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  • Resumo Coração Indomável capítulo de terça - 31/08/2021

    Otávio pilota um avião rumo a Ilha Dourada e observa irregularidades com os controles do avião. Otávio informa aos passageiros que obteve autorização para um pouso de emergencia. Otávio diz ao capitão que o combustivel da aeronave está acabando. Maricruz, por telefone, se apresenta como a esposa de Otávio para pedir informações sobre o voo. Doris, por telefone, se apresenta como noiva de Otávio e também pregunta pelo voo, o empregado diz que acaba de atender a esposa de Otávio. Esther diz a José Antonio que não vai embora da cabana, e ele a ameaça dizendo que vai deixa-la sozinha se ela não for com Simone. Otávio aterriza o avião, que solta faiscas ao tocar o chão. Miguel pensa que Otávio se matou. Em uma ilha deserta, Otávio caminha em busca de ajuda, tropeça, cai e machuca gravemente a perna. Doris diz a Mariana que elas devem fazer algo para encontrar Otávio. Fonte: Resumo das novelas

  • Resumo Gênesis capítulo de terça - 31/08/2021

    Os filhos de Jacó se juntam para maltratar José e revolta Jacó. O faraó recebe uma mensagem misteriosa. José tem um sonho misterioso e deixa Jacó preocupado. Menkhe faz uma importante descoberta no palácio e Lúcifer cruza o caminho dos irmãos de José. Fonte: Resumo das novelas

  • Resumo Prova de Amor capítulo de terça - 31/08/2021

    Teresa conta para Rafa que Doutor Hélio a pediu em casamento. Diana chega no bar onde Barroso está. Barroso percebe a presença de Diana e começa a atirar. Barroso agarra Diana pelas costas e encosta o cano da arma no rosto dela. Diana fica como refém e é obrigada a largar sua arma. Diana está como refém de Barroso num bar. Ela aproveita um momento de distração de Barroso e luta com ele. Barroso avisa para Diana que não irá descansar enquanto não vingar a morte de Barão. Depois de prender Barroso, Diana chora. Clarice e Daniel acordam assustados com um barulho de helicóptero. Daniel percebe que Lopo conseguiu achá-lo. Bira vê helicóptero pousar. Lopo, Gerião e sua gangue saltam mascarados. Bira se depara com Lopo e avisa que ele não pode pousar no sítio. Gerião aponta arma para Bira, que é amordaçado. Daniel se disfarça antes de deixar o sítio. Daniel liga para o dono do sítio e avisa que está sendo atacado por bandidos. Júlio diz para Diana que teve a noite mais maravilhosa de sua vida. Diana confessa para Júlio que não consegue esquecer Daniel. Telma liga para Diana e avisa que o sítio está sendo assaltado. Júlio e Diana vão para o sítio. Gerião, Lopo e sua gangue cercam o sítio. Os bandidos conseguem arrombar a porta. Daniel luta com os bandidos. Fonte: Resumo das novelas

  • Resumo Malhação capítulo de terça - 31/08/2021

    Pedro tenta se explicar para Karina, mas a menina é irredutível. Bianca faz sucesso com sua atuação. Nando volta de viagem e diz a Pedro que se tornou um monge. Jade e Cobra pensam um no outro. Bianca e João são selecionados como os melhores atores da peça. Nando consola Pedro. Karina afirma que Bianca não é mais sua irmã. Delma se surpreende ao saber da volta de Nando. Jade e Lucrécia discutem, e a moça acaba desmaiando. Heideguer se aproxima de Wallace e Duca desconfia. Jade percebe que a mãe está com febre. Bianca confronta Gael e insinua que ele esconde algo de Karina. Karina ouve quando Bianca diz que Gael pode não ser seu pai. Fonte: Resumo das novelas

