Luana Piovani expõe reação de Adriana Araújo a crime bárbaro
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22/07/2026

Luana Piovani Luana Piovani usou sua conta pessoal do Instagram nesta quarta-feira (22) para compartilhar um vídeo da jornalista Adriana Araújo, âncora do Jornal da Band, comentando um caso de feminicídio.
Como costuma fazer, a artista voltou a usar as redes sociais para se posicionar sobre um tema que gerou indignação. Desta vez, a loira compartilhou um trecho de uma reportagem sobre a morte da capitã Michele Leão Azevedo, de 41 anos.
A policial militar foi levada ao Hospital Odilon Behrens pelo marido, o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, de 37 anos, na noite da última segunda-feira (20), por volta das 21h. De acordo com as informações divulgadas, ele foi quem a socorreu até a unidade de saúde, onde a morte da capitã foi constatada.
No entanto, os médicos consideraram as declarações do policial militar inconsistentes e acionaram a Polícia Militar. Michele chegou ao Hospital Odilon Behrens, na Região Noroeste de Belo Horizonte, já sem sinais vitais e com múltiplas lesões pelo corpo.
Ao conversarem com a polícia, os médicos relataram indícios de que a vítima havia morrido entre quatro e seis horas antes de ser levada ao hospital. Um vídeo obtido pela investigação mostra o sargento carregando o corpo da capitã no prédio onde o casal morava e, em seguida, colocando-o no carro, na garagem.
O sargento da Polícia Militar foi preso na segunda-feira, suspeito de matar a esposa, que era capitã da mesma corporação, em Belo Horizonte. Além disso, segundo apuração da Itatiaia, Eduardo já havia sido denunciado por duas ex-namoradas por supostas agressões. Um dos registros foi feito em 2014 e o outro, em 2016.
Conforme as informações, no primeiro caso, a mulher denunciou Eduardo por ameaças e agressões após o fim de um relacionamento de pouco mais de oito meses. Já a segunda denunciante relatou que levou um soco no rosto depois de flagrar uma traição cometida pelo investigado.
Depois da agressão, ela colocou um fim no relacionamento, mas o homem não aceitou. Portanto, a ex-companheira recebeu uma medida protetiva contra ele, mas, mais uma vez, ele desrespeitou a decisão judicial e ameaçou familiares da mulher.
Depoimento de Adriana Araújo
Na noite desta terça-feira (21), a âncora do Jornal da Band usou seu espaço na bancada para comentar sobre o caso que chocou grande parte da população brasileira. Indignada com a violência, a jornalista se posicionou e pediu que as pessoas ficassem vigilantes aos sinais.
"Chicoteada, machucada no corpo inteiro e morta há pelo menos quatro horas, antes do companheiro simular que buscava socorro. O suspeito Eduardo Abner Pereira assume que provocou os ferimentos e tenta emplacar a versão absurda de sexo violento e consensual, como se um assassino pudesse dizer assim: 'matei porque a vítima pediu, sou inocente'", disparou.
"O nome disso é feminicídio. E ele só foi preso porque os médicos viram que o caso era gravíssimo e chamaram a polícia", declarou Adriana Araújo.
"Agora, antes de matar, o agressor deu sinais, isolou a vítima, a humilhava em público e já havia agredido Michele antes, como o síndico relatou à polícia. Todos nós temos que estar vigilantes a esses sinais, escutar o grito de vítimas como a Michele, agir antes dos feminicídios, antes que seja tarde. É por isso que a Band não se cala, ninguém pode se calar diante da barbárie", concluiu.
Foto: Reprodução/Instagram







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