top of page

Guarda Municipal realiza 140 prisões, em 2025, por descumprimento de medida protetiva

  • 8 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

08/12/2025



A maior parte das prisões realizadas pela Guarda Municipal de Curitiba (GMC), em 2025, aconteceu por descumprimento de medida protetiva da Lei Maria da Penha. Até o dia 28 de novembro, foram feitas 140 detenções.


A Patrulha Maria da Penha, grupo da GM especializado no atendimento a vítimas de violência doméstica, no mesmo período, registrou 6.781 atendimentos, sendo 670 casos de descumprimento de medidas protetivas. Em alguns chamados atendidos o indivíduo não é mais localizado ou a vítima desiste da queixa.


De acordo com a guarda municipal Gislaine Aparecida Seneiko Szumzki, da Patrulha Maria da Penha de Curitiba, mulheres que passarem por situações como o descumprimento de medida protetiva devem entrar em contato imediatamente com a Guarda Municipal, através do número 153, para que as equipes possam se deslocar e prestar o atendimento necessário.


Além disso, mulheres que sofrem violência, mesmo que não tenham medida protetiva, também podem solicitar apoio. “Mesmo que não haja nenhum tipo de lesão aparente ou confirmada, a GM vai fazer o encaminhamento de todos os envolvidos. Mesmo quando o agressor se evadir, é importante a vítima buscar a Delegacia da Mulher para fazer o boletim de ocorrência e registar esses fatos”, explicou.


Botão do pânico


Para vítimas em situação de risco elevado, que já possuem medida protetiva, mas ainda assim enfrentam a aproximação do agressor, o Botão do Pânico é um dispositivo essencial. Concedido pela Justiça, o equipamento permite que a GM realize o monitoramento dentro de Curitiba.


A mulher que não conta com essa proteção, pode procurar a Defensoria Pública ou um advogado, e realizar o requerimento de pedido de botão do pânico à Justiça.


A Guarda Municipal orienta que em qualquer caso de violência doméstica, é fundamental acionar os órgãos policiais imediatamente. “Mesmo que o caso tenha ocorrido há dias ou até seis meses, é possível fazer o boletim de ocorrência, registrar. Se ela tem temor desse agressor, ela deve pedir uma medida protetiva, porque essas medidas são essenciais e ajudam a manter os indivíduos distantes, e caso seja necessário, solicitar o botão do pânico”, finalizou Gislaine.


Canais de denúncia


  • Patrulha Maria da Penha: 3221-2760 

  • Central de Pré-Atendimento à Mulher: 180

  • Guarda Municipal Emergência: 153 

  • Polícia Militar Emergência: 190 

  • Casa da Mulher Brasileira: 3221-2701 ou 3221-2710

  • Delegacia da Mulher: 3219-8600

  • Defensoria Pública 3221-2731 

  • Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher 3200-3252

 

 

 

Foto: Ricardo Deverson/GMC (arquivo)


 
 
 

Comentários


Últimas Notícias

bottom of page