  • Resumo Pega Pega capítulo de terça - 31/08/2021

    Júlio resiste em aceitar as justificativas de Arlete, que explica ao filho que sumiu para salvar a vida dele. Malagueta aceita dar abrigo a Mônica como amigo. Prazeres desmaia ao ver Arlete e, quando acorda, estranha que Elza não tenha ficado surpresa com a presença da irmã mais nova. Sandra Helena diz a Eric que está interessada em investir nas empresas dele. Evandro chora ao ler a carta de despedida de Mônica. Arlete pede garantias a Athaíde de que ela e a família não correm perigo. Athaíde pergunta a Arlete o que ela fez com as provas. Malagueta avisa a Maria Pia que Sabine está se interessando por ele. Júlio chega ao Carioca Palace para assinar sua demissão. Fonte: Resumo das novelas

  • Resumo Nos Tempos do Imperador capítulo de terça - 31/08/2021

    Pilar conta a Luísa sua noite com Samuel. Tonico se irrita ao saber que Pedro e sua comitiva ficarão na casa de Eudoro. Samuel pede Pilar em noivado. Quinzinho sofre com a reação de Clemência, que rejeita os roubos do marido. Minervina decide tentar fuga antes que Nélio chegue às terras de Lota e Batista. Pilar pede que Luísa entregue uma carta a Dolores. Nélio encontra Lota e Batista presos. Zayla se revolta com o compromisso de Samuel e Pilar. Tonico sabota a casa de Eudoro. Clemência volta e anuncia a Quinzinho que está grávida. Luísa pede que Samuel guarde segredo sobre seu romance com Pedro, e Pilar desconfia. Fonte: Resumo das novelas

  • Resumo Império capítulo de terça - 31/08/2021

    José Alfredo explica por que Cristina deve concordar com a exumação de seu suposto corpo. Danielle afirma a Maria Marta que não tem um caso com Maurílio. Xana sugere que Naná traga Luciano para a festa que fará em sua casa. Magnólia finge ser Beatriz para convidar celebridades para sua festa. Danielle afirma a Maurílio que pode controlar José Pedro. Salvador sai com Helena, e Orville pede para Jonas armar um leilão com seus quadros. Com a ajuda de Cristina, José Alfredo conhece seus netos. Josué prepara o novo plano do Comendador. Naná descobre que Luciano será adotado. Helena desconfia de Orville. Maurílio informa a Maria Marta que se mudará para a mansão. Fonte: Resumo das novelas

