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Com aumento de participantes e do patrimônio, CuritibaPrev é opção vantajosa para servidores da Prefeitura de Curitiba

  • há 1 hora
  • 3 min de leitura

19/02/2026


A CuritibaPrev – Aprev do Servidor (Fundação de Previdência Complementar do Município de Curitiba) encerrou o ano de 2025 com mais de 9 mil participantes, aumento de 13% em relação ao ano anterior, e o patrimônio chegou à marca de R$ 81,9 milhões, 70% mais do que em 2024. O resultado foi anunciado nesta quarta-feira (18/2).


Na avaliação do presidente da entidade fechada de previdência complementar de Curitiba exclusiva para servidores municipais, José Luiz Costa Taborda Rauen, o resultado confirma a tendência de crescimento ao longo dos anos. “É uma constante e isso está relacionado ao aumento de servidores na Prefeitura de Curitiba, o maior patrocinador da CuritibaPrev”, afirma.


Também são patrocinadores as prefeituras de Campina do Simão, Matinhos, Pinhais, Piraquara, Quitandinha e Rio Negro, todos no Paraná, Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, e São Francisco do Sul, em Santa Catarina.


Rauen ressalta que a oferta da previdência complementar aos servidores é uma obrigação dos entes federados – seja a União, estados ou municípios como Curitiba. A norma estabeleceu a exigência na Reforma Constitucional de 2019, mas antes disso, o benefício já era oferecido aos novos servidores da Prefeitura de Curitiba.


O presidente da CuritibaPrev acrescenta que o resultado dos investimentos, com aumento de 14,66%, para quem se manteve na CuritibaPrev de janeiro a dezembro, superou a meta estabelecida pela Fundação, que era de 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), indicador financeiro escolhida como objetivo da CuritibaPrev em 2025.


A inflação acumulada no ano foi de 4,26%, segundo o IPCA/IBGE (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). O CDI rendeu 14,32%. E o resultado alcançado pela CuritibaPrev foi de 102,37% do CDI.


Guardar dinheiro para o futuro


Guardar dinheiro na previdência complementar é uma forma segura de investir, tem menos riscos e os rendimentos são maiores do que os de quem guarda dinheiro na caderneta de poupança, destaca a equipe da CuritibaPrev.

“Sem dúvida, é uma forma segura de o servidor passar a ser um poupador. Essa mudança trará benefícios no futuro. Segurança financeira é um dos pontos positivos para quem faz essa opção e colhe os frutos no momento da aposentadoria”, afirma o diretor Financeiro da CuritibaPrev, Fellipe Pacheco de Oliveira.

As regras para os investimentos escolhidos pelos gestores da CuritibaPrev são rígidas. É preciso atender as exigências do Governo Federal, que estabelece os limites para os investimentos dos recursos dos participantes da previdência complementar em todo o país.


A rentabilidade anual do plano de previdência complementar é resultado da política de investimento aprovada no ano anterior. Além disso, explica Oliveira, a diversificação torna a carteira de investimentos da CuritibaPrev capaz de trazer bons resultados no médio prazo.


A escolha dos investimentos é customizada e independente para cada um dos planos da CuritibaPrev – Plan 1, 2 e plano regional (para municípios que não são Curitiba) – e está diretamente ligada ao volume de recursos que cada um deles tem e aos produtos financeiros que cada faixa pode acessar.


Em 2025, o Plan 1, que tem o maior número de participantes, com mais de 5,7 mil, teve aumento de 65% no seu patrimônio. No mesmo período, o Plan 2, que tem mais de 2 mil integrantes, teve um salto de 97% em seu patrimônio. O plano regional, com pouco mais de 1,1 mil participantes, teve aumento do seu patrimônio de 215%.


Quanto você guardou em 2025?


Para quem quer saber quanto guardou no ano, a informação fica disponível na área do participante acessada pelo site da CuritibaPrev.


Basta informar CPF e senha e acessar o seu extrato, que mostra quanto foi guardado mês a mês e ao longo do ano.


Para pedir mais informações, entre em contato pelo e-mail curitibaprev@curitibaprev.com.br  ou agende atendimento presencial pela Agenda online.

 

 

 

Foto: José Fernando Ogura/SECOM

 
 
 

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