Violência em Los Angeles aumenta com presença da Guarda Nacional
- 9 de jun. de 2025
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09/06/2025
Carros foram incendiados em meio a protestos contra deportações de imigrantes

A tensão aumentou em Los Angeles, nos Estados Unidos, após a chegada de homens da Guarda Nacional enviados pelo presidente Donald Trump.
Há três dias, a cidade vive protestos contra medidas de Trump para expulsar imigrantes ilegais. Los Angeles tem forte presença de comunidades latinas.
No domingo (8), homens encapuzados queimaram carros e foram reprimidos pelas forças de segurança com gás e balas de borracha. Houve ao menos 27 prisões, segundo o jornal Los Angeles Times.
Em uma rede social, Trump disse que "multidões violentas" estão atacando agentes federais. "A ordem será restaurada e os ilegais serão expulsos", disse o presidente.
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, criticou o envio das tropas federais. Ele foi contra o uso dessas forças e disse que o presidente comete abuso de poder e quer acirrar o conflito.
Newsom é do Partido Democrata, de oposição.
"Todos os governadores democratas concordam: as tentativas de Donald Trump de militarizar a Califórnia são um alarmante abuso de poder", disse.
Horas após a chegada da Força Nacional, o centro de Los Angeles voltou a ser ocupado por uma marcha em defesa dos imigrantes.
Houve confrontos, e carros foram incendiados. As forças de segurança usaram gás lacrimogênio e balas de borracha.
Segundo a agência de notícias AP, o confronto começou quando centenas de pessoas protestavam em frente a uma prisão. Segundo a Reuters, as tropas enviadas por Trump foram posicionadas ao redor de prédios do governo federal.
A rodovia 101, que corta Los Angeles, chegou ser totalmente bloqueada. Carros autônomos da Waymo, empresa da Alphabet (dona do Google), foram queimados.
A polícia de Los Angeles declarou que os protestos são "reuniões ilegais" e disse que foi atacada com pedras e garrafas.







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