  • Criptomoedas ganham força como investimento no Brasil

    31/08/2021 Bitcoin já é o 3º investimento preferido entre os brasileiros O Bitcoin, principal ativo digital do mundo, vem ganhando cada dia mais adeptos em território nacional. Somente em julho deste ano os brasileiros movimentaram R$5,5 bilhões em Bitcoin. Segundo uma pesquisa realizada pela FGV EESP e Hashdex realizada entre fevereiro e março, com 576 pessoas, o Bitcoin já é o 3º investimento preferido entre os brasileiros. Cerca de 27,78% dos investidores possuem BTC e demais criptos em suas carteiras de investimentos. Além disso, as criptomoedas são as queridas da geração Z, pois segundo a rede social Yubo, cerca de 35% dos jovens investem em bitcoin e demais criptos, pois acreditam que serão o futuro, e 45% supõem que esses ativos substituirão as moedas estatais. Especialistas explicam sobre o crescimento das criptomoedas no mercado nacional e o interesse dos jovens nesse tipo de investimento. Rafael Izidoro, CEO da Rispar, primeira fintech a oferecer crédito em reais tendo bitcoin como garantia “Acredito que as criptomoedas já saíram da zona cinzenta há um tempo, temos a IN 1888 da Receita Federal desde 2019, o ofício 4081/2020 do Ministério da Economia autorizando a integralização do capital social com criptomoedas, a CVM autorizando ETFs de Bitcoin, etc. Todas essas iniciativas fomentam o crescimento exponencial no investimento deste tipo de ativo no Brasil” revela o CEO. Para Rafael, o público mais jovem possui mais intimidade com novas tecnologias. “A barreira mínima de entrada em corretoras de criptomoedas somada à curiosidade de explorar novas possibilidades do mercado financeiro, faz com que o mercado de criptomoedas seja um prato cheio para os jovens”. Segundo o especialista, a institucionalização do mercado de criptoativos, abriu portas para as gerações mais maduras, que se sentem mais confortáveis em aplicar em fundos regulados, ETFs e outras formas mais tradicionais de investimentos. “Acredito que esse movimento de expansão do mercado institucional tende a trazer cada vez mais esse público”, finaliza. Vinicius Frias, CEO do Alter, a primeira cripto conta do Brasil Para Vinicius, muitos players regulados passaram a entrar nesse mercado, com lançamento de ETFs na B3 (bolsa de valores) e distribuição de fundos CVM para bancos que, antes, tinham arrepios em falar de cripto. “O caminho está cada vez menos cinza", analisa o CEO. Além disso, Vinicius analisa a entrada de jovens no mercado como algo associado a tecnologia. “Pode ser algo mais fácil para jovens terem contato inicialmente. Mas não são jovens de apenas 18 anos. No Alter, por exemplo, a maior faixa dos consumidores está entre 25 e 40 anos”, o CEO acredita na educação, usabilidade e, principalmente, prover segurança a esses investidores. “Isso está acontecendo bem rápido”, finaliza. Lucas Xisto, Head of Asset Management da Transfero, uma empresa internacional de soluções financeiras baseadas em tecnologia Blockchain Para Lucas Xisto, essa busca por investimentos alternativos após o momento crítico de pandemia foi concomitante ao boom de finanças descentralizadas no ambiente de ativos digitais, o que explica uma maior demanda no setor desde tal acontecimento. “Passamos por um período de baixas taxas de juros no Brasil em relação ao padrão histórico da nossa economia, principalmente durante a pandemia no ano 2020. Nesse mesmo ano, houve uma grande captação de recursos por parte de fundos multimercados e fundos de ações no segundo semestre, incluindo fundos multimercados que investem em criptoativos”, explica. O especialista também fala sobre o perfil dos investidores e a relação com a tecnologia. “Pesquisas nos Estados Unidos revelaram que a ideia média do investidor americano de criptoativos é de 38 anos, enquanto a mesma para o investidor do mercado de ações é de 47 anos. Acredito que o investidor de criptoativos ao redor do mundo tende a ser mais novo principalmente pelo fato de ser uma nova tecnologia que está inserida na internet e pela facilidade de acesso. Além disso, as gerações mais recentes