Brasileiro morre de catapora no Chile e família luta para trazer corpo
- 15 de mai. de 2023
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15/05/2023
Uma vaquinha foi criada pela irmã de Raphael Casanova para levantar valor necessário

A família de um brasileiro, que morava havia muitos anos no Chile, vive um drama desde a última terça-feira (9), quando recebeu a notícia de que o rapaz de 38 anos morreu de catapora. O personal trainer Raphael Casanova enfrentava uma forma mais grave da doença desde dezembro de 2022, e estava internado havia alguns dias em um hospital da cidade de Antofagasta, onde morava.
Além da dor da perda, a família foi informada por um representante do hospital, que o corpo poderia ser mantido no local por apenas 15 dias. Passado este prazo, se não for retirado, o corpo de Raphael teria que ser enterrado como indigente no país.
Ela conta que a família, que mora em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ), não tem condições de arcar com os custos de translado do corpo e corre contra o tempo para conseguir o valor necessário para transportar o corpo de Raphael ao Brasil, para poder realizar o sepultamento.
A família, então, recorreu à criação de uma vaquinha online, para tentar arrecadar pelo menos o valor que deverá ser pago às funerárias chilena e brasileira.
Logo que recebeu a notícia da morte do irmão, Juliana conta que entrou em contato com o Consulado do Brasil no Chile, para receber as orientações de como deveria proceder. Foi quando soube que a família teria que arcar com todos os custos do transporte.
“Com o falecimento, entrei em contato com eles. A gente conversou que não tem condições de trazer o corpo. Entrei em contato com o serviço funerário pra saber quanto fica e o mais barato foi R$ 20 mil. O Consulado informou que não ajuda com isso”, disse Juliana. A família tem apenas até a terça-feira da próxima semana para resgatar o corpo de Raphael no hospital chileno.
Juliana afirma que, enquanto isso, nesta segunda-feira (15) será dado início ao levantamento da documentação exigida pela funerária de Antofagasta, para o procedimento de retirada do corpo do brasileiro e transporte até o aeroporto chileno. Este é apenas um dos custos.







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