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  • Itaipu inicia operação para navegabilidade do Rio Paraná

    24/05/2021 Operação vai garantir o escoamento da safra paraguaia A usina de Itaipu iniciou, na sexta-feira (21), uma operação de 11 dias para garantir a navegabilidade do Rio Paraná a jusante da barragem (abaixo) e, por consequência, o escoamento da safra paraguaia de grãos, por meio de hidrovia. Segundo comunicado da Itaipu, o Rio Paraná enfrenta uma das piores estiagens da história. A medida, que atende ao pedido feito pelo governo do Paraguai, foi negociada pelas chancelarias do país vizinho e do Brasil. O transporte fluvial é responsável por aproximadamente 80% do comércio exterior do Paraguai, diz a Itaipu. A operação é coordenada pela Itaipu, Operador Nacional do Sistema (ONS) e Administración Nacional de Electricidad (Ande, estatal paraguaia). A vazão do Rio Paraná será regulada a montante (acima) da barragem e também com a contribuição do Rio Iguaçu, abaixo das Cataratas do Iguaçu. Portanto, não haverá desperdício de matéria-prima, já que a água liberada será turbinada e não escoada pelo vertedouro. A liberação progressiva de água permitirá a elevação do nível do rio em quantidade suficiente para que os comboios de barcaças paraguaias, carregadas de grãos, possam atravessar a eclusa da usina binacional Yacyretá, a 480 km de distância de Itaipu. Com isso, os produtos agrícolas paraguaios poderão ser colocados nos mercados internacionais até 31 de maio. São mais de 125 mil toneladas de soja e derivados parados há 50 dias. "A janela (período de tempo) de água permitirá contar com a altura de 1 metro no hidrômetro de Ituzaingó (município argentino abaixo de Yacyretá), durante os dias 27 e 28 deste mês, suficiente para que os comboios carregados possam atravessar de maneira segura os pontos críticos identificados no Rio Paraná", informou por meio de nota a chancelaria paraguaia. É o segundo ano consecutivo que a navegabilidade do Rio Paraná é gravemente afetada por uma baixa histórica na vazão, em consequência dos efeitos do fenômeno La Niña. Em 2020, a regularização da vazão do rio, abaixo de Itaipu, ocorreu por duas vezes. Todas as operações foram executadas mediante ajustes da operação do sistema regulador, por meio de mecanismos de cooperação e coordenação dos governos dos três países, particularmente de Itaipu e Yacyretá.

  • AIFU intensifica ações em locais públicos de Curitiba

    24/05/2021 Pessoas foram abordadas em praças por aglomerações A Polícia Militar intensificou a fiscalização das medidas preventivas ao contágio do coronavírus em todo o estado devido ao quadro epidemiológico que o Paraná apresenta. Neste domingo (23/05), as equipes da Ação Integrada de Fiscalização Urbana (AIFU) receberam reforços e ampliaram as ações em Curitiba para flagrar aglomerações de pessoas e outras irregularidades. As ações envolvem forças estaduais e órgãos municipais e atuam em pontos públicos da cidade. Já no início das atividades, aglomerações foram dispersadas na Praça do Gaúcho e no Parcão do museu Oscar Niemeyer. O lançamento da operação ocorreu na Praça Rui Barbosa e dali as equipes seguiram em comboio aos pontos a serem abordados e fiscalizados. “A ação é para prevenir e reprimir infrações administrativas, entre elas aglomeração de pessoas, frequentemente relacionados a alguns espaços públicos da Capital”, disse o coordenador operacional da AIFU, capitão Ronaldo Carlos Goulart. O capitão acrescenta que a fiscalização tem ocorrido desde o início da pandemia, mas com o aumento do número de casos e óbitos pelo vírus e o endurecimento de medidas preventivas para frear o contágio por meio de decreto governamental, a Polícia Militar está focando os efetivos a atuarem com mais intensidade na fiscalização e no cumprimento das recomendações de saúde. “As pessoas devem ficar atentas às regras do decreto do estado porque elas visam reduzir a probabilidade de contaminação e de propagação do vírus. Infelizmente, vemos que muitas pessoas não respeitam as medidas e, mesmo estando erradas, continuam com as práticas irregulares e colocam em risco toda a população”, alerta. Os pontos abordados já são conhecidos do meio policial por conta das denúncias feitas pela população sobre as infrações das medidas sanitárias. Funcionamento irregular de pontos comerciais, venda e consumo de bebidas alcoólicas ou de drogas, festas clandestinas e perturbação do sossego são as principais situações deparadas pelos agentes públicos nas abordagens e fiscalizações. Segundo o capitão Goulart, os pontos escolhidos para a operação tem histórico de desrespeito aos decretos governamentais, principalmente com aglomeração de pessoas. “Além disso, temos recebido denúncias de incidência de outros crimes e infrações, como uso e tráfico de drogas, perturbação do sossego com poluição sonora”, disse. O primeiro ponto abordado foi a Praça do Gaúcho, no bairro São Francisco, onde cerca de 60 pessoas foram abordadas e dois adultos acabaram encaminhados para lavratura de Termo Circunstanciado por uso e porte de drogas, sendo apreendidos pequenas porções de maconha. As equipes do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), que acompanham a operação, lavraram algumas notificações de trânsito e já recolheram dois veículos que estavam em situação irregular. As demais pessoas que não tinham nenhum material ilícito foram liberadas e orientadas. Em outro ponto de fiscalização, nas imediações do museu Oscar Niemeyer, os policiais militares dispersaram uma aglomeração de cerca de 500 pessoas, além de encaminharem mais duas pessoas por uso e porte de drogas. Na área do trânsito, um motorista embriagado que estava próximo do local foi encaminhado após uma abordagem. Com as abordagens, além de verificar o cumprimento das medidas sanitárias, crimes são evitados graças à presença mais constante dos policiais militares. “Em algumas situações temos encontrado até pessoas foragidas da justiça, que são devidamente encaminhadas. Essas operações têm sido continuadas para que cada vez mais possamos reduzir os índices de crimes e os riscos de contaminação da população pelo vírus em locais públicos”, destaca o capitão. Os policiais militares da AIFU estão atuando em conjunto com as equipes da Companhia Tático Móvel de Trânsito (COTAMOTRAN) do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), da Companhia de Rondas Ostensivas com Aplicação de Motocicletas (ROCAM) e integrantes da Polícia Civil, além dos agentes da Guarda Municipal, Secretaria Municipal do Urbanismo, Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Secretaria de Defesa Social e Trânsito.