tiveram maior contato com redes sociais e temos uma economia cada vez maior de criadores de conteúdo sendo estabelecida. Comunidades específicas e independentes estão ficando mais frequentes, o que vai em linha com os conceitos de descentralização da tecnologia Blockchain”. Para Xisto, faltam mais negócios relacionados a criptoativos no país que atuem de maneira séria, além de maior destaque aos mesmos. “Temos empresas hoje no Brasil que atuam em alto nível e competem com empresas globais no setor. Em contrapartida, temos muitos negócios fraudulentos que usam as criptomoedas como pretexto para atuar de forma banal no setor. Ter informação de qualidade sobre o mercado cripto e como funcionam as novas tecnologias desse segmento é muito importante para difundir a ideia de como isso pode ser realmente revolucionário - essa é uma das nossas missões”, finaliza. Lucas Schoch, fundador e CEO da Bitfy, primeira carteira multiuso e sem custódia de bitcoins do Brasil Segundo Lucas Schoch, fundador e CEO da Bitfy, hoje não há um universo cinzento no ecossistema das criptomoedas. Para ele, o único problema é a falta de regulamentação, que pode acabar afastando algumas pessoas desse tipo de investimento. “A tecnologia que existe por trás das bitcoins e de outras criptomoedas é fantástica, e o brasileiro está começando a dar um pouco mais de abertura para isso”, aponta o especialista. Por estarem inseridos nas novas tecnologias e fazerem quase tudo de maneira 100% digital, os jovens são os principais usuários das criptomoedas, já que elas também são um ativo completamente digital e acaba sendo um pouco mais fácil que essa geração absorva e compreenda melhor que os mais velhos como lidar com ela. Schoch comenta que a tecnologia inserida nas criptomoedas evoluiu muito rapidamente, e que, de 2008 pra cá, quando o mundo começou a ouvir falar nos primeiros criptoativos, praticamente não há uma tecnologia que inovou tão rápido quanto essa. “Não acredito que as pessoas mais velhas estejam atrasadas, mas sim que as próprias criptomoedas estão em um momento ainda muito jovem da sua idade. Apesar de ter bastante penetração e isso crescer muito rapidamente, existem alguns segmentos que demoram um pouco mais para atingirem outros públicos, principalmente os voltados à tecnologia”, explica. O especialista sugere que temas como esse sejam abordados em tópicos de discussão de investimentos tradicionais e que até sejam repassados nas universidades. “Tudo é uma questão de tempo. Para as pessoas mais maduras, o conhecimento é baseado em sala de aula, e grande parte das informações sobre criptomoedas ainda estão disponíveis apenas no ambiente virtual, entretanto tudo é uma questão de tempo e adaptação. Por isso, é fundamental que esse tipo de informação vá além da internet.” Ricardo Dantas, CO-CEO da Foxbit, uma das maiores e mais antigas exchanges de criptomoeda do mundo Para Ricardo Dantas, as criptomoedas estão em um cenário cinzento seja aqui no Brasil ou em qualquer outro lugar, o fato é que com o tempo, com as pessoas estudando mais sobre a tecnologia, com a adoção por grandes empresas e os governos olhando uma forma de regulamentar ou até mesmo taxar o mercado, fez com que essa zona cinzenta diminuísse. “Aqui no Brasil as pessoas entram para esse mercado com uma velocidade um pouco maior do que em outros países que possuem algum tipo de restrição”. Além disso, Ricardo analisa que os jovens hoje são mais interessados em investir e por conta da tecnologia as criptomoedas é o investimento preferido. “O jovem por si só já tem uma adoção da inovação muito mais rápido, eles possuem muito mais informações se tornando especialistas naquele assunto em menos tempo. Por isso as criptomoedas são as preferidas dessa geração”. Para o especialista, as criptomoedas são uma quebra de paradigma em relação tanto à tecnologia quanto ao sistema financeiro. “Quanto tempo levou para as pessoas mais velhas acreditarem que era possível usar um cartão de crédito nos e-commerce? Existe uma desconfiança maior por parte dessas pessoas em relação as criptomoedas”. Ricardo acredita que há um