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- Curitiba tem a primeira delegacia para crimes sem solução
28/05/2021 Especializada é a primeira do gênero no Brasil O tempo! Cada segundo, cada minuto, cada hora é crucial em uma investigação de homicídio. É ele que faz a diferença. A cena do crime, o corpo, as testemunhas, as provas, a perícia – quanto mais tempo se passa depois do crime, mais complexa se torna a investigação. Investimentos da Secretaria de Estado da Segurança Pública e a integração das forças policiais têm resultado em alto índice de elucidação de homicídios no Paraná – em Curitiba, o índice de resolução superou 100% no primeiro trimestre de 2021. Apesar da celeridade, há crimes que representam um desafio ainda maior. Nesses casos, é fundamental que o período para determinar o autor não ultrapasse 20 anos, porque depois de duas décadas o crime prescreve, conforme determina o Código Penal. A Secretaria da Segurança Pública, no anseio em dar uma resposta aos crimes até então não esclarecidos, criou, por meio da Polícia Civil do Paraná (PCPR), a primeira delegacia do Brasil especializada em crimes sem solução. Fruto de um esforço conjunto para solucionar crimes antigos e desafogar as delegacias de homicídios da cidade, que atendem às diversas regiões da Capital, foi criada em 2014 a Delegacia de Homicídios de Maior Complexidade, integrante da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Paraná. O objetivo é impedir a impunidade nos homicídios, por meio de investigações que evitem a prescrição, esclareçam o crime e apontem o culpado. A especializada foi regionalizada e cada cartório dessa delegacia atende determinados bairros de Curitiba, da mesma forma como é hoje a regionalização das delegacias de homicídios, da primeira à quarta DHPP. “Essa regionalização fez com que aqueles homicídios ocorridos há muitos anos sejam solucionados, porque dados começaram a ser cruzados entre homicídios que ocorrem hoje. Como a maioria deles está ligada ao tráfico de drogas, as pessoas que continuam matando hoje são as mesmas pessoas que cometeram homicídios anos atrás. O cruzamento dos crimes antigos com os de hoje aumentou as possibilidades de resolução de casos”, explica o delegado-geral da Polícia Civil, Silvio Jacob Rockembach. A Delegacia de Homicídios de Maior Complexidade conta com a ajuda multidisciplinar das forças policiais do Paraná, como a Polícia Científica, para fechar todas as pontas da investigação. Além disso, trabalham de modo integrado a Polícia Científica e o Ministério Público. Policiais se debruçam diariamente em centenas de inquéritos envolvendo crimes de homicídio e tentativas de homicídios, em Curitiba, em que a autoria não é conhecida. Casos que estavam em investigação nas delegacias especializadas da Capital, depois de três anos sem conclusão, passaram para alçada dos crimes de alta complexidade. O delegado titular Marcos Fernando da Silva Fontes reforça que o tempo é crucial em uma investigação de homicídio. “O corpo conta o que aconteceu, mas nos casos que investigamos já perdemos esse tempo do acontecido. Por isso é muito importante termos uma equipe altamente especializada, que seja de bons entrevistadores que entendam de mobilidade social, que saibam pesquisar o passado e que estejam dispostos a reconstruir a cena do crime muitos anos depois. É um verdadeiro desafio, nenhum caso é abandonado”, explica o delegado. Ele acrescenta que para atingir o objetivo de solucionar os crimes, além de serem bons entrevistadores, os policiais precisam, ainda, entender de cartografia, urbanismo, mobilidade social e ter noções das ciências forenses, para que possam reconstruir no inquérito um fato histórico. RESPOSTA – Camila Cecconello, delegada-chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), explica que a participação da população e a confiança no trabalho da polícia têm sido base para o trabalho de investigação. “Nossas equipes não medem esforços para solucionar crimes de forma ágil, coletando todas as provas possíveis já nas primeiras horas do crime. Quanto mais o tempo passar, mais difícil se torna a resolução de um homicídio. O bom resultado do nosso trabalho tem muito da participação da população e da confiança que a comunidade tem demonstrado na Polícia civil, prestando informações e fazendo denúncias que nos auxiliam a identificar os autores”, afirma. É o caso do duplo homicídio ocorrido em maio de 2011, no bairro Novo Mundo, em Curitiba. As mortes de Adilson Cândido Ramos e Gilmar Cândido Ramos foram solucionadas nove anos depois e seus autores entregues à Justiça. Embora 80% dos casos de homicídios estejam ligados ao tráfico de drogas e ao crime organizado, a Polícia Civil investiga também crimes de outra natureza. Aparecida de Fátima Alves Garcia, de 34 anos, foi estuprada e morta na Cidade Industrial de Curitiba, em 2010, e seu caso parecia sem solução. O crime só foi desvendado quase 10 anos depois, quando o DNA do suspeito foi incluído na rede Nacional de Perfis Genéticos. O crime foi o primeiro caso de DNA na elucidação de homicídio no Paraná. Um homem foi apontado como suspeito após suas amostras de DNA apresentaram verossimilhança com as colhidas pela perícia em 2010. Ele estava preso em Santa Catarina condenado por outro crime de estupro e tentativa de homicídio de uma jovem de 13 anos. Outro caso emblemático e de repercussão nacional foi o da menina Raquel Genofre, que tinha apenas nove anos quando foi morta. Seu corpo foi encontrado dentro de uma mala na Rodoferroviária de Curitiba, em 2008. O autor do crime foi identificado 11 anos depois e condenado a 50 anos de prisão. O caso foi solucionado graças à integração do banco de dados do Paraná com os bancos nacionais, bem como a todo o trabalho feito pela perícia à época do crime. “A gente trabalha para que nenhum crime fique sem solução. Às vezes demora muito, como foi o caso da Raquel Genofre, mas posso garantir que nós não abandonamos nenhuma investigação. Vamos perseguir a solução de qualquer tipo de crime”, reforça o delegado-geral da Polícia Civil, Silvio Jacob Rockembach.
