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Michelle, filho de Lira, irmã de Motta e bisneto de JK: herdeiros políticos puxam votos

há 44 minutos
1 min de leitura

05/10/2026


Herdeiros políticos ainda sem tradição na vida pública se elegeram pela primeira vez em 2026. Embalados pelo sobrenome, os novos políticos usaram o espólio da família como trampolim para as candidaturas e se tornaram puxadores de votos.


Estreante nas urnas, a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) garantiu uma vaga no Senado na capital federal sob votos herdados do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e puxada pelo eleitorado conservador e antipetista da capital federal. Um dos irmãos dele, Renato Bolsonaro (PL-SP) se tornará deputado federal na próxima legislatura.

Aos 20 anos, o novo deputado federal Álvaro Lira (PP-AL) herdou a vaga do pai, o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), que irá para o Senado. O jovem obteve 172.628 votos, liderando em Alagoas.


A médica Olívia Motta (Republicanos-PB) - irmã do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) - se elegeu deputada estadual na Paraíba na vaga que a avó Francisca Motta (Republicanos-PB) ocupava há seis mandatos. A matriarca deixa a política e vê a neta obter 67.991 votos, a 3ª maior votação do Estado.


O empresário André Kubitschek (PL-DF) conseguiu 23.683 votos para se tornar deputado distrital sob o legado do bisavô e ex-presidente Juscelino Kubitschek. Já o pai, Paulo Octávio (PSD), governou o Distrito Federal por 12 dias em 2010 após a renúncia do ex-governador José Roberto Arruba (PSD).


Além de Michelle, outras três ex-primeiras-damas alçaram ao Senado: Gracinha Caiado (União-GO), de Goiás; Marina JHC (PSDB), de Maceió; e Rayssa Furlan (Podemos-AP), de Macapá. Com as eleições de JHC (PSDB) e de Dr. Furlan (PSD) para governadores de Alagoas e do Amapá, as duas últimas voltarão a ser primeiras-damas.

 

Crédito: Estadão Conteúdo



 
 
 

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