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  • Guedes diz que governo renovará auxílio se vacinação não evoluir

    27/05/2021 Ministro afirmou ainda que cláusula de calamidade pública pode voltar O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (27) que o governo pode prorrogar novamente o auxílio emergencial caso a vacinação não siga o ritmo esperado e o país continue a registrar número alto de casos e de mortes provocadas pela Covid-19. A atual rodada do auxílio emergencial no país foi promulgada pelo Congresso Nacional em março e estabeleceu quatro parcelas de R$ 150 a R$ 375, pagas pela Caixa Econômica Federal até o mês de julho. Na terça-feira (25), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), defendeu a edição de uma medida provisória para estender o auxílio emergencial no país por mais “um ou dois meses”, antes da implantação do que ele chama de “um programa social mais permanente” no Brasil. "O auxílio emergencial é uma arma que nós temos e que pode, sim, ser renovado. Se, ao contrário do que esperamos, a doença continuar fustigando, as mortes continuam elevadas, a vacina por alguma razão não está chegando, tem que renovar", disse Guedes. "Não é nossa expectativa hoje [renovar o auxílio]. Nossa expectativa é que está avançando a vacinação, mas vamos observar. Achamos hoje que, se a vacinação em massa progride, pode ser que não seja necessário", afirmou. O ministro da Economia participou da videoconferência "Diálogos com a Indústria", realizado pela Coalizão Indústria. O evento foi invadido por hackers, que colocaram fotos e frases obscenas.

  • "Tudo indica que será necessária vacinação anual", diz Dimas Covas

    27/05/2021 Diretor do Instituto Butantan prestou depoimento na CPI da Covid Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, admitiu a possibilidade de que a vacina contra covid-19 precise ser aplicada em doses anuais. Segundo ele, "tudo indica" que haverá necessidade do reforço periódico da vacinação. "Na minha percepção, como cientista, como médico, tudo indica que haverá necessidade de doses anuais, de reforço, como é a da vacina da gripe, dado que essa infecção tem a possibilidade de se tornar endêmica tudo indica que isso vai acontecer. Algumas companhias já estão trabalhando na possibilidade dessa terceira dose, inclusive o Butantan, que desenvolve estudos para ter o reforço vacinal pelo menos uma vez ao ano", disse Covas nesta quinta-feira. No depoimento à CPI da Covid, o diretor do Instituto Butantan reforçou que a interferência do presidente Jair Bolsonaro na aquisição da Coronavac pelo governo provocou prejuízo nas negociações. À CPI, o ex-ministro Eduardo Pazuello afirmou que a posição de Bolsonaro não atrapalhou a compra. Segundo Covas, após o episódio, em outubro de 2020, não houve progresso nas tratativas até janeiro deste ano, quando foi fechado o primeiro contrato com o governo. Na sessão, o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou vídeos envolvendo o caso, tanto das manifestações de Bolsonaro como do então secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco. Após a fala do presidente, ele declarou que não havia intenção de comprar vacina chinesa, uma referência à Coronavac. "Só foi contratada seis meses depois da primeira oferta", ressaltou Covas à CPI. "Então, de fato, questão da vacina não foi bem resolvida pelo País no ano passado. Houve atraso em relação a iniciativa de outros países, mercado global onde a quantidade é pequena e a demanda é enorme", disse ele. Covas ainda destacou os efeitos de o governo não ter aceitado a primeira oferta, feita em julho do ano passado. "A não aceitação da primeira oferta significa 60 milhões até dezembro de 2020. A partir daí, essas idas e vindas foram dificultando o cronograma, não os quantitativos, porque o Butantan mantinha seu acordo para os 46 milhões, mas tinha condições de chegar aos 100 milhões de doses que poderiam chegar em maio. Como não houve essas definições, o cronograma passou para setembro porque a demanda por vacinas nesse momento era muito grande", disse Covas. O diretor do Butantan comentou que, quando enfim o governo assinou o contrato, teria sido em consequência de outras iniciativas não terem dado certo, como a tentativa de buscar vacina na Índia e dificuldades com o imunizante da Astrazeneca. "Única disponível era a do Butantan", disse ele. Covas respondeu também que a interlocução com o Ministério da Saúde sempre foi técnica, e que nunca tratou com o presidente diretamente sobre a compra da vacina. "O fato é que houve mudança, estávamos trabalhando (com área técnica do ministério) conjuntamente até inclusive para caminhar com MP para dar sustentação orçamentária a nossos pleitos, e a partir do dia 20 de outubro isso foi absolutamente interrompido, não houve progresso nessas tratativas", afirmou ele. "Nunca recebi ofício de fato que intenção de compra feita no dia 19 de outubro não era mais válida, mas depois daquilo não houve mais progresso", afirmou.

