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Retirada da linha férrea da área urbana de Curitiba volta a ser debatido

  • 24 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura

24/07/2025


Na noite de terça-feira, trem e ônibus biarticulado colidiram


Com o acidente entre um ônibus biarticulado e um trem na noite de terça-feira (22) em Curitiba, voltou a ser assunto a retirada da linha férrea do perímetro urbano da capital paranaense.

 

Apenas na cidade, são 37 quilômetros de trilhos que recebem a passagem de trens de carga. O atual contrato de concessão vale até 2027 e é assinado pelo Ministério dos Transportes, por meio da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), e a Rumo Logística, responsável pela concessão da Malha Sul.

 

Sobre o assunto, o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex, defendeu o desligamento do Ramal Rio Branco, estrada de ferro da Malha Sul que passa pelo perímetro urbano de Curitiba. Para o secretário, a permanência da linha férrea na região central da capital oferece perigo para a população.

 

O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD), declarou após o acidente que “não descansará” para retirar os trens de carga de Curitiba, com a construção de um contorno ferroviário.

 

Pimentel comentou que esteve em Brasília para tratar do assunto e, depois do acidente que envolveu um biarticulado e um trem, entrou novamente em contato com o Governo Federal.

 

Sobre o tema, o Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Meio Ambiente, declarou estar atento à possível construção de um contorno. Para o promotor Sérgio Luiz Cordoni, o local não pode passar por áreas de preservação ambiental, como exemplificou num caso anterior.

 
 
 

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