top of page

O que Alexandre Curi defende? Conheça os posicionamentos do candidato ao Senado

27 de ago.
4 min de leitura

27/08/2026


Divulgação
Divulgação


Filiado ao Republicanos e aliado de Ratinho Junior, o candidato ao Senado defende princípios como liberdade econômica, direito à propriedade, valorização da família e responsabilidade no uso do dinheiro público.


Curi não se apresenta como candidato de confronto ideológico. Seu foco é no municipalismo, na gestão, na defesa do Paraná e na busca de resultados.


Valores conservadores e liberdade econômica

Em temas relacionados a princípios e costumes, Curi adota posições associadas ao campo conservador, como a defesa da família. Na economia, aproxima-se de pautas liberais, com a defesa da liberdade econômica, da propriedade privada e de um Estado mais eficiente.


Menos polarização e mais foco em resultados

Curi procura combinar posições políticas claras com uma postura de diálogo. Em temas que considera essenciais, afirma ter valores e princípios dos quais não abre mão, mas defende que divergências políticas não precisam se transformar em confronto permanente ou impedir a construção de soluções.


Para ele, é possível defender convicções e, ao mesmo tempo, dialogar com quem pensa diferente, sem transformar adversários políticos em inimigos. Essa postura aparece também em sua crítica à polarização. Curi avalia que o debate público perde espaço para os problemas reais quando fica concentrado em conflitos ideológicos.


“A política deve servir para resolver problemas, gerar oportunidades e melhorar a vida das pessoas. É isso que os paranaenses esperam”, afirmou.

Na avaliação de Curi, as divergências fazem parte da democracia, mas não deveriam impedir governos, Legislativo e municípios de trabalharem conjuntamente.


Economia e responsabilidade com o dinheiro público

Na área econômica, defende o equilíbrio das contas públicas, a eficiência administrativa e o controle dos gastos. Como senador, Alexandre Curi vai buscar uma divisão mais justa dos recursos federais e garantir que uma parcela maior do que é arrecadado no Paraná permaneça no estado.


Como presidente da Assembleia Legislativa, Curi aponta resultados que demonstram essa preocupação com a gestão dos recursos públicos. Em seu primeiro ano à frente da Casa, a Assembleia economizou e devolveu R$ 620 milhões ao Estado, além de alcançar o primeiro lugar nacional em transparência entre as Assembleias Legislativas.


Os R$ 620 milhões economizados estão sendo aplicados na construção de moradias e creches, na ampliação dos serviços do SUS no Hospital do Câncer de Londrina e na Santa Casa de Maringá, nos cuidados pediátricos do Hospital Pequeno Príncipe e do HCzinho, em Curitiba, além de obras de asfalto em centenas de municípios e do fortalecimento dos programas de inglês e robótica nas escolas municipais.


Curi combina responsabilidade fiscal com investimento público: economizar na estrutura administrativa para permitir que mais recursos sejam direcionados a serviços e obras para melhorar a vida da população.


Qual é sua posição em relação ao STF?

Em relação ao Supremo Tribunal Federal, Curi defende a criação de mecanismos de fiscalização externa sobre o STF. O debate sobre limites, fiscalização e atuação do Supremo ganhou espaço no cenário político nacional nos últimos anos, especialmente entre setores da direita.


Curi apoia os colégios cívico-militares?

Sim. Alexandre defende o modelo, especialmente em relação à disciplina e aos indicadores educacionais, mas sustenta que a decisão deve considerar a vontade da comunidade.


Segurança pública e endurecimento da legislação penal

Na segurança pública, Curi defende o endurecimento da legislação e maior responsabilização em crimes graves. Ele já afirmou que episódios de extrema violência envolvendo adolescentes reforçam a necessidade de uma discussão responsável sobre a maioridade penal. Para Curi, a legislação deve proteger a sociedade, respeitar as vítimas e garantir a devida responsabilização por crimes de extrema violência.


Essa posição também aparece em propostas apresentadas por ele na Assembleia Legislativa. Curi é autor do Projeto de Lei 494/2025, que prevê a criação de um cadastro estadual de condenados por crimes sexuais, com informações biométricas, fotográficas e genéticas, incluindo DNA.


Curi também defende o fortalecimento das forças policiais e destaca o aumento dos investimentos no setor como fundamental para reduzir a criminalidade. Segundo ele, o orçamento estadual para a área passou de cerca de R$ 2 bilhões, em 2019, para mais de R$ 8 bilhões em 2025, permitindo investimentos em novas tecnologias, viaturas, equipamentos e melhores condições de trabalho para os profissionais.


Curi também ressalta o papel da Assembleia Legislativa nesse processo, com a aprovação de medidas para fortalecer as forças de segurança, valorizar as carreiras e ampliar a estrutura policial em todo o Paraná.


Municipalismo é a principal bandeira

Curi aponta a atuação próxima aos municípios como uma das razões para representar o Paraná no Senado.


O candidato sustenta que um senador pelo Paraná deve permanecer próximo das cidades e atuar como interlocutor dos prefeitos e das regiões junto ao governo federal.  “É nas cidades que as pessoas vivem. Por isso, fortalecer os municípios é fortalecer o Paraná”, afirmou.


Curi também defende que quem representa o Estado precisa conhecer suas diferenças regionais: “Cada região tem sua vocação, seu potencial e desafios específicos”, afirma.


Essa é uma das principais bandeiras de sua candidatura ao Senado. “Conheço os 399 municípios, sou municipalista, e precisamos voltar a ter um senador presente aqui no Paraná, um senador municipalista”, declarou.


Essa presença também aparece nas urnas. Em 2022, Curi foi o deputado estadual mais votado do Paraná, com 237.033 votos, recebidos em 376 dos 399 municípios. Agora, apresenta essa experiência e atuação no interior como credenciais para chegar ao Senado.


Alexandre procura construir uma identidade política que não tem a polarização nacional como foco e está mais associada à gestão, ao municipalismo e aos resultados obtidos no Paraná. É nessa combinação que ele busca se apresentar ao eleitor na disputa pelo Senado.


“Quem não tem o que apresentar costuma recorrer à polêmica”, afirma.


 
 
 

Comentários


Últimas Notícias

bottom of page