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Tico Kuzma desiste de ser testemunha de Éder Borges no Conselho de Ética

  • há 26 minutos
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10/07/2026


Prazo para conclusão dos trabalhos é dia 31 de julho


CMC
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A reunião do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar (CEDP) da Câmara Municipal de Curitiba (CMC), realizada nesta sexta-feira (10), terminou em impasse sobre a oitiva de Tico Kuzma (PSD), presidente da CMC, no processo ético-disciplinar (PED) 1/2026. O vereador, indicado como testemunha pela defesa de Eder Borges (Novo), pediu para ser excluído do rol de depoentes, alegando questões de saúde e licença-luto, em razão do falecimento de sua mãe.

 

A defesa do representado, formada pelos advogados Pierre Lourenço e Maurício Vitor Leone de Souza, protestou contra a dispensa da testemunha. Segundo Pierre, Tico Kuzma não teria prerrogativa para pedir a própria exclusão e estaria disponível para depor a partir da próxima semana. Para o advogado, deixar de ouvir o presidente da Câmara poderia prejudicar a defesa.

 

O presidente do CEDP, Hernani (Republicanos), defendeu que a prova testemunhal pretendida deve ser analisada à luz da necessidade e afirmou que as filmagens da sessão em apuração já oferecem prova documental concreta sobre os fatos. Para ele, as imagens do plenário seriam suficientes para esclarecer o episódio, sem necessidade de insistir na oitiva de Tico Kuzma, mas a defesa discordou.

 

Maurício de Souza argumentou que, se a testemunha não pudesse comparecer dentro de um prazo específico, deveria ser dada à defesa a possibilidade de indicar outro nome para esclarecer os mesmos fatos. Pierre Lourenço acrescentou que, caso a defesa não encontre outra testemunha, insistirá no depoimento do presidente da CMC.


 
 
 

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