  • Comissão da Assembleia denuncia vacinação de morto e fura-fila na Lapa

    27/05/2021 Deputados conversaram com o prefeito da cidade sobre o apontamento de fraude A Comissão Especial de Investigação da Assembleia Legislativa do Paraná que apura irregularidades na fila da vacinação no Estado esteve nesta quinta-feira (27) na cidade da Lapa, em diligência na Prefeitura Municipal. Na reunião com o prefeito Diego Ribas, os deputados Delegado Francischini (PSL), presidente da Comissão, e Nelson Justus (DEM) entregaram à administração municipal documentos que apontam fraudes na imunização a partir do cruzamento de dados da Controladoria Geral da União e do Estado, Tribunal de Contas do Paraná e denúncias encaminhadas pela sociedade à Comissão Especial. Na cidade, o CPF de um homem foi usado na vacinação no dia 25 de fevereiro deste ano. De acordo com o atestado de óbito, essa pessoa faleceu no dia 18 de março de 2016, aos 85 anos. Na relação de vacinados disponibilizada pela Prefeitura consta a imunização. Os deputados também repassaram ao prefeito denúncias de nove casos de fura-fila, alguns envolvendo servidores públicos. A Prefeitura já apura estas irregularidades e repassou as informações à Comissão. Todos os documentos colhidos na diligência serão agora analisados e repassados do Ministério Público do Paraná. Sobre a divulgação de nomes e documentos, Francischini afirmou que a investigação está em curso e antecipar dados seria imprudente e injusto com pessoas inocentes. “Estamos tendo muito cuidado com a divulgação de nomes porque pode haver falsas denúncias. Sabemos que aqui há um trabalho sério e trazer informações é importante para o próprio poder municipal tomar as medidas cabíveis”, ponderou Francischini. “O objetivo do Francischini com a propositura da Comissão é justamente mostrar para a sociedade que ninguém será acusado injustamente, entretanto pessoas que cometeram irregularidades não sairão impunes. A sociedade está vigilante e quer respostas. Nós daremos estas respostas. Sempre vai surgir alguém que queira burlar as regras e temos de mostrar que há um freio, uma fiscalização”, afirmou Nelson Justus. O prefeito Diego Ribas também aponta a importância do trabalho fiscalizador da Comissão. “Não podemos compactuar com uma situação dessa. Importante receber essa informação, especialmente sobre o caso de óbito. Agradeço imensamente. Aqui não queremos segurar a barra de ninguém”, afirmou. Diego Ribas disse que as medidas cabíveis já estão sendo tomadas em outros casos ocorridos na cidade e que as novas denúncias serão checadas imediatamente. “Hoje mesmo vamos instaurar uma sindicância sobre essa denúncia de que alguém se vacinou com documento de uma pessoa que morreu”, afirmou. Ouvida na diligência desta manhã, a secretária de Saúde, Gabriela Sampaio disse que vai colaborar para que tudo seja esclarecido. “Quero reforçar a nossa responsabilidade, acompanhado de perto e orientando as equipes focando nessas orientações”, disse Gabriela Sampaio. “A fiscalização é importante porque os critérios do Plano Nacional de Imunização levam em conta exatamente quem tem mais riscos. Vai chegar a vez de todos”, finalizou Francischini. Também participou da reunião a coordenadora de Vigilância em Saúde, Josiele Cadena.

