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Recursos recuperados pela Sanepar na Justiça serão usados para reduzir tarifas e ampliar investimentos

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

29/04/2026


A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está estruturando a aplicação de R$ 4 bilhões em recursos recuperados judicialmente com o objetivo de beneficiar diretamente a população paranaense.


Entre as medidas estão a redução das tarifas e a ampliação de investimentos em infraestrutura de saneamento em diversas regiões do Estado.


Os valores foram obtidos a partir de uma iniciativa da própria Sanepar, com reconhecimento na Justiça, assegurando um direito da empresa e reforçando sua capacidade de planejamento e investimento.


Agora, a destinação dos recursos segue em análise técnica, dentro dos trâmites regulatórios.


De acordo com o presidente da Sanepar, Wilson Bley Lipski, os recursos terão impacto direto na vida da população.


“Serão utilizados para beneficiar diretamente os paranaenses — inclusive com a redução das tarifas”, afirmou.


Além da redução nas contas, parte dos recursos será direcionada a obras estruturantes, como a melhoria dos sistemas de abastecimento de água e a ampliação das redes de coleta e tratamento de esgoto.


“Isso significa mais saúde para as famílias, mais qualidade de vida e mais segurança para o desenvolvimento econômico”, acrescentou o presidente.


O avanço recente da Sanepar reforça esse direcionamento.


Entre 2018 e 2025, a cobertura de esgotamento sanitário nas áreas urbanas passou de 72,5% para 81,9%, aproximando o Paraná das metas de universalização previstas no Marco Legal do Saneamento.


No mesmo período, a rede coletora de esgoto cresceu 22,6%, com a expansão de mais de 8 mil quilômetros.


Para o ciclo de 2026 a 2030, a Sanepar aprovou o maior volume de sua história, com mais de R$ 13 bilhões destinados à expansão do esgotamento sanitário e ao reforço da segurança hídrica.


A empresa também ampliou o programa Água Solidária, que oferece descontos de até 80% na tarifa e já atende mais de 600 mil famílias no Estado.


Foto: Geraldo Bubniak/AEN


 
 
 

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