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Cesta básica nos Armazéns e Sacolões da Família é 46% mais barata que nos mercados pesquisados pelo Dieese

há 1 hora
2 min de leitura

15/10/2026


Isabella Mayer/SECOM
Isabella Mayer/SECOM



Os preços acessíveis dos produtos vendidos nos Armazéns e Sacolões da Família da Prefeitura ajudam os curitibanos a economizar na hora de colocar comida na mesa. Em setembro, a compra da cesta básica nos equipamentos municipais chegou a R$ 453,47 (considerando a preparação do pão francês em casa). O valor é 46,14% menor que os R$ 841,93 registrados pela pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para Curitiba.


Na opção que considera a compra de pão de forma, a cesta custa R$ 466,77, valor 44,56% inferior ao levantamento do Dieese na capital paranaense.


A comparação também mostra vantagem em relação a Aracaju, que registrou cesta básica de R$ 587,76 em setembro, o menor valor entre as capitais pesquisadas pelo Dieese. Com os preços dos Armazéns e Sacolões da Família, a cesta curitibana fica R$ 120,99 mais barata na opção com pão de forma e R$ 134,29 na versão com pão francês feito em casa.


“Os Armazéns e Sacolões da Família são importantes aliados de quem busca economizar sem abrir mão de uma alimentação de qualidade. A Prefeitura trabalha para ampliar o acesso da população a alimentos com preços acessíveis, ajudando a aliviar o orçamento doméstico e fortalecendo a segurança alimentar”, afirma o secretário municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, Leverci Silveira Filho.


Como é calculada a cesta

A simulação utiliza como referência a composição regional da cesta básica do Dieese, aplicando os preços dos produtos disponíveis nos equipamentos municipais. O levantamento oficial segue o Decreto-Lei nº 399, de 1938, e considera 13 itens: carne bovina, leite integral, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, pão francês, café, banana, açúcar, óleo e manteiga.


Para Curitiba, a referência é a Região 3, que abrange Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. As quantidades mensais seguem os parâmetros regionais da pesquisa, por isso podem diferir das utilizadas em outras regiões do país.


A composição também considera a disponibilidade dos produtos nos Armazéns da Família. Como os cortes bovinos de primeira não são comercializados na rede, a carne moída foi utilizada na comparação. Em levantamentos anteriores, a alternativa adotada era a carne de frango.


A planilha de setembro apresenta duas possibilidades para o pão: uma com pão de forma e outra com pão francês preparado em casa. Nesta última, entram os custos de farinha de trigo, fermento, sal e gás. O cálculo considera dez receitas para produzir 120 unidades.


A erva-mate e o orégano foram retirados da comparação porque não fazem parte da lista de 13 itens usada pelo Dieese no cálculo mensal da cesta básica oficial. Outras políticas de alimentação adotam referências mais amplas, mas não devem ser confundidas com essa metodologia.


Os equipamentos

Os Armazéns da Família atendem famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já os Sacolões da Família complementam a oferta com frutas, verduras e legumes a preços acessíveis. Juntos, os equipamentos municipais integram a política de abastecimento da Prefeitura de Curitiba para facilitar o acesso a alimentos e contribuir para a economia das famílias.


 
 
 

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