- Deputados votam calamidade pública em seis cidades do Paraná
28/05/2021 Em 2021, já foram renovados o estado emergencial em 180 municípios Na sessão plenária de segunda-feira (31) da Assembleia Legislativa do Paraná, os deputados votam mais um projeto de decreto legislativo que renova o estado de calamidade pública em municípios paranaenses. O PDL 15/2021 renova a situação emergencial nas cidades de Barracão, Chopinzinho, Cruzeiro do Oeste, Novo Itacolomi, Saudade do Iguaçu e Vitorino. Em 2021, os deputados já renovaram o estado de calamidade em 180 municípios, que diante do agravamento da pandemia, pedem a renovação dos decretos municipais, em consonância com o decreto do Governo do Estado que prorrogou a situação emergencial até o final do primeiro semestre. No ano de 2020 a Assembleia Legislativa reconheceu a situação emergencial em 331 cidades do estado. O reconhecimento do estado de calamidade pública de um município pela Assembleia Legislativa cumpre o que prevê a Lei Complementar Federal nº 101, de 04 de maio de 2000, conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal. De acordo com os incisos I e II do artigo 65, ficam suspensas as restrições decorrentes de eventual descumprimento aos limites de despesa com pessoal e de dívida consolidada. Da mesma forma, é dispensando o cumprimento de resultados fiscais e a limitação de empenho. De acordo com o inciso IV do artigo 2º do Decreto federal nº 7.257, de 4 de agosto de 2010, o estado de calamidade pública se caracteriza por “situação anormal, provocada por desastres, causando danos e prejuízos que impliquem o comprometimento substancial da capacidade de resposta do poder público do ente atingido”. Ou seja, a ocorrência de situação fora do comum que exija respostas imediatas do poder público e que comprometem a previsão orçamentária.
- Ministério da Saúde define ordem de vacinação de professores
28/05/2021 Em seguida virá público de 18 a 59 anos sem comorbidades O Ministério da Saúde definiu, em nota técnica emitida nesta sexta-feira (28), a ordem de prioridade para vacinação de trabalhadores da Educação. A pasta também autorizou a vacinação de pessoas fora dos grupos prioritários, com idades entre 18 e 59 anos, após esta etapa. Conforme o documento, professores de creches e pré-escolas deverão ser os primeiros da fila, e os da educação superior, os últimos (veja ordem mais abaixo). Segundo a assessoria do ministério, serão incluídos todos os profissionais que trabalham na Educação, não somente professores – como os da faxina, portaria e manutenção. Para as pessoas fora dos grupos prioritários com idade entre 18 e 59 anos, a vacinação deverá ocorrer em ordem decrescente de idade, ou seja: primeiro as mais velhas, depois as mais novas. A imunização dos grupos não prioritários deverá acontecer ao mesmo tempo em que ocorre a vacinação dos grupos prioritários que vêm depois dos professores. Os profissionais da Educação são o 18º e o 19º grupos prioritários da imunização, conforme a edição mais recente do Plano Nacional de Operacionalização (PNO) da vacinação contra a Covid-19.