  • Saúde ative mais 51 leitos exclusivos para Covid-19 no Paraná

    27/05/2021 Estado tem atualmente 4.791 leitos exclusivos para casos confirmados e suspeitos A Secretaria estadual da Saúde ativou nesta semana, até esta quinta-feira (27), mais 51 leitos exclusivos para atendimento a pacientes com Covid-19. São 45 leitos de enfermaria e seis de UTI. As ampliações foram realizadas nos municípios de Nova Tebas, na região Central do Estado, com dez enfermarias; Paranavaí (Noroeste), com 15 enfermarias, e Curitiba, com dez enfermarias. Arapongas, no Norte do Estado, recebeu dez leitos de enfermaria e seis UTIs. Segundo a Regulação de Leitos Estadual, o Paraná tem atualmente 4.791 leitos exclusivos Covid-19. Destes, 1.944 são UTIs e 2.847 enfermarias. Neste momento a ocupação é de 94% e 83%, respectivamente. “Desde o início da pandemia, o Governo do Estado, sob orientação do governador Ratinho Junior, vem articulando a abertura de novos leitos em todas as regiões do Paraná. É um trabalho incansável, que envolve investimentos financeiros e de recursos humanos”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto. Ele reforça, ainda, a importância da continuidade das medidas preventivas e a colaboração da população em todo o Estado para conter a disseminação da Covid-19. “Apesar de todos os esforços do Governo no sentido de ampliar a oferta de leitos exclusivos para a Covid-19, a mão de obra e os insumos, como medicamentos, são finitos. Por esse motivo a população precisa continuar com as medidas preventivas: uso de máscara de proteção individual, higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel 70% e distanciamento social”, complementou.

  • Colégios estaduais entregam alimentos nesta sexta-feira

    27/05/2021 Todas as 2,1 mil escolas da rede vão distribuir kits de alimentos não perecíveis Os colégios estaduais farão nesta sexta-feira (28) a quinta entrega de alimentos do ano para as famílias mais vulneráveis da comunidade escolar. Novamente, todas as 2,1 mil escolas da rede vão distribuir kits de alimentos não perecíveis, como aconteceu na terceira entrega, no fim de abril, além de produtos da agricultura familiar. Foram adquiridos pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) 219.697 kits compostos por 2 quilos de arroz, 1 quilo de feijão, 1 quilo de macarrão, 1 quilo de fubá, 1 quilo de açúcar e 1 litro de óleo de soja, que serão entregues às famílias de estudantes regularmente matriculados nos colégios da Rede Estadual de Ensino e beneficiárias do Programa Bolsa Família ou inscritas no CadÚnico. São mais de R$ 12 milhões de investimento, sendo R$ 7.224.009,49 em 1.515.909 quilos (1,51 mil toneladas) nos kits e outros R$ 4.797.916,00 em 1.515.322 quilos de produtos da agricultura familiar. Estes consistem em frutas, hortaliças e sementes, como o pinhão (nesta época), legumes e tubérculos, além de temperos, leite, iogurte, panificados, suco/polpa de frutas, complementos e grãos, que diferem de região para região. É importante ressaltar que nas escolas que já retomaram as aulas presenciais parte desses alimentos da agricultura familiar será utilizada na alimentação dos estudantes que estão indo presencialmente. QUEM PODE RECEBER — Podem receber estudantes com matrícula ativa com famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família ou com famílias não beneficiárias, desde que estejam inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com dados atualizados dos últimos seis meses. Pode acontecer de os beneficiários estarem fora da lista enviada às escolas, caso os dados cadastrais estejam diferentes dos que constam no Sere (Sistema Estadual de Registro Escolar), como o nome, data de nascimento ou CPF. Outro exemplo é o caso de cadastros novos: se a inscrição no Cadastro Único do governo federal foi feita após 13 de março, o nome não consta na lista atual. Em virtude desses casos, foram comprados kits adicionais (além da listagem) para possíveis famílias que estejam dentro dos critérios acima, mas que não tenham com o nome na listagem. O representante da família só poderá fazer a retirada na escola onde o aluno está matriculado.

