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Impacto do piso da enfermagem será de R$ 215 milhões para Curitiba

  • 27 de set. de 2022
  • 1 min de leitura

27/09/2022


Secretaria de Saúde prestou contas na Câmara Municipal



A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) promoveu, nesta terça-feira (27), a segunda audiência pública do ano para que a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) pudesse prestar contas ao Legislativo e à população sobre como tem sido a gestão do SUS na capital. Os números apresentados foram referentes ao segundo quadrimestre de 2022. Porém, no debate, o piso salarial da enfermagem e o repasse de verbas para os hospitais conveniados.

O piso nacional da enfermagem – que garante o pagamento mínimo de R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos de enfermagem e R$ 2.375 para auxiliares de enfermagem e parteiras – foi suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por 60 dias devido à falta de fonte de recursos. A nova remuneração, considerada justa pelos vereadores, tem sido alvo de preocupações desde o começo deste mês, e o impacto financeiro para Curitiba foi alvo de indagações feitas à secretária municipal da Saúde, Beatriz Battistela Nadas.

A gestora do SUS concordou que o piso nacional da categoria é “justo e adequado”, mas analisou que sua aplicação – em Curitiba e todo o território nacional – “carece da indicação de fontes de financiamento”. A secretária explicou que Curitiba precisará aportar R$ 215 milhões para garantir o pagamento do piso a enfermeiros, técnicos, auxiliares e parteiras, que atuam no SUS – na rede própria do Município e na conveniada.

 
 
 

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