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Serviços e construção civil puxam geração de empregos formais em Curitiba

  • há 5 horas
  • 2 min de leitura

28/08/2026


O saldo, que é a diferença entre as contratações (347.714) e demissões (330.3455) no período, foi o quinto maior entre as capitais


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Curitiba gerou um saldo de 17.259 vagas com carteira assinada de janeiro a julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgados nesta sexta-feira (28/8). O saldo é a diferença entre as contratações (347.714) e demissões (330.455) no período e foi o quinto maior entre as capitais. Ficou atrás apenas de São Paulo (SP), com 66.793; Brasília (DF), com 27.403; Rio de Janeiro (RJ), 22.194; e Salvador (BA), 18.729; cidades bem mais populosas que a capital paranaense.

 

Sozinha, Curitiba respondeu por 25% das vagas de emprego formal no Estado (68.243). O estoque de empregos com carteira assinada em Curitiba ao final de julho ficou em 814.343.

 

O setor de serviços puxou as contratações no período, com saldo de 14.961 vagas geradas. A construção civil também foi destaque, com1.286 novos empregos, o comércio, com saldo de 597 novas vagas, e a indústria, com 460 novos empregos.

 

“A Prefeitura tem estruturada uma forte política municipal de apoio à geração de empregos e promove eventos e ações voltados a aproximar quem procura uma vaga de quem está contratando. Em 2025, lançamos o Sine Móvel, o Tarifa Zero a Caminho do Emprego e ampliamos os mutirões de contratação. Esse bom resultado nos números também é reflexo desse esforço”, diz o prefeito Eduardo Pimentel.

 

Entre os grupos de atividades com maior saldo de vagas com carteira assinadas no período estão venda de comércio e supermercados, com 9.205 novos empregos; serviços administrativos (5.229) e produção de serviços e bens industriais (3.956).

 

Capacitação de mão de obra, mutirões de emprego e políticas de apoio tanto ao empreendedorismo quanto sociais, como o programa Tarifa Zero a Caminho do Emprego, são alguns fatores que ajudam a explicar a criação de novas vagas e a baixa taxa de desemprego de Curitiba, hoje em 3,9%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD Contínua) do IBGE referente ao segundo trimestre de 2026.


 
 
 

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