  • Governo atualiza decreto e bares podem abrir até as 21 horas

    27/05/2021 A intenção é permitir que as pessoas possam terminar a refeição O Governo do Estado decidiu ampliar em uma hora o funcionamento de restaurantes, bares e lanchonetes dentro deste pacote de medidas mais restritivas para enfrentamento da pandemia de Covid-19 – as determinações passam a vigorar a partir desta sexta-feira (28). Agora, esse grupo comercial poderá ficar aberto até as 21 horas. A venda e consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos, contudo, seguem permitidas apenas até as 20 horas, mesmo horário do chamado “toque de recolher”. O decreto 7.737/2021, já com a alteração, será publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (27). De acordo com a Casa Civil do Estado, responsável pela peça jurídica, esse ramo também é considerado essencial por fornecer alimentação. A intenção é permitir que as pessoas que já estão nos estabelecimentos possam terminar a refeição até as 21h, sem consumo de álcool após as 20h. Ou seja, serão exceção à regra de limitação de circulação, com início às 20 horas. O atendimento, contudo, precisa ser restrito a 50% do público no salão. Já na modalidade de entrega fica permitido o funcionamento 24 horas. Fica vedado o consumo no local nos domingos, mas com o delivery permitido. Esta é a única mudança em relação ao decreto publicado na terça-feira (25). As novas regras começam a vigorar às 5h desta sexta-feira (28) e valem até as 5h do dia 11 de junho. Medidas mais rígidas adotadas pelos municípios terão apoio da administração estadual. O texto prevê restrição da circulação de pessoas e de venda e consumo de bebida alcoólica em espaços de uso público ou coletivo depois das 20 horas. Comércio e atividades não essenciais seguem proibidas de funcionar aos domingos. Isso se aplica a restaurantes, shopping centers e academias. Nos outros dias da semana, o comércio de rua, galerias, centros comerciais e estabelecimentos de prestação de serviços não essenciais em municípios com mais de 50 mil habitantes poderão abrir ao público das 9h às 18h, com 50% de ocupação (o texto anterior era das 10h às 22h). Aos domingos e fora desses horários, durante a semana, só será permitido o atendimento na modalidade delivery. Os shoppings, que até então podiam funcionar das 11h às 22h, devem abrir até as 20h, com 50% da ocupação. Os supermercados, que não tinham limite de horário, poderão atender das 8h às 20h, com 50% de ocupação, com permissão de funcionarem 24 horas somente para entregas. As academias podem funcionar das 6h às 20h, com até 30% da ocupação. Os museus também poderão abrir das 10h às 20h, com limitação de 50% do público. Serviços e atividades essenciais, como farmácias e clínicas médicas, não terão que atender as regras de toque de recolher e de funcionamento. Os serviços considerados essenciais estão especificados no decreto 4.317, de 21 de março de 2020.