  • Livro "A Lua e o Girassol" enfoca histórias de mães que perderam filhos

    24/05/2021 Essa experiência – a maior dor do mundo – não é passível de nomeação A mulher que perde o marido é viúva; a que perde os pais é órfã. A mulher que perde o filho é algo que não cabe em palavras. Essa experiência – a maior dor do mundo – não é passível de nomeação. Vivenciar o inominável é voltar à condição alheia de criança recém-nascida, incapaz de concretizar qualquer estímulo que não venha das próprias vísceras. O mundo de fora fica mudo; o de dentro, grita a cada toque. Como se sente a mulher diante da morte de um filho? Esse questionamento é, de certa forma, o start para o livro A Lua e o Girassol: um dia mães em luto, outro dia mães em luz”, da autoria de Marina Miranda Fiuza, a partir de depoimentos de sete mães cujos filhos, de diferentes idades, faleceram em circunstâncias diversas. Lançada pela Primavera Editorial, a obra conta com o prefácio do escritor português Valter Hugo Mãe. Na apresentação, Valter Hugo Mãe afirma: “As mães e os pais dos mortos são muito sem sentido. Nem sempre sabemos onde têm a cabeça ou os pés porque tanto daquilo que os ordena é agora de outra natureza. Ficamos diante dessas pessoas pasmando, porque elas contêm uma ciência que nenhuma biblioteca vai conter, simplesmente porque não há como explicar o absurdo, ele é uma experiência indizível que os livros imitarão sem sucesso algum”. Os depoimentos – de Carla Scheidt Lund, Claudia Petlik Fischer, Gabriela L. C. S. Oliveira, Maria Cecília C. Nigro Capuano, Mariana Azevedo Laurini Yoshida, Marília Rocha Furquim e Marlise de Andrade Corsato – foram concedidos a Marina Miranda Fiuza. “Este livro foi escrito a partir da narrativa de sete mulheres. Ao contrário da maioria das amizades que nasce de encontros ocasionais, da frequência de ambientes comuns, de paixões compartilhadas e interesses mútuos, o que as aproximou foi a experiência da morte dos seus filhos”, detalha Marina, acrescentando que, no livro, em muitos momentos, as sete vozes se confundem em evocações uníssonas; os nomes próprios se desfazem diante dos sentimentos comuns. Segundo a autora, a amizade entre Carla, Cecília, Claudia, Gabriela, Mariana, Marília e Marlise foi firmada pelo laço doloroso do luto. “Entre elas, sentiam-se livres para falar sobre os seus filhos, mesmo quando o mundo ao redor parecia ter superado a morte deles; entre elas, puderam expor os desejos mais macabros, sem serem julgadas de insanidade; foi permitido que as intimidades viessem à tona sem o receio de magoar ninguém. Foi permitido chorar enquanto riam e rir enquanto choravam, sem obedecer à imposição social da alegria a todo o custo, nem da penitência do luto eterno. Houve espaço, ainda, para não dizer nada, quando o silêncio se fez necessário”, afirma, acrescentando que continuam, hoje, essa amizade. “Procuram-se, hoje, para se sentirem menos sozinhas. Imersas em uma sociedade em que a morte é tabu, são isoladas pelo estigma da mãe enlutada”. A sociedade oscila entre reprovar a “superação” do luto de um filho e a santificar uma mulher que resiste à morte do filho. Os capítulos abordam a experiência cíclica de viver em luto e viver em luz, algo que se alterna nessa experiência que demanda “continuar vivendo”. As diferentes experiências de luto; Os rituais de despedida; As burocracias da morte; A sobrevivência imposta; As sequelas do luto; Meu filho vive em mim; Os objetos que ficam; Desfazendo o quarto; Encontrando a luz no fim do luto; Transformações necessárias; Como prejudicar o luto de uma mãe; e Preservando a memória são alguns dos títulos que abordam diferentes fases desse luto que se alterna. Pertinência da obra Segundo Lu Magalhães, fundadora e presidente da Primavera Editorial, em um momento no qual milhares de mães brasileiras vivem o luto, a obra tem o objetivo de falar abertamente sobre um tema delicado. “Este livro toca em um assunto que poucas pessoas querem abordar. Esse luto é dilacerante, e os seres humanos que o vivem precisam de apoio não apenas familiar, mas de toda a sociedade. A experiência de lidar com a morte de quem amamos, em tempos de pandemia, passou a ser presente no cotidiano do mundo. E, diante dessa realidade que afeta muitos, temos que lidar com a temática com delicadeza; tirar o tema do campo do tabu para dar voz a essas mulheres”, afirma. Larissa Caldin, publisher da Primavera Editorial, conta que “ao escolher esse título para nosso catálogo, fomos apontadas por alguns como ‘corajosas’ por abordar um tema delicado. Não vejo como coragem, mas como necessidade e respeito. Parafraseando Mia Couto ‘Não morre quem se ausenta, morre quem é esquecido’”. Marina Miranda Fiuza, a autora, conta que conheceu as mães – que se reuniram em um grupo no Facebook de mães enlutadas – em 8 de março de 2018. “Sempre atenta às mensagens do mundo, sabia que o dia não era mera obra do acaso. De fato, não demorou muito para que eu me desse conta de que o projeto do livro seria, também, uma descoberta da força e sabedoria femininas. Nos depoimentos e na vida, é como se cada uma se dividisse em duas versões de si mesma. A versão que avançou na jornada estende a mão para aquela que permanece passos atrás e lhe diz: vai ficar tudo bem. Se uma contempla a luz, a outra sempre relembra a escuridão. Nessa gangorra, a vida prossegue, não menos difícil, não menos bela. Sempre lua, sempre girassol”, finaliza.

