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Paraná tem diminuição de 82% na mortalidade materna em 2022

  • 26 de dez. de 2022
  • 2 min de leitura

26/12/2022


Rede de serviços para gestantes no Estado é referência nacional



As ações implementadas e direcionadas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) refletiram na queda de mortes maternas no Paraná. Segundo dados parciais do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e Nascidos Vivos (Sinasc), até setembro de 2022 foram registrados 31 óbitos maternos, contra 178 ao longo de todo o ano de 2021, uma queda de 82,5%.


Isso é o resultado da garantia a assistência à gestação, ao parto e ao puerpério das mulheres paranaenses e ao nascimento e desenvolvimento dos bebês até dois anos de idade. Essas ações foram compromissos firmados pelo Governo do Estado nos primeiros quatro anos da gestão Ratinho Junior.


A atualização da Linha de Cuidado Materno-Infantil, a compra de novos equipamentos, o aumento no repasse para parto e a qualificação dos profissionais que atuam nessa área foram algumas das iniciativas realizadas desde 2019.


A Razão de Mortalidade Materna (RMM), que é calculada pelo número de mortes, dividido pelo número de nascidos vivos e multiplicado por 100 mil, também teve uma redução de 73%.


Em 2021, a RMM fechou em 125,7, grande parte motivada pela fase mais crítica da pandemia da Covid-19. Em 2022, com o avanço da vacinação contra a doença, a RMM, até setembro, é de 33,2.


Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, o cuidado compartilhado prestado às mulheres ajudaram para chegar neste resultado. “Tudo isso foi possível pois estabelecemos uma rede de serviços de referência para gestantes no Paraná”, disse.


“A regionalização de serviços da saúde permitiu uma maior aproximação com a população, resultando em uma melhoria da qualidade de vida de mulheres e crianças”, ressaltou.


A taxa de mortalidade de bebês com menos de um ano no Paraná é de 10,6 a cada mil crianças. A média é menor que a nacional, de 12,5. Os dados de 2022 são considerados preliminares e podem ser alterados com a introdução de nascidos vivos no sistema de informações de forma retroativa.


Foto: Albari Rosa/AEN


 
 
 

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