  • Fim de maio marca Dia Mundial da Esclerose Múltipla

    27/05/2021 Especialista aponta a necessidade de derrubar estigmas Nesta quarta-feira, dia 27 de maio, é o Dia Mundial da Esclerose Múltipla (EM). Um dia de destaque para uma doença neurológica de pouca compreensão ainda, e que merece destaque. Isso porque essa é a segunda doença que mais causa sequelas em jovens e adultos jovens, logo após o traumatismo. E infelizmente, até o momento, não há como preveni-la ainda. “A causa da Esclerose Múltipla ainda não é completamente compreendida, mas sabe-se que existem fatores genéticos e também fatores ambientais – por exemplo, infeções, exposição solar – que contribuem para o surgimento da doença”, destaca Henry Koiti Sato, médico cooperado da Unimed Curitiba especialista em neurologia. Estima-se que no mundo existam pelo menos 2,8 milhões de pessoas portadoras de EM. “Infelizmente no Brasil os dados são escassos, porém acredita-se que cerca de 30 a 40 mil pessoas convivem com a doença crônica, progressiva e autoimune. Então a conscientização da população sobre a doença é importante tanto em caráter informativo quanto para tirar estigmas que o diagnóstico causa. Até porque hoje temos tratamentos de alta eficácia para a doença”, reforça o neurologista. Sintomas O especialista explica que a Esclerose Múltipla afeta os neurônios do encéfalo e medula espinhal, formando áreas com perda de mielina, uma proteína que ajuda na transmissão dos impulsos elétricos. Ou seja, células de defesa do nosso corpo atacam o próprio sistema nervoso – como se ele não pertencesse ao mesmo organismo – causando lesões no cérebro e na medula. “Seu diagnóstico é difícil, pois não há um único exame que define o diagnóstico, e muitos sintomas são confundidos com causas de outras especialidades. Mas, dentre os principais sintomas que podem ser EM consideramos falta de sensibilidade pelo corpo, redução da força muscular, falta de equilíbrio, barramento visual. Desta forma, é necessário um conjunto de sintomas associado a alterações em exames como, por exemplo, a ressonância e Liquor”, orienta Sato. No momento ainda não há cura, mas há tratamento capaz de controlar a evolução da doença, com diversos medicamentos com perfil diferente de eficácia e efeitos colaterais. O neurologista ressalta ainda a importância de um tratamento com equipe multidisciplinar, com psicólogo, fisioterapeuta, educador físico, nutricionista e fonoaudiólogo. Pandemia Infelizmente, é possível que a pandemia tenha afetado tanto diagnósticos como tratamentos de Esclerose Múltipla. Para Henry Sato a menor procura por atendimento demonstra atraso de diagnóstico e tratamento em diversas áreas da Medicina, e nos casos de EM não é diferente. Contudo, segundo ele, “o agravante nos casos de Esclerose Múltipla é que muitos pacientes no início da doença podem melhorar espontaneamente dos sintomas e, assim, não procurar o médico. Ainda mais em um cenário de pandemia”. Sendo assim, fica o alerta, qualquer sinal vale sim a visita ao neurologista com todas as medidas preventivas sanitárias que o momento exige. Sobre a Unimed Curitiba A Unimed Curitiba é a maior operadora de plano de saúde do Paraná e está entre as maiores do Sistema Unimed. Fundada em 1971, completa 50 anos em 2021 com mais de 4.800 médicos cooperados de diferentes especialidades, que atendem a mais de 530 mil clientes juntamente com cerca de 395 prestadores em sua da rede credenciada, entre hospitais, clínicas e laboratórios, sendo um laboratório próprio de exames e análises clínicas, a Unimed Laboratório, que possui uma Megaunidade. A cooperativa conta com diversos canais de atendimento remoto e 19 unidades de atendimento presenciais distribuídas em Curitiba e municípios da Região Metropolitana. Prestes a completar seu cinquentenário em agosto, a Unimed Curitiba está programando uma série de ações para comemorar o marco. A marca Unimed é Top of Mind 26 vezes ininterruptas, pelo Prêmio World Branding Awards que anualmente reconhece as principais marcas do mundo, e é também a única marca brasileira eleita na categoria Planos de Saúde pelo National Award. Já a Unimed Curitiba, é reconhecida pela Great Place to Work (GPTW) como uma das melhores empresas para se trabalhar no Paraná, considerado o 9º maior plano de saúde na edição 2020 do Prêmio Valor 1000, está na 59ª colocação entre as 500 maiores do Sul e a 23ª posição entre as 100 maiores do Paraná segundo o levantamento de 2020 do projeto do Grupo Amanhã, o mais importante ranking regional do Brasil. Saiba mais em unimedcuritiba.com.br ou acesse as redes da cooperativa no Facebook, Instagram e LinkedIn