- Real Digital não será uma criptomoeda
28/05/2021 Funcionará como extensão da nossa moeda tradicional em meios digitais Diante de grandes transformações digitais no mercado financeiro ocorridas nos últimos anos, o Banco Central (BC) acaba de divulgar diretrizes para o lançamento de uma moeda digital no Brasil. A previsão é que a novidade comece a ser utilizada em dois a três anos. O Real Digital, como está sendo chamado, não será uma criptomoeda e não haverá qualquer tipo de remuneração ou especulação sobre ela. Funcionará como extensão da nossa moeda tradicional, porém, em meios digitais, usando a tecnologia a favor dos usuários. O professor e coordenador do curso de Blockchain, Criptomoedas e Finanças na Era Digital da Uninter, Daniel Cavagnari, explica que a moeda digital brasileira terá foco na Internet das Coisas (IoT), contratos inteligentes (smart contracts), dinheiro programável, entre outros. “A Internet das Coisas torna os objetos, de certa forma, independentes. As nossas TVs, por exemplo, poderão ser programadas para comprar um determinado filme e, de forma autônoma negociar o pagamento através da moeda digital”, explica o coordenador. Outras vantagens são, a simplificação de processos e a economia de tarifas. “O Real Digital tornará as coisas mais baratas e os processos bancários mais rápidos, eliminando uma série de burocracias e tarifas cobradas pelos bancos e cartões de crédito”, diz Cavagnari. Segurança O Real Digital terá segurança jurídica, cibernética e total de privacidade em suas operações, garantidas pelo Banco Central. As tecnologias de implementação ainda estão sendo estudadas pelo BC, que pretende aprofundar a discussão sobre o assunto com a sociedade e setores privados.
- Neymar diz que acusação de assédio é absurda e mentirosa
28/05/2021 Jogador diz que nem conhece a funcionária da Nike O atacante Neymar se manifestou pela primeira vez, na manhã desta sexta-feira, sobre a alegação de que o contrato dele com a Nike foi rompido após uma denúncia de assédio sexual. O jogador do Paris Saint-Germain e da seleção brasileira tratou as afirmações da empresa de material esportivo como absurdas e mentirosas. O caso foi revelado pelo "Wall Street Journal" na noite da última quinta-feira. Ao jornal norte-americano, a conselheira geral da empresa de materiais esportivos, Hilary Krane, declarou que o rompimento do contrato entre Neymar e Nike veio após o jogador não colaborar com as investigações do caso, que teria ocorrido em 2016. Em publicação em seu Instagram, Neymar disse que não teve a oportunidade de se defender e que acredita que o tempo "tratá as verdadeiras respostas". A íntegra da nota de Neymar: "Os fatos podem ser distorcidos porque as pessoas os enxergam de ângulos diferentes. Não temos como negar que a vida é assim. Faz parte! Até entendo quando alguém faz uma crítica sobre minhas condutas, minha forma de jogar e de viver a vida. Somos diferentes! Eu realmente não entendo como uma empresa séria pode distorcer uma relação comercial que está apoiada em documentos. As palavras escritas não podem ser modificadas. Elas sim são muito claras. Não deixam dúvidas! Desde os meus 13 anos, quando assinei meu primeiro contrato, sempre fui alertado: não fale sobre os seus contratos! Contratos são sigilosos! Contrariar essa regra e afirmar que o meu contrato foi encerrado porque não contribuí de boa-fé com uma investigação isso é absurdo, mentiroso. Mais uma vez sou advertido que não posso comentar em público. Indignado vou obedecer! Mas a matéria do WSL é muito clara. Em 2016 parece que já sabiam desse acontecimento. Eu não sabia! Em 2017 viajei novamente para os EUA para campanha publicitária, com as mesmas pessoas, nada me contaram, nada mudou! Em 2017, 2018, 2019 fizemos viagens, campanhas, inúmeras sessões de gravação. E nada me contaram. Um assunto com tamanha gravidade e nada fizeram. Quem são os verdadeiros responsáveis? Não me deram a oportunidade de me defender. Não me deram a oportunidade de saber quem é essa pessoa que se sentiu ofendida. Eu nem a conheço. Nunca tive nenhum relacionamento. Não tive sequer oportunidade de conversar, saber os reais motivos da sua dor. Essa pessoa, uma funcionária, não foi protegida. Eu, um atleta patrocinado, não fui protegido. Até quando? Ironia do destino continuarei a estampar no meu peito uma marca que me traiu. Essa é a vida! Sigo firme e forte acreditando que o tempo, sempre esse cruel tempo, trará as verdadeiras respostas. Fé em Deus!"
- Mais 352 mil doses da vacina AstraZeneca chegam nas Regionais de Saúde
28/05/2021 São destinadas à primeira dose ao grupo de comorbidades O Governo do Estado encaminha nesta sexta-feira (28) para as 22 Regionais de Saúde mais 352.750 doses da vacina AstraZeneca/Fiocruz contra a Covid-19. Os imunizantes fazem parte da 21ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, que contempla ainda mais 37.440 doses da Pfizer/BioNTech, que serão repassadas aos 21 municípios selecionados na segunda-feira (31). Como forma de agilizar o processo e apressar a proteção dos paranaenses, a Secretaria estadual da Saúde fará a distribuição para as Regionais mais afastadas de Curitiba por meio da frota aérea. Já para as divisões de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Londrina, Telêmaco Borba e Ivaiporã o transporte será terrestre. A previsão é que as vacinas comecem a sair do Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) às 14 horas – apenas a Regional de Paranaguá, responsável pelo atendimento dos municípios do Litoral, retirou as doses pela manhã para iniciar a vacinação nos trabalhadores portuários de Antonina e Paranaguá. “É um processo contínuo, que busca fazer com que as vacinas cheguem o mais rapidamente possível ao braço dos paranaenses. A orientação é para vacinar, vacinar e vacinar. Somente assim garantiremos a proteção total contra o vírus”, afirmou o secretário da Saúde, Beto Preto. Todas as vacinas são destinadas à primeira dose (D1). O imunizante da AstraZeneca inclui o grupo de comorbidades e pessoas com deficiência permanente, trabalhadores de transporte aéreo e portuários, forças de segurança, salvamento e Forças Armadas e da educação. Já a vacina da Pfizer, além de pessoas com comorbidades e deficiência permanente, também inclui gestantes e puérperas com comorbidades. APLICAÇÃO – De acordo com o vacinômetro nacional, o Paraná aplicou 3.532.642 doses de vacina contra a Covid-19 até essa quinta-feira (27). Ao todo, o Estado já recebeu 5.295.190 doses do governo federal.
