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Políticas para as mulheres é tema de debate na Casa da Mulher Brasileira

  • há 2 horas
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03/03/2026


Representantes de nove municípios paranaenses se reuniram na manhã desta terça-feira (3), na Casa da Mulher Brasileira de Curitiba, para a reunião do Colégio de Gestoras de Políticas Públicas para as Mulheres (CGPPM). O encontro marcou o início da agenda estratégica de 2026 e consolidou o alinhamento entre o Governo do Estado e as administrações municipais na execução de políticas voltadas à promoção de direitos e ao enfrentamento das violências.


Além da Secretaria Municipal da Mulher e Igualdade Étnico-Racial (SMIR), pasta à qual a Casa da Mulher Brasileira está vinculada, participaram gestoras de Campo Largo, Cianorte, Loanda, Toledo, Ponta Grossa, Reserva, Londrina e Rio Negro. Representantes da Secretaria Estadual da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi) e da equipe técnica estadual também estavam presentes.


Realizada no mês em que se concentram as mobilizações pelo Dia Internacional da Mulher, a reunião teve como foco o planejamento das ações prioritárias para 2026, o fortalecimento da rede de atendimento e a qualificação das iniciativas municipais. Ao longo da programação, foram apresentados programas e projetos estratégicos em andamento no âmbito estadual, além de orientações sobre financiamento e repasses destinados às políticas públicas para as mulheres.


Outro ponto central foi o espaço de escuta das gestoras municipais, que puderam apresentar demandas locais, desafios estruturais e compartilhar experiências bem-sucedidas em seus territórios. A proposta é garantir maior integração entre Estado e municípios, evitando sobreposição de ações e ampliando a efetividade das políticas implementadas.


Visita técnica 


Além das discussões técnicas, as participantes realizaram uma visita institucional guiada na Casa da Mulher Brasileira, onde conheceram a estrutura física, os serviços ofertados e o modelo de atendimento integrado às mulheres em situação de violência. A CMBC reúne, em um único espaço, acolhimento psicossocial, orientação jurídica e articulação com a rede de proteção.


A expectativa é que a experiência sirva de referência para o aprimoramento dos serviços municipais e para a consolidação de uma rede mais estruturada e articulada em todo o estado.

 

 

 

Foto: Levy Ferreira/SECOM


 
 
 

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