  • Condor investe R$ 45 milhões em Entreposto de Carnes e Fiambreria

    27/05/2021 Espaço tem 5 mil m² e conta com 170 colaboradores Para garantir padronização e segurança alimentar dos cortes bovinos, salsichas e produtos de fiambreria comercializados pela rede, o Condor Super Center investiu R$ 45 milhões em um Entreposto de Carnes e Fiambreria, localizado em Curitiba, anexo à Central de Distribuição da empresa, em um espaço de 5 mil m². Cerca de 170 colaboradores trabalham na Central, que deve processar aproximadamente 3.600 toneladas de alimentos por mês. A expectativa da rede é começar a operar no futuro carnes suínas e de frango. A unidade possui diversas linhas, com equipamentos de precisão e tecnologias de ponta para a produção de cortes especiais, inclusive de hambúrgueres e almôndegas. O local fará, ainda, a desossa e o fracionamento, tudo seguindo rígidos padrões de qualidade. As fatiadoras, por exemplo, conseguem deixar os bifes dos mesmos tamanhos, espessuras e pesos. Os frios também são fatiados com precisão e embalados de maneira que cada fatia fique uma soltinha da outra. “Investimos nesta distribuição centralizada para que todas as nossas lojas consigam oferecer carnes com os mesmos padrões de qualidade. Assim, até chegar no ponto de venda, as carnes seguem um processo 100% rastreável e com redução da manipulação do alimento, o que garante ainda mais higiene e segurança”, afirma o presidente do Condor, Pedro Joanir Zonta. Após o término de cada processo, ocorre uma higienização geral dos equipamentos, dos uniformes e do ambiente, seguindo todos os protocolos de segurança alimentar. A logística do Condor faz um planejamento para que os produtos sejam entregues diariamente nas lojas. “Dessa forma, as carnes estarão sempre fresquinhas para o consumidor e não ficarão paradas nas gôndolas”, acrescenta o presidente. Outro benefício para o cliente é a embalagem, que conta com tecnologia para manter os produtos naturalmente mais frescos. Além disso, as embalagens também seguem um visual mais moderno, que coloca o produto em evidência. Para poder oferecer exatamente o que o consumidor deseja, foi realizado um estudo de três anos para definir os cortes, pesos e tamanhos. Também foi feita uma pesquisa sobre as melhores tecnologias do mundo, com referências vindas da Alemanha. “Investimos em um equipamento que só existem outros dois em toda a América Latina”, finalizou Zonta. Sobre o Condor A história da rede teve início em 13 de março de 1974, quando o jovem empreendedor Pedro Joanir Zonta, na época com 22 anos, adquiriu um pequeno mercado de 110 m² no bairro Pinheirinho, em Curitiba-PR, e iniciou suas atividades com cinco funcionários. Hoje, a rede possui 55 lojas, entre super e hipermercados, em 20 cidades do Paraná e Santa Catarina, além de um Condor Express, em Curitiba. Considerada uma das 10 maiores redes supermercadistas do Brasil, a rede conta com uma central de distribuição com mais de 70 mil m² em Curitiba, responsável pelo abastecimento diário das lojas da rede, e, agora, com um Entreposto de Carnes e Fiambreria. São mais de 14 mil colaboradores que fazem parte da Família Condor e que garantem o atendimento a mais de 4 milhões de clientes por mês. A rede também conta com 21 postos de combustíveis nas cidades de Araucária, Curitiba, São José dos Pinhais, Campo Mourão, Colombo, Castro e Ponta Grossa,

