Paraná acumula cinco superávits desde 2019
- 27 de out. de 2025
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27/10/2025
Os números apontam ainda que 2025 tende a manter o cenário de exportações em maior volume do que as importações

O Paraná registrou superávit na balança comercial em cinco anos desde 2019, de acordo com dados do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), compilados a partir da Secretaria de Comércio Exterior do governo federal. O número iguala a quantidade de superávits dos nove anteriores - foram quatro déficits consecutivos entre 2011 e 2014. Confira os dados AQUI .
Os números apontam ainda que 2025 tende a manter o cenário de exportações em maior volume do que as importações. Entre janeiro e setembro, o saldo positivo é de aproximadamente US$ 2,1 bilhões. As vendas somaram US$ 17,7 bilhões e as compras de itens estrangeiros movimentaram US$ 15,6 bilhões nesse período.
"Os sucessivos superávits que o Paraná vêm registrando na sua balança comercial refletem a competitividade das empresas locais, com o apoio do Governo do Estado para garantir infraestrutura de escoamento. As exportações paranaenses destacam-se pela diversificação, incluindo desde alimentos até produtos de alto valor agregado, como automóveis, tratores e caminhões", afirma o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado.
Em 2019, o saldo registrado foi de pouco menos de US$ 2 bilhões, fruto de US$ 16,4 bilhões arrecadados em exportações e US$ 14,4 bilhões em importações, principalmente de fertilizantes para o agronegócio, uma tendência estadual. A economia paranaense mostrou resiliência em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, quando a diferença entre as exportações (US$ 16,2 bilhões) e importações (US$ 11,8 bilhões) resultaram em um superávit de US$ 4,3 bilhões.
A partir de 2021 os montantes envolvidos no comércio paranaense com o mercado internacional cresceram bastante, mesmo ainda em meio ao estado de emergência em saúde pública. Naquela oportunidade, os valores em exportações subiram para US$ 19 bilhões - quase US$ 3 bilhões a mais do que nos dois anos anteriores. Como as importações também subiram, alcançando US$ 16,9 bilhões, o saldo acabou ficando em US$ 2 bilhões.







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