Polícia retoma investigações do caso Tayná e delegado planeja concluir inquérito até junho
- 15 de mar. de 2022
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15/03/2022
Tayná Adriane da Silva foi encontrada morta e abusada sexualmente em junho de 2013

A Polícia Civil retomou as investigações da morte da menina Tayná Adriane da Silva, de 14 anos.
Após passar por uma série de mãos, o caso atualmente está sob os cuidados do delegado Marcos Fontes, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Curitiba.
A adolescente desapareceu em 25 de junho de 2013, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. Moradores encontraram o corpo dela três dias depois, em um terreno em frente a um parque de diversões. Segundo a polícia, ela foi estuprada.
Fontes também foi responsável pela investigação da morte da menina Raquel Genofre. O acusado de matar a jovem - condenado a 50 anos de prisão - foi identificado em 2019, onze anos após o crime, por exame de DNA.
Fontes foi designado a assumir o "Caso Tayná" em 2021 e, agora, enquanto estuda todo o material já coletado por seus antecessores, busca concluir o inquérito. Ele evitar dar detalhes da investigação, que tramita sob sigilo.
O delegado não descarta incluir o material genético no mesmo sistema que ajudou a solucionar o caso Raquel Genofre, a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG).







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