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Construção de muro de gabião no Canal Belém exige bloqueio no Hauer

  • 8 de jan.
  • 2 min de leitura

08/01/2026


Equipes coordenadas pela Secretaria Municipal de Obras Públicas (Smop) iniciam, nesta sexta-feira (9/1), às 9h, serviços de macrodrenagem que vão exigir o bloqueio total da Rua Marginal Canal Belém (Leste), no trecho entre as ruas Presidente Pádua Fleury e Coronel Antônio Ricardo dos Santos, no Hauer.


A previsão é que os serviços sejam finalizados na primeira quinzena de abril, mas dependem das condições climáticas. A rua estará sinalizada e a orientação é para que motoristas e pedestres utilizem rotas alternativas durante a execução dos serviços.


A interrupção da passagem é necessária para garantir a segurança tanto das equipes que trabalham no local quanto de quem circula pela região.


Desvios


A opção de desvio para quem segue sentido bairro Uberaba é dobrar à esquerda para acessar a Rua Presidente Pádua Fleury e depois à direita, na Rua Bartolomeu Lourenço de Gusmão, e à direita novamente, na Rua Coronel Antônio Ricardo dos Santos, dando a volta na quadra.


Já os motoristas que seguem sentido bairro Boqueirão devem fazer o trajeto inverso na quadra, dobrando à direita na rua Coronel Antônio Ricardo dos Santos, novamente à direita na Bartolomeu Lourenço de Gusmão e à esquerda na Presidente Pádua Fleury.


Os moradores do trecho bloqueado terão acesso liberado as residências.


Muro de gabião


A intervenção prevê a contenção da margem do Canal Belém, com a execução de um muro de gabião de aproximadamente 70 metros de extensão. O muro de gabião é uma estrutura formada por telas metálicas preenchidas com pedras brita, utilizada para conter a erosão do solo e permitir a drenagem segura da água.


O muro vai interromper o processo de erosão identificado no local e contribuir para a prevenção de alagamentos, uma demanda apresentada pelos moradores do entorno.


Segundo o engenheiro do Departamento de Pontes e Drenagem da Smop, João Vidal Filho, a intervenção adota soluções baseadas na natureza e é estratégica para reduzir os impactos das chuvas intensas típicas do verão, além de conter o processo de degradação do asfalto e parte da calçada que estavam com afundamento.

“Essa contenção é fundamental para estabilizar a margem do canal, evitar o avanço da erosão, proteger a infraestrutura e assegurar a mobilidade segura dos pedestres. É uma ação preventiva que traz mais segurança e tranquilidade para a população”, afirma. Vidal.

Chuvas de verão


Os trabalhos são fiscalizados pelo Departamento de Pontes e Drenagem, que mantém cerca de 30 equipes atuando simultaneamente em diferentes bairros da cidade, com serviços de correção e manutenção de estruturas. As ações fazem parte do esforço contínuo da Prefeitura para minimizar os prejuízos causados pelas chuvas de verão, período historicamente marcado por altos volumes de precipitação.


O serviço integra o PRO Curitiba, o maior programa de obras e reformas da história da cidade, que prevê mais de R$ 6 bilhões em investimentos até 2028, para melhoria da infraestrutura urbana, da mobilidade e da qualidade de vida da população.

 

 

 

Foto: Divulgação


 
 
 

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