movimento que vem acontecendo, um pouco mais complexo pois envolve dinheiro, surge as coisas mudam. “O Pix é um exemplo que no começo gerou desconfiança, mas agora que as pessoas veem sua real funcionalidade, ele passou a ser reconhecido e usado por todos”. Jean Carbonera, CEO do Agrovantagens, programa de fidelidade responsável pelo lançamento da primeira moeda digital do segmento, o AgroBônus Para o executivo, os brasileiros aos poucos aderem o investimento em criptomoedas, inclusive de forma institucionalizada, por seguirem a tendência internacional. Em suma, quem se arrisca no segmento são as pessoas bem informadas, que vêem na tecnologia blockchain uma revolução com infinitas possibilidades de aplicação. “As altas recentes nas cotações das principais criptomoedas são reflexo disso e, mesmo que o Brasil ainda não tenha se dado conta, muitos brasileiros estão alcançando lugar de destaque nesse mercado”, explica Jean Carbonera. Em relação ao perfil desses investidores, são os jovens que se identificam mais com os fatores por serem tecnológicos, disruptivos e de alto risco. “A criptoeconomia se apresenta como a conquista da liberdade nas finanças, inúmeras possibilidades abertas sem depender de governos, bancos e imensas estruturas burocráticas, o que representa mais velocidade, numa geração que já se acostumou a que tudo aconteça muito rápido. Os jovens não querem perder tempo”, declara o executivo. Para que as criptomoedas sejam mais aceitas pelas gerações maduras, falta o entendimento melhor da tecnologia por trás da especulação. Jean acredita que quando essas pessoas reconhecerem que uma das principais contribuições da tecnologia blockchain para o sistema de finanças é a segurança, grande parte do preconceito difundido por quem não tem conhecimento mais aprofundado será obsoleto. “As criptomoedas, com um sistema de registro de transações rastreável e indelével, trazem segurança, velocidade e liberdade para o sistema financeiro. Especificamente sobre investimentos em cripto, a volatilidade é consequência dos mesmos fatores que trazem volatilidade às ações nas bolsas de valores, às commodities e a outros ativos financeiros”, esclarece Carbonera. No âmbito do agronegócio, que é o ramo de atuação de Jean, o segmento já exerce papel de destaque quando a discussão envolve finanças e tecnologia. Há muito volume de transações e ampla participação no mercado financeiro, bem como aplicação da alta tecnologia que o agro 4.0 leva às áreas rurais, em maquinários e equipamentos, pesquisa e desenvolvimento de insumos, entre outras inovações que promovem o aumento da produção a cada safra. “Aliar finanças e tecnologia é o caminho natural. É disso que tratam as criptomoedas e, se algum setor econômico tem potencial para ser forte nas finanças digitais, é o agro, responsável diretamente por um quarto do PIB nacional devido à sua ótima adaptação às novas tecnologias. Agro é tec”, finaliza o CEO. Bernardo Schucman, vice-presidente sênior de operações de Data Center na CleanSpark Para o especialista, o Brasil tem por tradição ser muito lento ao implementar legislação específica para novos setores da economia, ao contrário de países como EUA que veem uma grande oportunidade em abrir as portas de sua economia para novas e promissoras indústrias como a criptoeconomia. “Mesmo com essa morosidade o setor cresce em passadas largas devido ao sentimento dos investidores e do mercado que a oportunidade de investimento em criptomoedas é tão grande que vale a aventura sobre águas cinzas”. Bernardo analisa que existe uma nova geração que está acostumada ao digital e instantâneo, para ele essa geração trocou as moedas e cédulas de dinheiro tradicional por meios de pagamento digital. “Os jovens têm cada vez mais implementado em seus portfólios ativos protegidos da inflacao”. O especialista analisa que os bancos tradicionais nos EUA já estão oferecendo investimentos puros em criptomoedas para clientes de alto patrimônio e isso vai se estender brevemente, atingindo uma grande porção dos correntistas de bancos tradicionais facilitando seus investimentos em criptomoedas.