  • Estudo encontra material do coronavírus em consultórios e hospitais de Curitiba

    24/05/2021 Estudos iniciais demonstraram altas taxas de detecção de RNA viral O monitoramento ambiental do SARS-CoV-2 pode rastrear a taxa de contaminação viral e ser utilizado para estabelecer medidas preventivas. Estudos iniciais demonstraram altas taxas de detecção de RNA viral em ambientes hospitalares, equipamentos e materiais que poderiam atuar como contaminantes. Isso motivou um grupo de pesquisadores da UFPR a verificar a presença do material genético do coronavírus em ambientes de saúde pública em Curitiba. Os resultados foram publicados no International Journal of Environmental Research and Public Health. O trabalho contou com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (SMS). Foram coletadas 711 amostras em quatro unidades básicas de saúde (nos bairros Boa Vista, Bairro Alto, Cajuru e Capão da Imbuia); na unidade de pronto atendimento (UPA) Boa Vista e nos Hospitais de Clínicas e Pequeno Príncipe. Nas unidades básicas e na UPA, houve coletas em unidades odontológicas, consultórios médicos e unidades de avaliação para Covid-19. Já nos hospitais, a análise ocorreu nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e enfermarias destinadas ao atendimento a pacientes com a doença. Este é o primeiro estudo de análise ambiental na saúde pública que inclui serviços odontológicos. “Queríamos entender como o vírus poderia circular nos ambientes hospitalares, em comparação com unidades de saúde básica e nos locais de atendimento odontológico”, explica a professora Vânia Vicente, do Departamento de Patologia Básica. A pesquisa atendeu uma demanda dos órgãos responsáveis, como conta Viviane de Souza Gubert, da Coordenação de Saúde Bucal da SMS. “Nós estávamos muito interessados em saber como o SARS-CoV-2 se comportava no ambiente odontológico. Tudo era muito novo e tínhamos dúvidas como seriam as rotinas dentro da clínica”. Coletas e resultados As coletas de RNA viral, realizadas durante o segundo semestre de 2020, foram feitas por meio de swab, de maneira similar aos exames para detecção do coronavírus. “Optamos por uma inativação química com um detergente enzimático e, em laboratório, foi extraído o material genético de toda a amostra ambiental“, relata a estudante de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia da UFPR Maria Eduarda Grisolia. Nas 234 amostras em ambientes odontológicos, houve positividade de 3%. Embora os resultados sejam compatíveis com os índices apresentados em outros estudos já realizados, a equipe destaca a persistência do RNA em materiais odontológicos que não são descartáveis, como refletores e ejetor de saliva. Em alguns casos, foram encontradas amostras positivas para o RNA de SARS-CoV-2 na cadeira odontológica, mesmo após a limpeza do equipamento, o que reforça o rigor que deve ser seguido durante o processo de desinfecção. A positividade do RT-PCR em amostras coletadas em ambulatórios foi maior do que em alguns ambientes hospitalares. Um exemplo: entre 85 amostras de enfermaria, foi detectada presença do RNA viral em 9% dos locais. Nos consultórios médicos, o RNA viral foi detectado em itens pessoais, como canetas, carimbos e cadernos. Além disso, as maçanetas das portas, teclados de computador, mouses, poltronas e oxímetros foram positivos para SARS-CoV-2. O estudo também demonstrou que as maçanetas e as grades da cama são as superfícies mais comumente contaminadas nas UTIs, com uma frequência de 14% e 22% de amostras positivas, respectivamente. Na unidade de avaliação para Covid-19, o RNA viral foi detectado em teclados e mouses, oxímetro, termômetro, cadeira do paciente, maçaneta da porta e no equipamento de raio-X onde o paciente fixa o queixo para realização dos exames. Das 711 amostras analisadas, 35 foram positivas pelo teste