- Agência do Trabalhador de Curitiba suspende atendimento presencial
28/05/2021 Os interessados em vagas ofertadas devem buscar os canais online Os atendimentos presenciais da Agência do Trabalhador Central, em Curitiba, estão suspensos devido ao cenário da pandemia e ao decreto estadual que amplia as medidas restritivas. Os interessados em vagas ofertadas devem buscar orientações pelo aplicativo Sine Fácil, disponível gratuitamente para celulares Android e IOS, ou pelo site empregabrasil.mte.gov.br. Em Curitiba, o atendimento é feito pelo chat http://sac.trabalho.pr.gov.br ou através dos fones (41) 3883-2208, 3883-2212, 3883-2224, 3883-2233, 3883-2225, 3883-2234, 3883-2257 e 3883-2259, de segunda a sexta-feira das, 9h às 17h. As demais Agências do Trabalhador do Paraná devem seguir os decretos das administrações municipais. Para orientações ou esclarecimentos sobre Seguro Desemprego, o atendimento é feito pelo site sac.trabalho.pr.gov.br ou através dos telefones (41) 3883-2214, 3883-2251, 3883-2252 e 3883-2256. É possível habilitar seu Seguro Desemprego pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital, disponível nas lojas de aplicativos de seu celular Android ou iOS. OFERTA DE VAGAS – Empresários e trabalhadores de todo o Paraná que procuram ou ofertam vagas, e que estiverem com dificuldade de finalizar o atendimento nas ferramentas digitais, tais como Portal Emprega Brasil e aplicativos da Carteira de Trabalho Digital, Sine Fácil e Paraná Serviços, podem receber o suporte técnico por meio do Chat do Trabalhador, no site da Secretaria da Justiça.
- Curitiba entra em bandeira vermelha até 9 de junho
28/05/2021 As medidas previstas no decreto têm o objetivo de diminuir a circulação de pessoas Com o agravamento da pandemia e o aumento da sobrecarga na rede de saúde, Curitiba entra pela segunda vez ao longo desta pandemia na bandeira vermelha, a mais restritiva da escala de controle da covid-19 na cidade. A medidas da bandeira vermelha passam a valer a partir deste sábado, 29 de maio, e vigoram até 9 de junho. Além de restrições, a Secretaria Municipal da Saúde fez ajustes na rede de atendimento, a fim de reforçar o combate à pandemia. Até segunda-feira, todas as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da cidade passam a fazer internamento de casos de covid-19. As novas medidas foram definidas pelo Comitê de Técnica e Ética Médica e estão contempladas no Decreto Municipal 940, que vigora até o dia 9 de junho. Circulação menor As medidas previstas no decreto têm o objetivo de diminuir a circulação de pessoas na cidade e, assim, diminuir a disseminação do vírus entre a população. Curitiba tem hoje cerca de 10 mil pessoal com vírus ativo. Todas atividades permitidas devem respeitar os protocolos de prevenção à covid, com uso de máscara, distanciamento mínimo de 1,5 metro e uso de álcool em gel. A circulação de pessoas nas ruas fica restrita entre as 21 e as 5 horas. Estabelecimentos em que será possível o atendimento presencial deve restringir o acesso a uma pessoa por família, evitando aglomerações. Também devem funcionar com um máximo de 50% de ocupação de sua capacidade. Atividades comerciais não essenciais e lojas de material de construção podem funcionar apenas com atendimento no sistema de entrega (delivery) e drive thru; shopping centers, galerias e centros comerciais, além das lojas de plantas, na modalidade delivery; restaurantes e lanchonetes de rua, com delivery, drive-thru e retirada em balcão. Supermercados, mercearias, distribuidoras de bebidas, açougue, feiras livres, podem funcionar com atendimento presencial de segunda à sábado, das 7 às 20 horas. No domingo, apenas com delivery. A comercialização de alimentos de lojas de shoppings ou galerias podem operar todos os dias da semana, mas apenas por meio de delivery. O decreto destaca que os estabelecimentos autorizados a funcionar devem adequar o expediente de seus funcionários ao horário de funcionamento e priorizar o trabalho remoto, a fim de reduzir a circulação de pessoas no transporte coletivo. Os ônibus devem circular com até 50% de sua capacidade de passageiros. Veja como fica o funcionamento ATIVIDADES NÃO ESSENCIAS SUSPENSAS Estabelecimentos destinados ao entretenimento ou a eventos culturais, tais como casas de shows, circos, teatros, cinemas, museus e atividades correlatas; Estabelecimentos destinados a eventos sociais e atividades correlatas, tais como casas de festas, de eventos ou recepções, incluídas aquelas com serviços de buffet, bem como parques infantis e