  • Experiências autênticas: o turismo sustentável como destino

    31/08/2021 Agência Vivalá retoma atividades e lança novos roteiros no Brasil Tornar o Brasil o maior destino de turismo sustentável do mundo: esse é o propósito da Vivalá, uma agência de turismo sustentável que realiza expedições em todo o país unindo comunidades, natureza e voluntariado em uma só experiência. O turismo foi um dos primeiros setores a sentir os impactos negativos das restrições impostas pela pandemia de COVID-19 e, não à toa, é também o que mais está se preparando para a retomada. Com as atividades turísticas suspensas no ano passado, a Vivalá redirecionou sua energia para realizar pesquisas junto aos viajantes, buscar captação de recursos via editais e articular uma campanha com doação de mais de 30 mil reais para comunidades tradicionais em situação de vulnerabilidade, que ficaram sem a visitação habitual. O cenário torna o turismo sustentável no Brasil uma opção viável de viagem, já que as comunidades tradicionais, como ribeirinhos e indígenas, já têm todos os adultos vacinados seguindo os grupos prioritários na imunização contra a COVID-19. Com a alta do dólar e as fronteiras fechadas em outros países, a retomada do turismo começa a atrair mais viajantes para destinos dentro do próprio Brasil. “Primeiro porque as pessoas estão cada vez mais buscando experiências autênticas, uma viagem que não seja apenas de turismo convencional, mas que também ajude a preservar o meio ambiente e cause impacto positivo na vida das pessoas, das comunidades. Também há uma procura crescente por viagens que proporcionem uma conexão profunda com a natureza em seu estado puro, seja pela segurança de estar em locais abertos, seja pela necessidade de ar livre depois de um longo período de isolamento, mas também pelo reconhecimento coletivo de que estar junto à natureza gera bem-estar”, explica Daniel Cabrera, diretor executivo e cofundador da Vivalá. Volunturismo: embarcando nessa viagem Não bastasse a oportunidade de conhecer geograficamente novos lugares, uma modalidade de turismo que permite um contato profundo com o destino, sua cultura e população local com intervenções que ajudem grupos sociais desfavorecidos é o volunturismo. O voluntário ou 'volunturista' que decide embarcar em uma expedição da Vivalá recebe um treinamento on-line para compreender a metodologia da agência, incluindo informações sobre biodiversidade, cultura local, contatos e sugestões do que deve ser levado na mala. Por meio de expedições em diferentes regiões do Brasil, a Vivalá faz um mergulho na cultura local de comunidades tradicionais ribeirinhas e indígenas com a intenção de valorizar a vida humana por meio do turismo de base comunitária. No país com a maior biodiversidade do mundo, as experiências sempre acontecem em unidades de conservação, fortalecendo a mensagem de proteção ambiental. Um dos diferenciais, além da própria imersão na cultura das comunidades locais, é auxiliar no empoderamento de pequenos negócios familiares. No total, são quase 200 empreendimentos como pequenas pousadas, restaurantes, canoeiros, artesãos, guias, confeiteiros, dançarinos, entre outros profissionais, que buscam solidificar suas iniciativas. O auxílio é baseado na empatia e escuta ativa, especialmente ouvindo o que essa população tem a oferecer em seu território. Em 50 expedições de turismo sustentável, a Vivalá já soma mais de R$ 530 mil reais injetados diretamente nas comunidades e mais de 150 negócios locais de turismo de base comunitária mentorados em mais de 4.600 horas de voluntariado. Para Daniel Cabrera, por meio do voluntariado é que se leva conhecimento para pessoas com pouco acesso à educação formal, ainda que tenham enorme sabedoria. “Queremos desenvolver a cadeia de fornecedores de turismo de base comunitária no país, criando pessoas cada vez mais preparadas para atuarem em seus negócios, gerando serviços de qualidade para os viajantes, disseminando sua cultura e gerando renda e qualidade de vida para suas famílias. Essa é nossa forma de promover inclusão, transferência de renda e empoderamento das comunidades: auxiliando em seu sustento, mas também trabalhando pela sua autoestima e independência”. Ao final da expedição, a troca empodera tanto os moradores locais das comunidades visitadas quanto os próprios turistas. “Para preservar é preciso conhecer. É notório o sentimento de gratidão nos viajantes, após a viagem, por ter vivido algo intenso, ter ajudado a tornar a vida de alguém melhor e criado laços com os comunitários, o que vai além da mera relação de cliente ou de turista, mas uma relação de respeito, colaboração, construção coletiva e de amizade”, conta o cofundador da Vivalá. Expedições 2021 Cinco destinos já estão confirmados para o segundo semestre