  • Curitiba vacinou 478.898 pessoas contra a covid-19

    27/05/2021 A capital paranaense recebeu 839.755 doses de vacinas anticovid A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba imunizou, até quarta-feira, dia 26, 478.898 pessoas com a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. Até esta data foram vacinados: 300.936 idosos, 77.119 profissionais dos serviços de saúde da cidade (incluindo as equipes de vacinação), 6.703 moradores, funcionários e cuidadores de instituições de longa permanência, 5.235 trabalhadores das forças de segurança, 77 indígenas, 6.665 gestantes e puérperas, 2.998 pessoas com deficiência, 72.198 pessoas com comorbidades e 6.967 educadores, entre professores e trabalhadores da Educação Básica. Segunda dose Em Curitiba, 206.205 pessoas receberam a segunda dose da vacina até quarta-feira (26/5). A vacinação com a segunda dose está sendo feita nas instituições de longa permanência, em profissionais de saúde e idosos. Nesta quinta-feira (27/5), foi iniciada a vacinação com a segunda dose para idosos entre 81 e 85 anos que receberam a primeira dose do imunizante da AstraZeneca. Imunização restrita Por falta da entrega de novos lotes de vacinas contra a covid-19, nesta quinta-feira (27/5), Curitiba vacina com a primeira dose somente o grupo de pessoas com deficiência de 30 anos ou mais. A cidade aguarda o recebimento de mais doses de imunizantes para retomar a vacinação com a primeira dose dos outros grupos: profissionais da educação básica e pessoas com comorbidades. Foto: Pedro Ribas/SMCS

  • Nelson Sargento morre aos 96 anos; escute 3 músicas do sambista

    27/05/2021 Presidente de honra da Mangueira, Nelson Sargento era uma lenda do samba Morreu nesta quinta-feira, dia 27, o sambista Nelson Sargento, aos 96 anos, presidente de honra da Mangueira e autor de sucessos como 'Agoniza, mas não morre'. Sargento foi diagnosticado com o novo coronavírus na última sexta-feira (21), quando foi internado. Escute três músicas de Nelson Sargento No dia 26 de fevereiro, o compositor da Mangueira recebeu a segunda dose da vacina contra a Covid-19 em casa. Além da idade avançada, Nelson sofreu com um câncer de próstata anos atrás. Grande representante do samba, Nelson Sargento foi cantor, compositor, pesquisador, artista plástico, ator e escritor. Em seu último aniversário, quando completou 96 anos, Sargento recebeu homenagens de grandes nomes da cultura popular em um vídeo com votos de felicidade. Artistas como Mar’tnália, Alcione, Paulinho da Viola, Preta Gil, Tia Surica, Monarco, Regina Casé e Estevão Ciavatta cantaram, cada um em sua casa, o samba 'Agoniza mas não morre'. A carreira de Nelson Sargento Nascido em 25 de julho de 1924, na Praça 15, região central do Rio de Janeiro, Nelson Mattos ganhou o apelido de Nelson Sargento depois de uma rápida passagem pelo Exército. Foi ainda na adolescência que ele despontou na música. Mas foi apenas com 31 anos que o torcedor do Vasco da Gama compôs seu primeiro trabalho de sucesso. Ao lado de Alfredo Português, em 1955, Sargento escreveu 'Primavera', samba-enredo que também ficou conhecido como 'As quatro estações'. Até hoje, muitos consideram um dos sambas mais bonitos de todos os tempos. Foto: Divulgação Siga nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/jornale.curitiba/ Fale com o Jornale, acesse: https://www.jornale.com.br/contato

  • Desemprego sobe para 14,7% no 1º tri e atinge recorde de 14,8 milhões de pessoas