RT-PCR para SARS-CoV-2. Desinfecção e prevenção A equipe explica que este trabalho não determina a viabilidade do vírus, ou seja, a presença do material genético do vírus no ambiente não necessariamente implica na possibilidade de contaminar as pessoas. Isso depende de inúmeros fatores, que vão desde a limpeza do ambiente até o tempo de permanência do vírus naquele local. Entretanto, os dados indicam que estes são pontos críticos e que, em algum momento, o vírus pode ter estado viável naqueles locais. Assim, trata-se de um indicador importante que revela a necessidade de medidas de desinfecção mais rigorosas nessas áreas. Além disso, os números apontam que o vírus circula em unidades de saúde não destinadas ao tratamento da Covid-19. “Apesar de ter o controle, com uso máscara e desinfeção de ambientes, existem pessoas com Covid que estão circulando e transmitindo o vírus”, enfatiza Bruno Paulo Rodrigues Lustosa, estudante de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia da UFPR que participou das coletas. Neste contexto, a professora Sonia Raboni, infectologista chefe do Complexo Hospital de Clínicas, ressalta que estamos em um período pandêmico, com uma alta taxa de transmissão deste novo patógeno na comunidade. “Uma grande parte das pessoas contaminadas não apresentam sintomas ou tem sintomas leves e não específicos. Desta forma, esses indivíduos continuam realizando suas consultas clínicas e odontológicas habituais e podem ser fontes de contaminação de equipamentos, profissionais ou pacientes que serão atendidos nestes locais”. A infectologista aponta ainda a necessidade das equipes que trabalham no atendimento destes pacientes, independentemente da presença de sintomas, intensificarem as medidas preventivas. “Além da contaminação ambiental, são necessários outros fatores para a transmissibilidade da doença, tais como a proximidade e o contato entre pessoas infectadas e não infectadas. Nos estudos de rastreamento, fica clara a necessidade de ter uma pessoa infectada e que o contato ocorra sem as medidas preventivas recomendadas, ou seja: sem distanciamento, uso de máscara e higienização adequada das mãos”. De acordo com a professora Vânia, os resultados reforçam a ideia de que o controle do vírus é multifatorial. “Temos que nos cercar de todas as frentes. Além de sermos imunizados, usar máscara, temos também que cuidar da nossa relação com o ambiente. Durante uma pandemia, mesmos estando isolados, podemos adoecer e assim, necessitar dos serviços de saúde”, conclui. Também participaram do artigo os pesquisadores Caroline Pavini Beato, Eduardo Balsanelli, Meri Bordignon Nogueira, Katherine Athayde Teixeira Carvalho, Izadora Cervelin Flôr, Morgana Ferreira Voidaleski, Ramiro Gonçalves Etchepare, Jacques F. Meis, Vanete Thomaz Soccol e Emanuel Maltempi de Souza. Outros indicadores A equipe continua a investigação ambiental para identificar, por meio de genotipagem, as linhagens que circulam em diferentes ambientes. No momento, os pesquisadores também se concentram em outro indicador: o monitoramento do SARS-CoV-2 em esgotos por RT–PCR. A pesquisa ocorre em rede nacional, por uma iniciativa conjunta da Agência Nacional de Águas e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto, da Universidade Federal de Minas Gerais. O projeto tem coordenação geral do professor Carlos Augusto de Lemos Chermicharo, da UFMG, envolvendo várias instituições de ensino e pesquisa, entre elas a UFPR. O coordenador local no núcleo Paraná é o professor Ramiro Gonçalves Etchepare, do Departamento de Hidráulica e Saneamento. A pesquisa está em andamento e os resultados serão divulgados em breve. “Este indicador representa uma fotografia da circulação comunitária do vírus e assim, pode fornecer sinais de alerta para tomada de decisão para medidas de restrição”, afirma o professor Emanuel.