de 2021, entre eles Lençóis Maranhenses; Aldeia Idígena Shanenawa, no Acre; Geoparque Seridó, no Rio Grande do Norte; Chapada Diamantina, na Bahia; Grande Sertão Veredas, entre Minas Gerais e Bahia; e Chapada dos Veadeiros, no Planalto Central. Atualmente, a Vivalá atua em dois destinos na Amazônia: Rio Negro, no Amazonas, e Rio Tapajós, no Pará. As próximas aventuras estão marcadas para o feriado de sete de setembro. Serão 8 dias e 7 noites de imersão junto à população ribeirinha local. No caso da Expedição Rio Tapajós, a viagem começa em Santarém, a terceira maior cidade paraense, passa pelas comunidades de Maguari e Jamaraquá, dentro da Unidade de Conservação da Floresta Nacional dos Tapajós, segue por trilhas e outras experiências, como o Carimbó, até chegar em Alter do Chão (por água) onde é possível se conectar com cenários como a Praia da Ponta das Pedras e a Praia do Amor. Já a Expedição Rio Negro, tem início em Manaus e se desenvolve na comunidade ribeirinha de Lago do Acajatuba, cerca de 1h30 de barco da capital amazonense. Lá, o grupo vive experiências como trilha na selva, mergulho no rio, observação do céu, oficinas culturais, além, é claro, do voluntariado. As expedições incluem transporte terrestre e aquático (desde o ponto de partida do início da expedição), hospedagem e quase todas as refeições, exceto em dias livres para jantares e inclui acompanhamento de guia em todos os destinos. “A partir de nossa parceria com a Fundação Grupo Boticário, temos o compromisso de expandir o turismo sustentável para outros biomas e comunidades do Brasil em 2021. Por isso, além da nossa tradicional atuação na Amazônia, entre Amazonas e Pará, temos agora a aldeia indígena Shanenawa, no Acre”, conta Cabrera, que também revela um amplo objetivo a longo prazo da agência: “Queremos transformar o Brasil no maior destino de turismo sustentável do mundo, um turismo inclusivo, que proporcione bem-estar para todos os envolvidos, a biodiversidade, as comunidades tradicionais e os viajantes”. Expansão A Vivalá possui plano de expansão para os próximos cinco anos que prevê quatro linhas de produto: Volunturismo em Grupo, Volunturismo Individual, Ecoturismo em Grupo e Ecoturismo Individual, com a operação de todas essas modalidades em todos os estados brasileiros. Com a pandemia, o processo de digitalização das operações acelerou, o que permite hoje que os colaboradores da Vivalá atuem de forma essencialmente remota. A partir de uma gestão direcionada por dados e resultados, a agência criou um alto potencial de escalabilidade na missão de transformar o Brasil no maior destino de turismo sustentável do mundo, e a Vivalá, na maior referência desse mercado no país. “Vamos diversificar nossa relação direta com os viajantes a partir do crescimento do time Vivalá, com programas de afiliados e de indicações, e buscando uma presença maior em mercados internacionais. Também estamos intensificando nossa relação com agências parceiras e criando experiências exclusivas para organizações, empresas e escolas”, finaliza Daniel Cabrera. Cuidados A Vivalá tem feito um acompanhamento da vacinação nos locais a serem visitados e atua na conscientização em relação aos cuidados que devem ser tomados para a retomada das atividades. Cada viajante recebe, antes da viagem, duas máscaras e um frasco de álcool em gel 70%. Ao longo de toda a viagem também são disponibilizadas máscaras descartáveis, para reforçar os cuidados necessários. Os cuidados estão redobrados na alimentação e limpeza das hospedagens e, no máximo, dois viajantes são permitidos por quarto, para evitar aglomerações. Os grupos ainda permanecem 50% menores para este ano. São recomendados ainda testes para a COVID-19 antes e depois da viagem. Com o avanço da vacinação da população em geral, também está sendo estudada uma forma de garantir que todos os viajantes estejam vacinados antes das excursões. Estão suspensas todas as atividades que promovem aglomerações, como pequenas celebrações nas comunidades visitadas. Sobre a Vivalá A Vivalá Turismo Sustentável no Brasil surgiu em 2015 como um negócio social com a missão de ressignificar as relações das pessoas com o turismo, empoderando comunidades e transformando percepções. A agência é especializada em expedições em unidades de conservação com profunda interação com a natureza e imersão nas comunidades locais através do turismo de base comunitária e voluntariado. A Vivalá tem reconhecimentos importantes, tendo sido escolhida em 2021, pela Fundação Grupo Boticário, para expandir o trabalho de Turismo Sustentável no país. No site www.vivala.com.br é possível encontrar todos os roteiros e expedições agendadas para os próximos meses. Mais informações pelo e-mail contato@vivala.com.br ou telefone (11) 95658-5778. Foto: Divulgação

