118 entidades de 45 cidades serão atendidas no Norte Pioneiro. “O programa, além de incentivar a agricultura familiar, ajuda no combate à fome no Paraná, sobretudo por conta do momento crítico vivido por milhares de famílias na pandemia. A entrega é feita diretamente a entidades, à rede pública de saúde ou alvos de ação alimentar do Estado, que, por sua vez, destina às pessoas em situação de vulnerabilidade”. O programa foi transformado em política pública por meio da lei 7306, de 13 de abril de 2021, aprovada pela Assembleia Legislativa do Paraná. Os recursos são do Fundo Estadual de Combate à Pobreza. Produção orgânica — “Com o Compra Direta, o Paraná valoriza a produção orgânica da agricultura familiar, incentiva o cooperativismo e o associativismo e oferece alimentos de qualidade, que incentivam alimentação saudável a milhares de paranaenses”, disse Romanelli. As compras dos alimentos distribuídos às instituições são feitas por meio de cooperativas e associações de produtores. O programa atende restaurantes populares, cozinhas comunitárias, hospitais públicos e filantrópicos, asilos e casas de passagem. Também atende às necessidades nutricionais de pacientes atendidos pelos Cras (Centros de Referência em Assistência Social) e Creas (Centros de Referência Especializados de Assistência Social). Em todo o Paraná, a estimativa é de que sejam atendidas 1.100 entidades. Amunop — Na área de abrangência da Amunop (Associação dos Municípios do Norte do Paraná) serão atendidas 23 cidades. Com isso, serão atendidas 47 instituições: Abatiá (1), Andirá (4), Assaí (2), Bandeirantes (4), Congonhinhas (1), Cornélio Procópio (12), Itambaracá (1), Jataizinho (2), Leópolis (1), Jataizinho (2), Leópolis (1), Nova América da Colina (1), Nova Fátima (1), Nova Santa Bárbara (2), Rancho Alegre (1), Ribeirão do Pinhal (1), Santa Amélia (1), Santa Cecília do Pavão (3), Santa Mariana (1), Santo Antônio do Paraíso (1), São Jerônimo da Serra (1), São Sebastião da Amoreira (1), Sapopema (2), Sertaneja (2) e Uraí (1). Amunorpi — Na regional da Amunorpi (Associação dos Municípios do Norte Pioneiro), são 71 instituições de 22 cidades. O Compra Direta vai atender entidades de Barra do Jacaré (2), Cambará (4), Carlópolis (3), Conselheiro Mairinck (2), Curiúva (4), Figueira (4), Guapirama (1), Ibaiti (4), Jaboti (1), Jacarezinho (6), Joaquim Távora (4), Jundiaí do Sul (2), Pinhalão (1), Quatiguá (2), Ribeirão Claro (3), Salto do Itararé (2), Santana do Itararé (2), Santo Antônio da Platina (6), São José da Boa Vista (3), Siqueira Campos (6), Tomazina (3) e Wenceslau Braz (6).

  • Gepatria denuncia dois ex-prefeitos de Santa Helena e mais 12 réus

    18/05/2021 O Ministério Público do Paraná, por meio do núcleo de Foz do Iguaçu do Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria) ofereceu denúncia contra dois ex-prefeitos de Santa Helena, no Oeste do estado (gestão 2013-2016, um deles interino), e mais 12 réus. Entre os denunciados, por fraude a licitações ocorridas em 2015 e 2016, estão dois secretários municipais na época dos fatos (de Planejamento e de Obras e Urbanismo), servidores públicos e quatro empresários. Conforme a denúncia, os réus teriam agido para favorecer uma empresa em quatro procedimentos licitatórios destinados a fornecimento de material e serviços para pavimentação asfáltica de vias do município. Nesses certames, foram encontradas diversas irregularidades, que restringiram o caráter competitivo dos processos, com vistas a direcionar o resultado. O MPPR apurou ter havido também superfaturamento em cerca de R$ 1 milhão dos valores pagos à empresa beneficiada pelas ilegalidades. Informações para a imprensa Assessoria de Comunicação comunicacao@mppr.mp.br (41) 3250-4264

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