temáticos; Estabelecimentos destinados a mostras comerciais, feiras de varejo, eventos técnicos, congressos, convenções, eventos esportivos com público externo, entre outros eventos de interesse profissional, técnico e/ou científico; Bares, tabacarias, casas noturnas e atividades correlatas; Reuniões com aglomeração de pessoas, incluídos os concursos e processos seletivos, eventos, comemorações, assembleias, confraternizações, encontros familiares ou corporativos, em espaços de uso público, localizados em bens públicos ou privados; Espaços de prática de atividades esportivas individuais e coletivas, localizados em praças e demais bens públicos ou privados, estendida a vedação às academias, clubes sociais e desportivos, condomínios e áreas residenciais; Circulação de pessoas, no período das 21 às 5 horas, em espaços e vias públicas, salvo em razão de atividades ou serviços essenciais e casos de urgência; Consumo de bebidas alcoólicas em vias públicas. ATIVIDADES NÃO ESSENCIAIS COM RESTRIÇÕES Atividades comerciais de rua e prestação de serviços não essenciais: das 9 às 19 horas, de segunda a sábado, apenas nas modalidades delivery e drive thru, proibido o funcionamento aos domingos; Galerias, centros comerciais e shopping centers: das 9 às 19 horas, de segunda a sábado, apenas na modalidade delivery, proibido o funcionamento aos domingos. Restaurantes de rua: das 10 às 22 horas, em todos os dias da semana, apenas no atendimento nas modalidades delivery, drive thru e a retirada em balcão (take away), vedado o consumo no local; Lanchonetes de rua: das 6 às 22 horas, em todos os dias da semana, apenas no atendimento nas modalidades delivery, drive thru e a retirada em balcão (take away), vedado o consumo no local; Panificadoras, padarias e confeitarias de rua: das 6 às 20 horas, de segunda a sábado, aos domingos das 7 às 18 horas, vedado, em todos os dias da semana, o consumo no local; Lojas de conveniência em postos de combustíveis: das 6 às 20 horas, em todos os dias da semana, vedado o consumo no local; Os serviços e atividades elencados neste inciso poderão funcionar das 7 às 20 horas, de segunda a sábado, sendo autorizado aos domingos apenas o atendimento na modalidade delivery até às 20 horas, vedado o consumo no local em todos os dias da semana: - comércio varejista de hortifrutigranjeiros, quitandas, mercearias, sacolões, distribuidoras de bebidas, peixarias, açougues, feiras livres e comércio ambulante de rua de alimentos e bebidas; - mercados, supermercados e hipermercados; - comércio de produtos e alimentos para animais; Lojas de material de construção: das 9 às 19 horas, em todos os dias da semana, apenas nos atendimentos nas modalidades delivery e drive thru; Atividades de comercialização de flores e plantas: das 9 às 19 horas, em todos os dias da semana, apenas no atendimento na modalidade delivery; Hotéis, resorts, pousadas e hostels: em todos os dias da semana; Serviços de call center e telemarketing: a partir das 9 horas, e com até 50% (cinquenta por cento) da sua capacidade de operação. Os locais devem funcionar com 50% da capacidade total. Os serviços de comercialização de alimentos, localizados em shopping centers, galerias e centros comerciais estão autorizados a operar em todos os dias da semana, das 10 às 22 horas, por meio de entrega de produtos em domicílio (delivery), ficando vedada a retirada expressa sem desembarque (drive thru) e a retirada em balcão (take away). Nos supermercados e hipermercados é permitida apenas a comercialização de produtos essenciais (alimentos, bebidas, higiene e limpeza para humanos e animais; material de construção; embalagens; lâmpadas; velas; baterias e pilhas), devendo os demais setores serem isolados. O funcionamento dos parques e praças fica condicionado ao cumprimento de protocolo específico, conforme determinado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente Nos parques e praças, fica permitida a prática de atividades individuais ao ar livre, com uso de máscara, que não envolva contato físico entre as pessoas, observado o distanciamento social. O funcionamento das feiras livres de alimentos e bebidas fica condicionado ao cumprimento de protocolo específico, conforme determinado pela Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional – SMSAN, proibida a abertura aos domingos. O funcionamento do comércio ambulante de rua de alimentos e bebidas fica condicionado ao cumprimento de protocolo específico, conforme determinado pela Secretaria Municipal do Urbanismo - SMU, proibida a abertura aos domingos.
