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Reunião discute melhorias na segurança dos cruzamentos ferroviários em Curitiba

  • 26 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

26/07/2025


Acidente entre trem e biarticulado acendeu o alerta


Representantes da Urbanização de Curitiba (Urbs), Superintendência de Trânsito (Setran), da ABC Escola de Trânsito e da operadora ferroviária Rumo realizaram uma reunião, na tarde desta sexta-feira (25/7), para debater soluções para ampliar a segurança nos cruzamentos com a linha férrea em Curitiba.

 

Mecanismos para melhorar protocolos de segurança e a sinalização, além da viabilidade de colocar cancelas nas passagens, foram alguns dos temas abordados. O objetivo é reforçar ações para evitar acidentes como o que ocorreu na noite da última terça-feira (22/7) entre um trem da Rumo e um biarticulado na Avenida Paraná, no Cabral, que partiu o ônibus ao meio e deixou 11 feridos (sem gravidade). As condições do acidente estão sendo apuradas pela Polícia Civil.

 

“A questão principal aqui é que não podemos deixar pessoas expostas ao risco de morte nestes cruzamentos. Vamos somar esforços para viabilizar investimentos em melhorias”, disse o presidente da Urbanização de Curitiba (Urbs), Ogeny Pedro Maia Neto.

 

Nos últimos meses, Setran, Urbs e Rumo já vinham discutindo alternativas para aumentar a segurança nas passagens de nível na cidade, segundo o superintendente de trânsito, Bruno Pessuti. 

 

A intenção, de acordo com Pessuti,  é fazer um estudo técnico nas 49 passagens de nível da capital e verificar quais soluções são mais indicadas para cada uma e estruturar um projeto de investimento. O foco é atender principalmente as 16 passagens que têm cruzamento com semáforos.

 

Em Curitiba, há 37 quilômetros de trilhos. O ramal ferroviário de cargas passa por diversas áreas adensadas em bairros como Centro, Cabral, Alto da XV, Cristo Rei, Cajuru e Uberaba. A Prefeitura tem atuado e cobrado da União soluções para a questão do transporte ferroviário na capital. O próprio prefeito Eduardo Pimentel tem participado de uma série de reuniões com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e com o Ministério dos Transportes para viabilizar um contorno ferroviário.

 
 
 

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