  • Projeção do mercado financeiro para alta do PIB sobe para 3,52%

    24/05/2021 Esse é o quinto aumento consecutivo na estimativa As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) elevaram a projeção para a expansão da economia brasileira pela quinta semana consecutiva. A previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – subiu de 3,45% para 3,52%. Para o próximo ano, a estimativa de crescimento do PIB caiu de 2,38% para 2,30%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,50%. As estimativas estão no boletim Focus desta segunda-feira (24), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC, com a projeção para os principais indicadores econômicos. Inflação A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,15% para 5,24%, na sétima alta consecutiva. Para 2022, a estimativa de inflação passou de 3,64% para 3,67%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para o índice é de 3,25%. A estimativa para 2021 está quase no limite superior da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%. O centro da meta de inflação para 2022 é 3,50% e para 2023, 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos. Taxa de juros Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, fixada atualmente em 3,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic termine 2021 em 5,5% ao ano. Para o fim de 2022, 2023 e 2024, a estimativa é de que a taxa básica encerre estes períodos em 6,5% ao ano. Câmbio A expectativa para a cotação do dólar permaneceu em R$ 5,30 ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é de que a moeda americana também fique em R$ 5,30. A previsão anterior era R$ 5,35.

  • Receita libera nesta segunda consulta a restituição do Imposto de Renda

    24/05/2021 Lote será o maior da história em valor e em número de contribuintes A partir das 10h desta segunda-feira (24), o contribuinte que entregou a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física no início do prazo saberá se vai receber dinheiro do Fisco ainda este mês. Nesse horário, a Receita Federal libera a consulta ao primeiro dos cinco lotes de restituição de 2021. Será o maior lote de restituição da história, tanto em valor desembolsado quanto em número de contribuintes. Ao todo, 3.446.038 contribuintes receberão R$ 6 bilhões.  Desse total, R$ 5.548.337.897,41 serão pagos aos contribuintes com prioridade legal, sendo 96.686 idosos acima de 80 anos, 1.966.234 entre 60 e 79 anos, 127.783 contribuintes com alguma deficiência física, mental ou doença e 891.421 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. O restante do lote será destinado a 263.914 contribuintes não prioritários que entregaram declarações de exercícios anteriores até 28 de fevereiro deste ano. O dinheiro será pago em 31 de maio. A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar no campo “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, “Consultar Restituição”. A consulta também pode ser feita no aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para os smartphones dos sistemas Android e iOS. A consulta ao site permite a verificação de eventuais pendências que impeçam o pagamento da restituição – como inclusão na malha fina. Caso uma ou mais inconsistências sejam encontradas na declaração, basta enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes. Calendário Inicialmente prevista para terminar em 30 de abril, o prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física passou para 31 de maio por causa da segunda onda da pandemia de covid-19. Apesar do adiamento, o calendário original de restituição foi mantido, com cinco lotes a serem pagos entre maio e setembro, sempre no último dia útil de cada mês. A restituição será depositada na conta bancária informada na Declaração de Imposto de Renda. Se, por algum motivo, o crédito não for realizado, como no caso de conta informada desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão pode reagendar o crédito dos valores de forma simples e rápida pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

  • Curitiba vacina educadores com 50 anos ou mais

    24/05/2021 Saúde amplia imunização de profissionais da educação Nesta segunda-feira (24/5), a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba (SMS) vai ampliar a imunização contra covid-19 para os professores e trabalhadores da Educação Básica com 50 anos completos ou mais. Seguindo orientação da Secretaria de Estado da Saúde, estão sendo chamados neste momento apenas professores e trabalhadores da Educação Básica (creches, CMEIs, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio, ensino profissionalizante e Educação de Jovens e Adultos). A SMS recebeu do Governo do Estado, até o momento, 7.825 doses de imunizante para aplicar neste público. Após serem finalizadas estas doses, a sequência de imunização deste grupo dependerá da chegada de novos lotes de vacinas. Como funciona A imunização dos profissionais de educação acontece das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, em dez pontos de vacinação, um por distrito sanitário. O profissional precisa se dirigir especificamente ao ponto de vacinação da região onde está a escola em que ele atua, munido de uma declaração fornecida pela instituição de educação e um documento que comprove a vinculação ativa do profissional com a escola. A declaração fornecida pela instituição deve seguir estritamente o modelo disponibilizado pela SMS e precisa ser assinada e carimbada por um responsável, que representa a escola perante o distrito sanitário da região.

