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Ponte de Guaratuba alcança 73% de execução

  • 10 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

10/09/2025


Orçada em quase R$ 400 milhões a obra segue com frentes de trabalho intensas


A construção da nova Ponte de Guaratuba, no Litoral, alcançou 73% de execução, conforme boletim de obras de agosto de 2025. O empreendimento, orçado em quase R$ 400 milhões e executado pelo Consórcio Nova Ponte, segue com frentes de trabalho intensas tanto nos acessos quanto na estrutura principal.

 

“Permanecemos superando todos os desafios rumo à conclusão da obra, sendo executada com total qualidade e atendendo todas as normativas para uma obra de arte especial e para os seus acessos, como também os aspectos ambientais e demais critérios”, afirma o diretor-presidente do DER-PR, Fernando Furiatti. “Os paranaenses podem marcar no calendário do ano que vem, a inauguração da Ponte de Guaratuba será realizada no mês de abril, conforme previsto”.

 

No trecho pré-moldado, foram concluídas 62 estacas (24 no estaiado e 38 no pré-moldado), além de 16 vigas travessas. Já foram fabricadas 126 vigas longarinas e lançadas 110, permitindo a execução de 11 lajes do tabuleiro em um total de 23 vãos previstos ao longo de toda a ponte.

 

No trecho estaiado, parte de maior complexidade técnica, as fundações, pilares das torres e aduelas de partida já estão finalizados. Em agosto, os trabalhos avançaram com importantes etapas de concretagem no trecho estaiado. Utilizando a técnica de balanços sucessivos, foram executados três pares de aduelas no apoio 04 e dois pares no apoio 05, totalizando 85 metros concluídos de um total de 320 metros previstos para esse trecho da ponte. Também foram instalados os primeiros estais, cabos de aço que darão sustentação para a parte central da estrutura.

 

Os estais são cabos de aço tensionados que se ligam diretamente ao tabuleiro e às torres (mastros) da ponte. Eles sustentam o peso do tabuleiro, transportando as cargas verticais e horizontais para as torres, que por sua vez recebem essas forças e as transferem para as fundações por meio de compressão vertical. Já a fundação absorve e distribui as forças vindas dos mastros e estais para o solo e a rocha, por meio das estacas marítimas.

 
 
 

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