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Hospitais universitários estaduais se tornam referência no enfrentamento da pandemia

  • 7 de set. de 2021
  • 2 min de leitura

07/09/2021


Desde de 2020, o Governo do Estado direcionou R$ 1,2 bilhão aos HUs, ligados às universidades de Ponta Grossa, Londrina, Maringá e Oeste do Paraná



Os hospitais vinculados às universidades estaduais do Paraná reforçaram as ações de combate à pandemia, disponibilizando centenas de leitos exclusivos para pacientes acometidos pela Covid-19.


Desde o ano passado, o Governo já direcionou mais de R$ 1,2 bilhão aos Hospitais Universitários (Hus) para ações como aquisição de equipamentos, garantia de insumos e despesa com pessoal.


Desse montante, R$ 152 milhões foram aplicados, exclusivamente, em medidas relacionadas à pandemia. Exemplo disso, os quatro hospitais universitários da rede estadual ampliaram, gradativamente, a oferta de leitos, saltando de 834 para 1.127, entre março do ano passado e agosto de 2021. Esse número equivale a um incremento de 35% na quantidade total de leitos disponíveis.


“Os quatro hospitais universitários das instituições estaduais de ensino superior se tornaram referência no enfrentamento dessa crise sanitária, contribuindo para o acompanhamento da situação epidemiológica e controle da doença, com impacto na articulação e proposição de políticas públicas”, destacou o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona.


Somente o complexo hospitalar da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) – composto pelo Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais e pelo Hospital Universitário Materno-Infantil (Humai) – conta, atualmente, com 103 vagas para pacientes com a doença: 46 leitos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI); 48 leitos clínicos; quatro leitos de emergência; e cinco leitos de enfermaria no Pronto Atendimento.


Em Londrina, o Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná disponibiliza 213 leitos, sendo 96 de enfermaria, 106 de UTI adulto e 11 de UTI pediátrica. No Noroeste do Estado, o Hospital Universitário Regional de Maringá oferece outros 50 leitos – 20 de UTI e 30 de enfermaria. Já em Cascavel, o Hospital Universitário do Oeste do Paraná concentra 70 leitos de terapia intensiva.


Para o superintendente Aldo Nelson Bona, a pandemia fez com que os profissionais dos hospitais universitários ganhassem aprendizado e experiência, principalmente no que se refere à atuação dos trabalhadores da área da saúde e adaptação da estrutura de funcionamento das unidades.


Ele ressalta, ainda, o desenvolvimento de vários projetos de pesquisa e extensão, relacionados ao novo coronavírus (SARS-CoV-2). “Os resultados dessas iniciativas científicas e tecnológicas demonstram a importância do papel desempenhado pelas Universidades, apesar da suspensão de aulas presenciais”, afirma o superintendente.


Foto: SETI

 
 
 

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