  • Número de mortes violentas cai no 1° trimestre

    24/05/2021 Em 65% dos municípios não houve registro de mortes violentas O Paraná registrou queda em mortes violentas intencionais (MVI) no primeiro trimestre deste ano. O número de homicídios dolosos, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e feminicídio caiu 13,3% em comparação com o mesmo período de 2020, de 645 para 559, ou seja, 86 ocorrências a menos. Além disso, em 65% dos municípios paranaenses não houve registro de mortes violentas. Dos 399 municípios, 260 não tiveram ocorrências. Em 2020, no mesmo período, foram 236 municípios (59%) sem casos. O balanço da Secretaria de Estado da Segurança Pública foi divulgado nesta segunda-feira (24). O secretário da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares, afirma que a redução se deve a uma estratégia específica de combate aos homicídios por meio de operações policiais. “Devido a um pequeno aumento de homicídios em algumas cidades no ano passado, a Segurança Pública começou a estudar e aplicar operações policiais contra o tráfico de drogas. Combatendo o tráfico de drogas, se combate também o homicídio”, disse o secretário. O número de homicídios dolosos no primeiro trimestre deste ano caiu 13,6%, de 593 para 512. Houve queda de 20% nos roubos com morte (de 15 casos para 12). Já a lesão corporal seguida de morte aumentou 15,3% ao se comparar com o mesmo período do ano anterior (de 13 casos para 15). “Nosso trabalho é muito qualitativo e tem sido muito eficiente. Usamos o georreferenciamento e estatística e, por isso, as operações não param no Paraná”, afirmou Marinho. “Toda semana desencadeamos uma ação nova para, justamente, reduzir os homicídios no Estado. E temos conseguido êxito com essas ações”. FEMINICÍDIO – Também houve queda no número de feminicídios. A redução foi de 16,6%, de 24 casos para 20. O balanço de vítimas de feminicídios no Paraná passou a ser divulgado pela Secretaria da Segurança Pública no Relatório de Crimes Relativos à Mortes em maio de 2020. A informação antes era divulgada junto com os dados de homicídios e agora tem uma coluna específica, o que torna mais transparentes os dados sobre esta modalidade de crime. POLÍCIAS – A presença ostensiva da polícia nas ruas é um dos fatores que contribui para a redução de mortes violentas intencionais, além de ajudar no combate a outros crimes que giram em torno deles, segundo o subcomandante da Polícia Militar do Paraná, coronel Rui Noé Barroso Torres. “Atribuímos esses números positivos às operações de caráter ordinário e extraordinário, além do policiamento que está nas ruas diuturnamente. Podemos dizer que, seguramente, grande parte dos crimes contra a vida orbita em torno de outras práticas delituosas, como é o caso do tráfico de drogas”, disse. A integração das forças da segurança tem sido um dos aliados para a redução de mortes violentas intencionais, conforme o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Silvio Jacob Rockembach. “Esses resultados, que geraram quedas nos índices criminais se devem à integração cada vez maior. Hoje realizados ações cirúrgicas em áreas de interesse operacional e que são mapeadas através da atividade de inteligência, o que proporciona uma atuação conjunta das forças policiais naqueles aspectos que têm uma relação direta com as mortes violentas”, explicou. ÁREAS – Das 23 Áreas Integradas de Segurança Pública (AISP) do Paraná, 14 registraram queda nos índices de mortes violentas intencionais no primeiro trimestre 2021, sendo que em cinco delas houve redução igual ou superior a 50%. São elas: 16ª AISP Paranavaí (que abrange 34 municípios do Noroeste), 55%; a 18ª (Apucarana, que abrange 26 municípios do Vale do Ivaí, 70%; a 20ª (Londrina, que corresponde a cinco municípios do Norte) 57%; a 21ª (Cornélio Procópio, abrange 20 munícipios do Norte) 50%; e a 23ª (Jacarezinho, que abrange 22 municípios do Norte Pioneiro), 63%. A redução mais expressiva em todo o Estado foi na AISP de Apucarana, onde houve redução de morte violentas intencionais em 70%, de dez para três casos. Em números absolutos, a maior diminuição foi na 1ª AISP de Curitiba, que se refere apenas à Capital, onde houve 31 mortes a menos, de 88 para 57 registros. CAPITAL – Acompanhando a tendência do Paraná, Curitiba reduziu os registros de mortes violentas intencionais neste ano. Em homicídio doloso, por exemplo, houve redução de 32,25% (de 80 para 55). Não houve casos de feminicídio e nem de lesão corporal seguida de morte. No ano passado, mesmo período, houve um feminicídio e seis casos de lesão corporal seguida de morte. Já os casos de roubo seguido de morte aumentaram de um caso no primeiro trimestre do ano passado para dois no mesmo período de 2021. Dos 75 bairros de Curitiba, 51 deles (68%) não registraram homicídios nos primeiros três meses de 2021, o que representa aumento de 11% se comparado com o mesmo período do ano passado, quando 45 bairros não tiveram registro de morte violentas intencionais.

