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Recordações da Copa de 2026

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

20/07/2026


O que marcou na Copa de 2026 para o Brasil?

Deixemos o lirismo de lado porque o futebol é a bola na rede e a tática bem aplicada.


Para esquecer; as dancinhas ridículas dos jogadores da Seleção após os minguados gols; Neymar e adjacências; Vini Jr. e as aventuras amorosas; o pênalti perdido; o minuto seguinte à eliminação de ver que ninguém chorou de verdade e todos com cara de saco cheio; no dia seguinte à derrota, os festejos a farra e a tradicional bebedeira. O nem aí, para o manto canarinho.


Nos EUA: o racismo oficial e escancarado; Trump acenando para as vaias no final da Copa; a FIFA faturando US$ 13 bilhões; a média dos ingressos em dois mil dólares e na final 11 mil dólares por assento, só para torcedores ricos.


A Seleção: um time medíocre e desinteressado; jogadores em final de carreira sendo convocados; um técnico estrangeiro que jamais derramaria uma lágrima pela Seleção; uma CBF confusa, corrupta e sem direção.

Zero planejamento para a próxima Copa.


E a Espanha? Fez a lição de casa e ganhou.


E a Argentina? Achou num sonho delirante que Messi se compara à Pelé e no final deu às costas para a comemoração da Espanha, uma vergonha parcelada, no cartão, em doze vezes.


A e Madona hein? Flertando com o Ronaldinho Gaúcho.


Ronaldo, o fenômeno, dirigindo um buggy off-road, num rolê aleatório, com cara de quem já sabia que o Brasil não iria a lugar nenhum.

E o juiz?


O retrato do escárnio e da falta de critérios para apitar faltas, não fazer expulsões. E no fim, ganhou uma medalha por isso – é a FIFA, essa esfinge que ninguém decifra e é consumido por ela.


O caneco que não é mais caneco sendo levado numa sacola de plástico para a Espanha pelo craque cabeludo dos vitoriosos.


A bola não respeita o desaforo, a empáfia e a indisciplina.


Ver a piazada queimando o álbum de figurinhas foi a imagem da Copa para muitas crianças, algo como; nunca mais queremos ver a cara desses jogadores, nem do técnico.


Quem mais ganhou na Copa? As Bets.


O que restou? Relembrar o passado de glórias e a eterna Seleção de 1970.

 

 

Texto por: Cláudio Henrique de Castro

Foto: Banda B


 
 
 

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