  • Morre o baixista Gus Tomb, da banda Os Catalépticos, vítima da Covid-19

    31/08/2021 Música de 52 anos estava na banda desde de 1996 O músico curitibano Gustavo Rodrigues, ou Gus Tomb, da banda Os Catalépticos, morreu na tarde desta segunda-feira, dia 30, aos 52 anos, vítima de complicações da Covid-19. A confirmação foi feita pela própria banda, em seu perfil nas redes sociais. Gus era baixista da banda desde 1996. “É com extremo pesar, e de difícil aceitação, que temos que dar a notícia do falecimento do nosso grande irmão Gustavo Rodrigues, o Gus Tomb, assim que tivermos mais notícias vamos informar. Quem puder mande boas vibrações para ele”, diz uma mensagem na página da banda Catalépticos no Facebook. Os Catalépticos são conhecidos como uma das maiores bandas do Psychobilly do mundo. Foto: Reprodução/Facebook

  • Willian diz que está pronto e feliz com a volta ao Corinthians

    31/08/2021 Brasileiro de 33 anos estava jogando pelo Arsenal O meia-atacante Willian está retornando ao Corinthians. Após ter rescisão de contrato com o Arsenal confirmada, o atleta foi anunciado oficialmente como reforço pelo Timão na tarde desta segunda-feira, dia 30. Revelado pelo clube paulista, ele assinou até o fim de 2023. Willian deve ser apresentado pelo Corinthians na quarta-feira, data em que o clube completa 111 anos. O anúncio foi feito em uma live no Instagram, que reuniu Willian e o presidente Duilio Monteiro Alves. Em suas primeiras palavras como novo reforço do Corinthians, o jogador falou sobre o retorno e agradeceu o carinho que recebeu dos torcedores. "Estou pronto, na expectativa de poder voltar e vestir essa camisa. Estou muito feliz, com certeza será um prazer imenso. Quero te agradecer por todo esforço, agradecer a diretoria, toda comissão técnica. Estou de volta. Quero agradecer todos os torcedores também, que me mandaram muitas mensagens de carinho. Vou fazer de tudo para dar alegria para todo torcedor. Valeu Fiel!", afirmou. Foto: Reprodução

  • Caminhão carregado de pães de forma tomba na BR-376, em Guaratuba

    31/08/2021 Acidente ocorreu próximo ao trecho conhecido como "curva da santa" Na manhã desta terça-feira, dia 31, um caminhão carregado de pães de forma tombou na BR-376, em Guaratuba, no litoral do Paraná. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o motorista do veículo morreu. De acordo com a concessionária batida aconteceu 500 metros antes da Curva da Santa, onde, em janeiro, um ônibus tombou, em um acidente que matou 19 pessoas e feriu outros 31 passageiros. O acidente aconteceu por volta das 6h30 na descida da Serra do Mar, no sentido Santa Catarina da rodovia, na altura do km 668. O caminhão tombou sobre o canteiro central da rodovia, e a carga se espalhou pelas pistas nos dois sentidos da estrada. Segundo a PRF, não há informações sobre o que causou o acidente. Foto: Reprodução TV

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