  • Dia do vestibulando: como tirar proveito das mudanças nos calendários

    24/05/2021 Alterações de datas pedem flexibilidade e resiliência de candidatos A pandemia tem alterado o calendário de vestibulares por todo o Brasil. A data de realização do Enem 2021 (Exame nacional do Ensino Médio), por exemplo, ainda está indefinida e se soma às muitas incertezas pelas quais passam os estudantes do último ano do Ensino Médio. Mas mesmo diante do cenário repleto de incertezas, é possível usar esses fatores a favor dos estudos, de acordo com o coordenador do Ensino Médio do Colégio Marista de Londrina, Nilson Castilho. “Esses prazos podem ser bons se forem vistos como oportunidades. As mudanças de datas se referem a adiamentos de aplicação de provas, proporcionando tempo maior para revisar alguns conteúdos”, esclarece. É claro que a preparação acadêmica deve estar em dia. Para os estudantes que mantêm uma rotina de estudos de forma sistematizada, estão conscientes de seus potenciais e fragilidades e direcionam os esforços de maneira assertiva, o coordenador acredita que seja possível obter bons resultados independentemente do período em que a prova irá ocorrer. Na opinião de Nilson Castilho, o ideal é aproveitar o maior prazo para fazer revisões pontuais. “Resolver exercícios de maior complexidade, treinar a escrita da redação e se manter informado quanto às atualidades é essencial nesse período”. Ou seja, quanto mais o aluno se preparar, menos entrave será a data em que o vestibular ou ENEM vier a ocorrer. Fator psicológico A mudança de calendário pode afetar os alunos no que diz respeito ao aspecto emocional e de segurança para realizar a prova. “Deixar que a ansiedade e a insegurança tomem conta pode um entrave para o aluno que se vê rendido aos seus sentimentos”, analisa. Para isso, cuidar do psicológico é essencial. Desenvolver resiliência e ter uma mentalidade de crescimento ajudam muito, explica o coordenador, que reforça: “não se trata de uma postura positiva qualquer ou uma falsa ideia de que tudo está bem. Trata-se de transformar frustração em oportunidade”. Além disso, cuidar da saúde física é essencial, primando por momentos de cuidado próprio e lazer para manter o equilíbrio entre corpo e mente, tão necessário para momentos de prova. Sobre os Colégios Maristas: os Colégios Maristas estão presentes no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação. Saiba mais em www.colegiosmaristas.com.br.

  • Lisca revela que mulher e filhas vão deixar Belo Horizonte após ameaças

    24/05/2021 Técnico do América-MG está sendo ameaçado pela torcida do Cruzeiro Era para ser apenas uma comemoração entre treinador e time após classificação às finais do Campeonato Mineiro, mas se tornou um enorme tormento para a vida do técnico Lisca, do América-MG. Ele foi flagrado brincando sobre ter eliminado o Cruzeiro e, desde então, sua família vem recebendo ameaças virtuais. A mulher e filhas, inclusive, estão deixando Belo Horizonte, com medo. Depois de o América-MG passar pelo Cruzeiro, Lisca cantava no vestiário "1, 2, 3, Felipe Conceição é meu freguês", pelo fato de ter vencido os três confrontos com o rival no Campeonato Mineiro. A provocação ao técnico do Cruzeiro acabou divulgada na TV e, desde então, virou um caso de justiça, com ameaças de agressão física e invasão às redes sociais do treinador e de sua família. "Meu celular foi invadido com ameaças, redes sociais das minhas filhas invadidas com pornografia. Minhas filhas e minha esposa estão indo embora de Minas por isso", revelou o treinador, após a decisão com o Atlético-MG, neste sábado. Lisca, contudo, não informou se irá à polícia prestar queixas. "No fim do mês minhas filhas estão voltando para Porto Alegre junto com a minha esposa, porque a gente se sentiu invadido, minhas filhas choraram demais por tudo que aconteceu", lamentou, visivelmente transtornado com o rumo que a história seguiu. O técnico já havia deixado o Caxias em 2011 por problemas semelhantes. Saiu sentindo-se indefeso após ameaças. Desta vez, porém, não mostra vontade de deixar o América após reconduzir a equipe à Série A do Brasileirão. Seu pensamento é disputar a competição com o clube mineiro.