    27/05/2021 É a maior taxa de todos os trimestres da série histórica, iniciada em 2012 A taxa de desemprego no Brasil ficou em 14,7% no primeiro trimestre deste ano e atingiu 14,8 milhões de pessoas, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira, dia 27. É a maior taxa e o maior contingente de desocupados de todos os trimestres da série histórica, iniciada em 2012. Segundo os dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), a taxa de desocupação de 14,7% representou uma alta de 0,8 ponto percentual na comparação com o último trimestre de 2020 (13,9%). Isso corresponde a mais 880 mil pessoas desempregadas. "Esse aumento da população desocupada é um efeito sazonal esperado. As taxas de desocupação costumam aumentar no início de cada ano, tendo em vista o processo de dispensa de pessoas que foram contratadas no fim do ano anterior. Com a dispensa nos primeiros meses do ano, elas tendem a voltar a pressionar o mercado de trabalho", afirma o analista da pesquisa, Adriana Beringuy A analista diz ainda que o número de ocupados (85,7 milhões) ficou estatisticamente estável na comparação com o último trimestre do ano passado. Mas o nível de ocupação (48,4%) reduziu 0,5 ponto percentual. Desde o trimestre encerrado em maio do ano passado, o nível de ocupação está abaixo de 50%, o que indica que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país. Siga nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/jornale.curitiba/ Fale com o Jornale, acesse: https://www.jornale.com.br/contato

  • Feirinha do Largo da Ordem é antecipada para esta sexta (28)

    27/05/2021 Serão 60 barracas que vão ocupar a região da Praça Garibaldi Com as restrições de funcionamento aos fins de semana por causa prevenção à Covid-19, a Feira de Artesanato do Largo da Ordem, realizada aos sábados e domingos, passa a funcionar às sextas-feiras com tamanho reduzido, seguindo todos os protocolos sanitários. Nesta sexta-feira, dia 28, serão 60 barracas que vão ocupar a região da Praça Garibaldi. Os artesãos vão expor os produtos das 10h às 17h e quem for conferir a novidade vai poder apreciar também o famoso pastel de feira, já que as barracas de alimentação terão espaço garantido. “Estamos oferecendo uma alternativa tanto para os artesãos que participam da feira de artesanato mais tradicional da cidade como para a população que costuma frequentar regularmente a feirinha”, comenta Tangrian Cunico Santos, coordenadora das Feiras de Artesanato. A feirinha também acontece todos os dias on-line. As feiras de artesanato dos bairros, com funcionamento de segunda a sexta-feira, continuam abertas e seguem os mesmos protocolos de segurança sanitária. Confira os locais, dias e horários de funcionamento Boqueirão Local: Praça Nossa Senhora do Carmo, s/n Dia da semana: segunda-feira, terça-feira e quarta-feira Horário: 10h às 16h CIC Local: Rua São Severino, 1 Dia da semana: quarta-feira Horário: 10 as 17 Ucrânia Local: Praça da Ucrânia Dia da semana: quarta-feira Horário: 10h às 18h Fazendinha Local: Terminal do Fazendinha Dias da semana: quarta-feira e sexta-feira Horário: 10h às 17h Portão Local: Praça Desembargador Armando Carneiro / Terminal do Portão Dia da semana: quinta-feira Horário: 10h às 17h Tatuquara Local: Av. Pero Vaz de Caminha / esquina com Rua Enette Dubard Dias da semana: quinta-feira Horário: 10h às 17h Cajuru Local: Rua da Cidadania do Cajuru Dia da semana: sexta-feira Horário: 14h às 19h Pinheirinho Local: Rua da Cidadania do Pinheirinho Dia da semana: sexta-feira Horário: 10h às 17h Protocolos de funcionamento I – Distanciamento de 2m; II - Uso obrigatório de máscaras; III – Disponibilização pelos artesãos de álcool 70% ou sanitizantes de efeito similar para uso próprio e de clientes; IV - Organização de filas para evitar aglomerações; V - Presença de apenas um artesão por barraca; (exceção para barracas de alimentação, que devem obedecer distanciamento de 1,5m) VI - Recomendação para que seja evitada a possibilidade de manipulação dos produtos a serem comercializados pelo público em geral; (ou que seja utilizado álcool em gel antes e após o manuseio) VII - Colocação de cartazes de orientação e utilidade pública referentes à prevenção da covid-19, disponibilizados pelo Instituto Municipal de Turismo. Foto: Luiz Costa/SMCS Siga nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/jornale.curitiba/ Fale com o Jornale, acesse: https://www.jornale.com.br/contato

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