- Laudos falsos de comorbidades são vendidos de R$ 20 a R$ 250
28/05/2021 Comerciantes agem nos grandes centros das capitais e via redes sociais Com início da vacinação contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2) de pessoas com comorbidades em vários estados e cidades do país, grupos especializados em falsificar atestados médicos proliferam nas cidades e agem às claras em redes sociais atrás de clientes que anseiam furar a fila da imunização. O Metrópoles acompanhou esse comércio ilegal e conseguiu flagrar vendas de laudos falsos de comorbidades a valores que variam entre R$ 20 e R$ 250. As negociações são feitas nos centros das grandes capitais, em meio ao vai e vem dos transeuntes ou por meio de aplicativos de conversas, onde técnicas são usadas para que o cliente não suma sem pagar. Com o avanço dos esquemas e a grave interferência no Plano Nacional de Imunização (PNI), conselhos regionais de medicina (CRMs), Ministério Público (MP) e polícias do país se mobilizam para investigar as denúncias de fraudes.
- Quatro histórias de amor sobre as mais diversas formas de amar
28/05/2021 Lançamento da escritora Cléo Busatto surpreende público infanto-juvenil Apesar do título sugerir uma restrição ao falar apenas de amor, Quatro histórias de amor para pequenos leitores não se limita quando o assunto é sentimento e emoção. Por meio das palavras e das relações entre os personagens, a escritora e mediadora de leitura Cléo Busatto manifesta as mais diversas sensações no coração dos jovens leitores. Autora de outras 33 produções, Cléo inova na estrutura literária com quatro narrativas aparentemente independentes em formato de prosa poética, mas que se revelam interligadas durante a última história. A falta de nominação dos personagens, definidos apenas como Menino, Menina, Velho, o cachorro, etc, permite que o leitor abra a imaginação e associe cada um deles com o que a realidade permitir. O menino que não tinha pai nem mãe viu a lua, sua madrinha. Ela reconheceu o afilhado. Deu-lhe uma capa feita com gotas de sereno. – É para proteger você, disse ela. (Quatro histórias de amor para pequenos leitores, p. 30) Durante as histórias, Cléo dá voz para crianças sem família, sem uma casa para chamar de lar e que mesmo assim não perdem o olhar de surpresa para si e o mundo. A autora reflete em seu texto a ternura, delicadeza e a força dos relacionamentos, seja de humanos ou animais. São relações de afeto que nascem generosamente no coração das crianças. Quem deu forma e cor à produção de Cléo é o premiado ilustrador carioca Mateus Rios, que, enquanto refletia sobre a realidade de tantas crianças, lembrou da força que é criar beleza onde quase nada é belo. Além dos enriquecedores momentos de leitura e reflexão, o projeto encontrará os jovens leitores em mais de 50 intervenções artístico-literárias virtuais em escolas públicas de Curitiba. As ações lúdicas envolvem a crianças através da literatura, da narrativa, do canto e do jogo para criar um momento de sensibilidade e prazer por meio dos livros. Ficha Técnica: Título: Quatro histórias de amor para pequenos leitores Autora: Cléo Busatto Ilustrador: Mateus Rios ISBN: 978-65-87181-05-9 Editora: CLB Produções Páginas: 48 Formato: 27,5 x 20,5 cm Preço: R$50,00 Link de venda: https://amzn.to/3hlb5Ll SINOPSE: A obra contém quatro narrativas aparentemente independentes que se imbricam em uma novela única de que serão parte e formarão um texto que é maior que a soma das partes. As histórias falam das muitas oportunidades de unir pessoas, bichos e a natureza. Ao ler suas páginas o leitor irá conviver com a ternura, a delicadeza e a força dos afetos, seja dos humanos como dos animais. O título proposto inclui uma aparente restrição: as histórias são de amor. Na verdade, o que se narra é a diversidade das formas de amar: as pessoas, a natureza, a vida. SOBRE A AUTORA: Cléo Busatto é uma artista da palavra. Autora de 33 obras entre literatura para crianças e jovens, teóricos sobre oralidade e mídias, que venderam aproximadamente 280 mil exemplares. Elas fazem parte de programas de leitura e catálogos internacionais, como o da Feira do Livro Infantil de Bolonha – Itália. Pedro e o Cruzeiro do Sul foi finalista do 1º Prêmio Barco a Vapor. Em 2016, A fofa do terceiro andar foi finalista do Prêmio Jabuti, na categoria juvenil e selecionado ao PNLD 2020 Literatura. Contou histórias para mais de 150 mil pessoas em 263 municípios do Brasil e exterior.
