Maria Victoria (PP) assume compromisso de levar Casas do Autista às regiões do Paraná
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07/09/2026

Proposta prevê centros regionalizados de atendimento multidisciplinar para pessoas com TEA e apoio permanente às famílias
A deputada estadual Maria Victoria (PP) assumiu o compromisso de trabalhar pela implantação de Casas do Autista regionalizadas no Paraná, ampliando o acesso de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) a atendimento especializado próximo de onde vivem.
A proposta prevê a articulação entre Governo do Estado, municípios e instituições especializadas para estruturar uma rede regional de acolhimento e atendimento multidisciplinar.
“A família que recebe um diagnóstico de autismo precisa encontrar uma rede de apoio, orientação e atendimento. E precisa encontrar essa estrutura perto de casa. O CEP não pode determinar se uma criança terá ou não acesso às terapias e aos profissionais de que necessita”, afirma Maria Victoria.
Uma das maneiras de viabilizar as Casas do Autista é o financiamento das construções com recursos das economias da Assembleia Legislativa, nos mesmos moldes do programa de creches. “Estamos construindo mais de 300 creches em todas as regiões com recursos das economias dos 54 deputados e deputadas. Podemos usar o mesmo modelo”, explica.
REGIONAIS - A ideia é instalar as Casas do Autista de maneira regionalizada, priorizando cidades-polo e permitindo que cada unidade atenda também moradores dos municípios do entorno.
“Uma criança que vive no interior precisa ter acesso a oportunidades semelhantes às de quem vive nos grandes centros. É essa distância que queremos diminuir”, pontua.
Os espaços deverão reunir serviços e profissionais de diferentes áreas, de acordo com as necessidades de cada pessoa, promovendo desenvolvimento, autonomia, inclusão e qualidade de vida.
IDADES - Maria Victoria ressalta ainda que o atendimento deve acompanhar as diferentes fases da vida. “O autismo não termina na infância. Precisamos pensar na criança, no adolescente e no adulto”.
A implantação das unidades deverá ocorrer por meio de parceria com o Governo do Estado, municípios e instituições que já possuem experiência no atendimento às pessoas com TEA.
“Não precisamos começar do zero. O Paraná tem profissionais, universidades, entidades e experiências muito importantes. O nosso papel é conectar essa capacidade, fortalecer o que já funciona e ajudar a levar atendimento especializado para todas as regiões.”, frisa.







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