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Duplex de Robinho completa um ano à venda por R$ 9,9 milhões

há 1 hora
2 min de leitura

28/10/2026


Após um ano disponível no mercado imobiliário, a cobertura do ex-jogador Robinho continua sem ter um novo dono. O imóvel de dois andares localizado de frente ao mar, no bairro Aparecida, em Santos, no litoral de São Paulo, está avaliado em R$ 9,99 milhões.


Inicialmente, o apartamento foi colocado à venda por R$ 11 milhões, em novembro de 2025. Em julho deste ano, porém, o valor original do imóvel foi reduzido em 1,1 milhão. O movimento da venda ocorre em meio à reorganização dos bens da família do ex-atacante do Real Madrid.


Como é a cobertura duplex de Robinho?


Segundo a imobiliária Painel Imóveis, a cobertura tem 431 metros quadrados e conta com uma estrutura completa de segurança e lazer. Na parte interna, o imóvel tem três suítes completas, sendo que o quarto principal é equipado com banheira de hidromassagem, dois espaços de closet, camarim e um escritório.


O apartamento também conta com salas de televisão, jantar, e visitas, seis banheiros, dois lavabos, cozinha ampla e quarto para funcionários. A área externa do imóvel conta com vista panorâmica para o mar, piscina privativa com deck de madeira e espaço gourmet.


O projeto do apartamento também levou em consideração a segurança dos moradores, incluindo portas blindadas e um moderno sistema de câmeras que monitoram a área interna e externa do imóvel. 


Apartamento com tudo dentro

O apartamento está sendo anunciado com "porteira fechada", termo usado para indicar que o imóvel está pronto para ser ocupado, equipado com móveis, eletrodomésticos e outros itens que podem ou não ter pertencido aos antigos donos. 

Nas imagens divulgadas pela imobiliária, é possível identificar alguns itens da decoração deixada pela família do ex-atleta.


Prisão

Robinho  está preso desde 20 de março de 2024, quando teve a homologação da pena de 9 anos de prisão confirmada pelo  Superior Tribunal de Justiça (STJ) no Brasil.


A condenação é referente ao crime de estupro coletivo cometido contra uma mulher albanesa, ocorrido em 2013, na Itália. Na ocasião, ele atuava pelo  Milan.


Para comprovar o crime, a Justiça italiana utilizou escutas telefônicas e grampos autorizados, cujos áudios registraram Robinho admitindo o abuso sexual e debochando da situação da vítima.


Robinho e seu amigo Ricardo Falco foram condenados em primeira instância no ano de 2017. Após o processo esgotar todas as instâncias de recurso na Justiça italiana, a condenação definitiva resultou em nove anos de prisão.




Foto: Reprodução/Instagram



 
 
 

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