- Grande Reserva Mata Atlântica e Coritiba firmam parceria para proteção da reserva
28/05/2021 Parceria vai ser anunciada em jogo de estreia do clube no Campeonato Brasileiro A Grande Reserva Mata Atlântica, que abrange o maior remanescente contínuo dessa floresta tropical no mundo, conta com um novo apoiador institucional: o Coritiba Foot Ball Club. O clube vai anunciar a novidade de forma pública e oficial no próximo sábado, dia 29, a partir das 18h, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba, em sua estreia no Campeonato Brasileiro de 2021, no jogo contra o Avaí. A parceria entre o Coritiba e a Grande Reserva Mata Atlântica busca fortalecer ainda mais a proteção de um território, que conta com 2,2 milhões de hectares de floresta tropical contínua (o equivalente a pouco mais de 2 milhões de estádios de futebol) com uma enorme e diversa vida selvagem, montanhas, cavernas, cachoeiras, baías, manguezais e praias do oceano Atlântico. A união entre o clube e a Grande Reserva também promete estimular o turismo responsável e favorecer o desenvolvimento socioeconômico local, protegendo e respeitando o meio ambiente e a conservação da biodiversidade. “Essa foi a forma de traduzirmos o verde do nosso escudo em uma ação voltada à proteção da natureza, que é um patrimônio de todos a ser cuidado e zelado. A partir de agora, outros projetos voltados ao fortalecimento da Grande Reserva Mata Atlântica serão realizados pelo Coritiba, envolvendo torcedores, sócios, atletas do plantel profissional e das categorias de base”, explicou o presidente do Coritiba, Renato Follador. De acordo com o primeiro vice-presidente do clube, Juarez Moraes e Silva a gestão atual tem ampla preocupação com o processo da gestão ambiental e enxerga a nova parceria como o “ponta pé inicial” para a consolidação e o fortalecimento de uma maior responsabilidade ambiental por parte do clube. “É um processo lento, mas que a médio e longo prazos nos trará satisfação enquanto instituição”, complementou. Para Ricardo Aguiar Borges, um dos coordenadores da iniciativa, a Grande Reserva Mata Atlântica é um esforço construído a muitas mãos. “Todos os apoiadores reconhecem a importância da conservação da natureza para suas atividades e para a sociedade como um todo”, diz ele. Ricardo lembra que a combinação de riquezas culturais e de natureza com áreas densamente povoadas da Grande Reserva oferece a rara oportunidade de usufruir de paisagens únicas a partir de atividades turísticas sustentáveis e responsáveis. “Ao mesmo tempo em que esse território abriga cidades coloniais das mais antigas do Brasil, além de comunidades tradicionais e indígenas, está muito próximo de dois dos maiores centros urbanos do país – São Paulo e Curitiba – além da maior cidade de Santa Catarina, que é Joinville”, explica. Com a parceria entre a Grande Reserva e o Coritiba, a sociedade passa a ser ainda mais estimulada a vivenciar experiências únicas em locais próximos à capital paranaense e, assim, contribuir para o fortalecimento do turismo ecológico responsável. “São atividades de ecoturismo, gastronomia para todos os gostos e bolsos, entre outras, que podem ser realizadas, favorecendo a economia de municípios e comunidades que preservam essa grande e importante porção de natureza bem preservada”, conclui Ricardo
- Mercado de tecnologia oferece oportunidade para mulheres
28/05/2021 Apenas 18% das vagas são ocupadas pelas mulheres A máxima de que “lugar de mulher é onde ela quiser” não se emprega com tanta facilidade no mercado de trabalho. Nas empresas de tecnologia, ainda que trilhem um caminho de abertura de portas para vagas femininas, essa participação está longe do ideal. Dados de 2019, por exemplo, mostram que apenas 18% do total de profissionais nas empresas de tecnologia são mulheres. Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de cada dez profissionais do setor, apenas duas são mulheres. “Se subirmos para os cargos gerenciais, encontraremos apenas 11% de líderes, conselheiras e diretoras”, mostrou Cris Alessi, do Conselho Mulheres Tech, da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-PR) durante a 1ª Ação do Conselho Consultivo de Mulheres na Tecnologia da entidade, que teve transmissão pelo YouTube. De fato, dados do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) apontam que, a cada 100, apenas 11 mulheres ocupam cargos de presidente ou vice-presidente. De acordo com o presidente da Assespro-PR, Lucas Ribeiro, e o diretor de operações do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Júlio Agostini, também participantes da Ação, a área de tecnologia é a que mais oferece oportunidades e boa remuneração no país (estima-se que até 350 mil novas vagas na área devam surgir até 2024). Contudo, é também o setor em que a introdução feminina é escassa. “Somos milhões de desempregados e desempregadas no Brasil, mas com muitos empregos disponíveis e, principalmente na área da tecnologia. Lembro que uma empresa de tecnologia