  • Prefeitura presta contas na Câmara nesta semana

    24/05/2021 Serão apresentados relatórios das Finanças e da Saúde Qual o resultado das medidas tomadas pela Prefeitura de Curitiba, de janeiro a abril deste ano, para combater a pandemia do coronavírus e para ativar a economia da cidade? O Executivo responderá a essa e a outras perguntas na próxima semana que vem, quando participará de duas audiências públicas de prestação de contas na Câmara Municipal de Curitiba (CMC). Na terça-feira (25), a CMC recebe a Secretaria Municipal de Saúde. No dia seguinte (26), é a vez da prestação de contas da Secretaria de Finanças. Audiência da Saúde Sob a coordenação da Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Esporte, presidida por Noemia Rocha (MDB), na terça-feira (25), a Câmara Municipal de Curitiba realiza audiência pública para que a população seja atualizada sobre o combate à pandemia na cidade. A prestação de contas da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), gerida por Márcia Cecília Huçulak, começa logo após o pequeno expediente, por volta das 9h, e tem duração regimental de duas horas. Vereadores têm cobrado a presença da secretária da Saúde numa sessão do Legislativo, para que ela possa responder a perguntas sobre as medidas restritivas impostas pela Prefeitura de Curitiba (leia mais), sobre a lentidão na campanha de vacinação (saiba mais) e sobre as sugestões da CMC para a organização da cidade nesse momento de crise (confira aqui). Em fevereiro, quando esteve no Legislativo para a última prestação de contas, Huçulak disse que Curitiba enfrentava a terceira onda da covid-19, que a prioridade do Executivo seria a vacinação e lançou um portal com os dados do combate ao coronavírus na cidade. Aberta à população, que poderá participar da audiência pública pelas redes sociais da CMC (YouTube, Facebook e Twitter), a apresentação do relatório quadrimestral pela SMS está prevista na lei complementar federal 141/2012, como ferramenta de transparência na gestão dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Na apresentação, a SMS tratará dos dados do primeiro quadrimestre de 2021. Neste dia, não haverá votação de projetos de lei, com o tempo da sessão plenária sendo dedicado à audiência pública. Audiência de Finanças Na quarta-feira (26), é a vez da Secretaria Municipal de Finanças, gerida por Vitor Puppi, apresentar os números da arrecadação e da atividade econômica em Curitiba no primeiro quadrimestre de 2021. A atividade será coordenada pela Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização, que é presidida por Serginho do Posto (DEM), e também será realizada no horário reservado para a sessão plenária, a partir das 9h, com transmissão pelas redes sociais (YouTube, Facebook e Twitter). Vitor Puppi já esteve na CMC neste mês, em reunião na presidência do Legislativo, por ocasião da entrega da proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2022 (confira aqui), que prevê aumento de 6% no orçamento de Curitiba no ano que vem. Um cenário mais positivo do que o traçado pelo secretário de Finanças no início do ano. Na ocasião, ele confirmou queda de 5,48% nas receitas em 2020, disse que a dívida previdenciária demorará 15 anos para ser paga e que o Executivo planeja alterar as regras do Fundo de Urbanização, além de ter respondido perguntas dos vereadores (leia mais). A avaliação das metas fiscais do Município é apresentada em audiência pública na CMC três vezes por ano – em fevereiro, maio e setembro, conforme exigência expressa no artigo 9º da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). No mesmo dia, o Legislativo também presta contas da sua execução orçamentária, atendendo determinação semelhante da Lei Orgânica do Município. Para este ano, a CMC teria direito a R$ 215 milhões do orçamento de Curitiba, mas já antecipou ao Executivo que trabalhará com um teto de gastos menor, na casa dos R$ 147 milhões.

  • Bolsonaro participa de ato com apoiadores no Rio

    24/05/2021 Presidente lamentou mortes e defendeu liberdade e democracia O presidente Jair Bolsonaro lamentou nete domingo (23) todas as mortes ocorridas no Brasil e defendeu a liberdade e a democracia. Após passeio de moto com apoiadores, o presidente discursou próximo ao Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, popularmente conhecido como Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, na zona Sul do Rio. “Lamento cada morte havida no Brasil, cada morte, não importa a motivação da mesma. Mas nós temos que ser fortes, nós temos que enfrentar desafios, viver e sobreviver”, disse o presidente. “Desde o começo eu disse que tínhamos dois problemas: o vírus e o desemprego, muitos governadores e prefeitos simplesmente ignoraram a grande maioria da população brasileira e sem qualquer comprovação científica decretaram lockdowns, confinamentos e toque de recolher.” Entidades de saúde brasileiras, como a Fiocruz, defendem o lockdown como forma de conter o avanço do novo coronavírus. Poder do povo O presidente destacou que o Exército Brasileiro “jamais irá às ruas para manter vocês dentro de casa”. Na avaliação dele, “é obrigação nossa lutar por liberdade, lutar por democracia e realmente fazer com que nosso país mude”. Ele ressaltou que o poder do povo brasileiro é maior do que o dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. “Nós faremos tudo para que a vontade popular seja realmente efetivada”. Acompanharam o presidente políticos e autoridades, entre eles, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e o deputado federal Marco Feliciano (Republicanos-SP). O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello também estava presente. “Nós não tiramos o emprego de ninguém, muito pelo contrário, fizemos o possível para que eles fossem mantidos. Estamos ainda em um momento difícil, mas se Deus quiser, logo ele passará. Temos que viver, temos que ter alegrias também, temos que ter ambições, temos que ter esperança”, disse Bolsonaro. Concentração A concentração dos apoiadores começou por volta das 8h. O grupo de motociclistas saiu do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, zona Oeste do Rio de Janeiro, por volta das 10h. A segurança envolveu a Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e agentes da prefeitura. O trajeto até o Monumento dos Pracinhas durou cerca de 1h30. Os motociclistas que acompanharam o presidente foram identificados pelos agentes de segurança. Ao longo do percurso, havia grupos de apoiadores reunidos à beira das ruas por onde a comitiva passou, além de apoiadores nos pontos de partida e de chegada. No último dia 9, o presidente realizou um passeio de moto semelhante acompanhado por centenas de motociclistas em homenagem ao Dia das Mães, em Brasília.

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