MC Ryan aparece chorando ao lado da mulher após deixar a prisão
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15/05/2026

Depois de quase um mês na cadeia, MC Ryan SP foi solto oficialmente na tarde desta quinta-feira (14). O funkeiro deixou a Penitenciária II de Mirandópolis, no interior de São Paulo, após ser preso durante as investigações da Operação Narco Fluxo, que aconteceram no mês passado e resultaram na prisão de mais de 30 pessoas.
Fora da penitenciária, o compositor apareceu em uma foto dentro de uma van ao lado da mulher, Giovanna Roque , comemorando sua liberdade. Além disso, MC Ryan também compartilhou um vídeo do momento em que deixa o presídio oficialmente, no qual aparece bastante emocionado e abraça a companheira.
Por meio da postagem, o funkeiro falou sobre sua experiência na cadeia e sobre ficar tanto tempo longe da família. "Quando Deus está presente em nossas vidas, a fé é maior que os nossos medos, e a nossa determinação é maior que qualquer obstáculo! Passei 28 dias longe da minha família, da minha pequena e da minha esposa… Esse tempo só me serviu de aprendizado. A valorizar a família!", começou.
"Não sou bandido, não lavo dinheiro para o crime e muito menos faccionado. Sou mais um jovem da periferia que venceu com a música e vou provar isso na Justiça!", escreveu ele na legenda da publicação, que conta com mais de 30 milhões de visualizações, além de quase 200 mil republicações.
MC Ryan é solto
Para quem não acompanhou, a Justiça Federal concedeu habeas corpus e determinou a soltura de Ryan, que vem sendo investigado na Operação Narco Fluxo, que apura um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro envolvendo bets ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas.
O cantor foi preso no dia 15 de abril e, desde o último dia 30, estava detido na Penitenciária II de Mirandópolis. Vale destacar também que a decisão concedeu liberdade ao funkeiro MC Poze do Rodo, além dos influenciadores Chrys Dias, Débora Paixão e Diogo Santos de Almeida.
Conforme as investigações feitas pela Polícia Federal, o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 1,6 bilhão por meio de empresas de fachada, contas de passagem, criptomoedas e remessas ao exterior. Além disso, o inquérito aponta suposta ligação com exploração de apostas ilegais, rifas clandestinas e lavagem de dinheiro oriundo do tráfico internacional de drogas.
Foto: Reprodução/Instagram/imcryansp






