Homem é morto pela PM após invadir CMEI em Curitiba
09/10/2026
13 crianças ficaram como reféns

O homem, morto pela Polícia Militar nesta sexta-feira (09), após invadir o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) São Braz, em Curitiba, já havia manifestado a intenção de realizar um atentado contra uma escola no Paraná em 2025.
O documento menciona a intenção do mesmo homem, portador de esquizofrenia e usuário de medicamentos controlados, de realizar um ataque ao Colégio Nicolau Copérnico, localizado na cidade. O boletim de ocorrência menciona que terceiros comentaram que o homem estava cogitando fazer uma ação na escola, que era próxima de sua residência. Ainda relataram que o homem possuía um histórico conturbado.
O registro policial estava relacionado a uma ocorrência de possível violência doméstica, após uma denúncia de que o homem estaria agredindo a própria mãe. Na ocasião, os policiais foram até o endereço indicado, mas mãe e filho negaram que tivesse ocorrido uma briga. O próprio boletim indica que não foi localizado, naquele momento, indício de que o homem realizaria mesmo algum tipo de atentado. Com isso, a ocorrência foi encerrada, ainda mais que os policiais não encontraram nada de anormal da casa dele.
Invasão em Curitiba
Nesta sexta-feira (09), o homem invadiu o CMEI São Braz, em Curitiba, e manteve 13 crianças sob ameaça. Durante a operação, policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) entraram na unidade após identificarem agressões contra as crianças.
Segundo o comandante do Comando de Missões Especiais da Polícia Militar, coronel Alexandre, o homem estava armado com uma faca e um objeto que posteriormente foi identificado como simulacro de pistola. O suspeito foi atingido durante a intervenção policial e morreu.
O comandante afirmou ainda que, após a finalização da ocorrência, foi possível a identificação do homem.
Estado de saúde das crianças
Todas as 13 crianças foram resgatadas com vida e estão em segurança. Cinco foram encaminhadas para avaliação em unidade de saúde, inclusive por solicitação dos responsáveis. Uma delas apresentava ferimentos visíveis no rosto, provocados durante a ação do suspeito. As demais receberam atendimento das equipes de emergência.







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