não é formada apenas por desenvolvedoras de softwares, mas também por designers, especificações de produtos, testes de qualidade, sucesso do cliente e inúmeras outras”, comentou Ribeiro, trazendo como exemplo a ROIT, empresa que administra, que tem as mulheres como maioria no quadro funcional. “Temos acompanhado, em todos os ecossistemas de inovação do estado, a presença das mulheres. Temos incentivado bastante. Isso não é uma questão brasileira, mas também do mundo todo. Precisamos identificar as barreiras para que as mulheres tenham uma maior participação na área da tecnologia”, disse Agostini, complementando que no mundo das startups paranaenses, 22% do quadro de funcionários é composto por mulheres; nas empresas de Tecnologia de Informação, 25%. Os números, ainda que longe do ideal, são interessantes, colocam o estado do Paraná em um lugar de destaque ao mesmo tempo que mostram um ambiente passível de muito crescimento. Para diagnosticar onde estão as falhas, os parceiros do evento, ao lado do time da Agência Curitiba e da Realize Hub, anunciaram durante a Ação o lançamento da pesquisa “Mulheres no Mercado de Tecnologia do Paraná”, cujo foco é diagnosticar, de um lado, o motivo de as empresas não estarem absorvendo as profissionais e, de outro, os porquês da não entrada delas nesse campo. O levantamento de dados acontece até o dia 10 de junho. Para participar, basta acessar os links (veja os endereços no fim da matéria) e responder aos questionários. São dois modelos de perguntas, para empresas e para profissionais. “Não é uma questão de pensar nos empregos tradicionais que a mulher já ocupa, com muita honra, mas que ela faça parte desse mercado de tecnologia também. Temos uma representação que vem sendo aumentada, mas precisamos reconhecer que os negócios criados por mulheres geram duas vezes e meia mais receita. Com a pesquisa, queremos ter dados para transformar nossa missão em plano de ação”, disse a conselheira, Marcia Cavalcante. Para ela, a inclusão das mulheres no mercado de tecnologia é uma causa, muito acima do empoderamento feminino. Questões culturais As questões culturais também implicam na falta de mulheres no mercado de trabalho nas áreas de tecnologia. Carregando a carga histórica da criação dos filhos e do cuidado do lar, muitas, por mais eficazes que sejam, acabam deixando o trabalho fora de casa de lado. Quem aposta nisso, encontra, com frequência, empresas com problemas no que Carla Antloga, pós-doutora em Psicologia pela USP, define como “desenho do trabalho”. “O ‘desenho’ envolve três pontos: as condições do trabalho, a organização do trabalho e as relações socioprofissionais. E quando a gente olha para essas três categorias, temos visto, de um modo geral, que esse trabalho foi desenhado por homens e para homens. E é isso mesmo! As mulheres não participaram desse universo produtivo. Neste tempo, estavam cuidando do trabalho reprodutivo, que não é só parir. É todo o cuidado. Esse lugar foi sistematicamente desvalorizado. Temos uma evolução histórica que todo trabalho produtivo recebeu uma valorização maior do que o reprodutivo. Esse trabalho foi desvalorizado ou até canonizado”, disse Carla sobre o tema Desafios e Perspectivas da Carreira em Empresas de Tecnologia, abordado também na Ação do Conselho. A profissional lembrou que esse “desenho” não inclui, por exemplo, o fato de que a mulher trabalha em média nove horas a mais que o homem durante a semana; tampouco suas necessidades de biofísico ou comparações (com os homens, no caso). “Surge outro desafio: lidar com certo conservadorismo social e, ao mesmo tempo, trazer a diversidade para dentro das empresas”, aponta. Para Carla, não basta apenas abrir as portas e contratar mulheres: é preciso diversificar as raças e oferecer a elas a chance de crescer qualitativamente e não apenas em quantidade. “Temos um país e um mundo composto por mulheres e as empresas e organizações não são compostas majoritariamente por mulheres. Chamar as mulheres é importante, mas é preciso pensar em um novo desenho, para acolher o trabalho produtivo e reprodutivo, com outros valores, dentro da organização. Se conseguirmos olhar para essas mulheres e ouvir o que elas têm a dizer, tenho certeza de que as perspectivas serão maravilhosas.” A 1ª Ação é fruto de uma organização do Conselho Consultivo de Mulheres em Tecnologia. Criado em março deste ano, por ocasião do Dia da Mulher, o grupo, comandado por Cris Alessi, tem como meta a discussão de como ajudar as mulheres entrarem nos segmentos de tecnologia e inovação no estado. “As mulheres não podem ficar à margem de uma das áreas que mais cresce no país. Com essa preocupação, a Assespro-PR criou o Conselho e nossa maior discussão é ajudar as empresas neste cenário, para equidade de gêneros das empresas, apoiar as mulheres nessa jornada, mas também apoiar a sociedade no que é preciso fazer para mudar esse cenário de uma maneira mais rápida e disruptiva”, destacou a presidente.












