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STF revalida provas e faz caso da médica Virgínia avançar

há 10 horas
1 min de leitura

09/09/2026


Virgínia é investigada por mortes na UTI entre 2006 e 2013


Reprodução
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Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a movimentar o caso da médica Virgínia Helena Soares de Souza, ex-chefe da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Geral do Hospital Evangélico de Curitiba. O Supremo reconheceu a validade de provas obtidas durante mandados de busca e apreensão realizados em 2013, no curso da investigação sobre mortes de pacientes na unidade.

A decisão, publicada em 30 de agosto de 2026, atende a recurso apresentado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) e reforma entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que havia anulado diversas provas em decisão de 2025. Entre os materiais considerados válidos novamente estão informações de 1.670 prontuários médicos de pacientes que morreram na UTI entre janeiro de 2006 e fevereiro de 2013.

Com a decisão do STF, ações penais e inquéritos que estavam suspensos por dependerem dessas provas podem voltar a tramitar. Segundo o MPPR, o Supremo entendeu que as buscas realizadas em 2013 foram legítimas e ocorreram dentro de uma investigação que já contava com indícios de autoria e materialidade.


 
 
 

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