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Bombeiros orientam o que fazer em caso de queimaduras por água-viva

  • Foto do escritor: JORNALE
    JORNALE
  • há 1 dia
  • 1 min de leitura

03/01/2026


Embora diferentes, ambas possuem tentáculos que liberam toxinas


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O verão chegou e quem vai aproveitar o calor para se refrescar nas praias do Litoral deve estar atento para se prevenir de acidentes no mar e tirar o melhor proveito de suas férias. O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) alerta para uma ocorrência muito comum entre os banhistas, a queimadura por água-viva — termo usado popularmente para designar tanto as águas-vivas quanto as caravelas. Embora diferentes, ambas possuem tentáculos que liberam toxinas capazes de causar dor intensa e lesões na pele.

 

A presença desses animais não segue um padrão específico. Águas-vivas podem aparecer por movimentos migratórios e desequilíbrios ecológicos, enquanto as caravelas geralmente chegam à faixa de areia empurradas pelos ventos fortes. “Dias com vento intenso costumam trazer mais caravelas para a orla”, ressalta a capitã Tamires Silva Pereira.

 

Um alerta para a concentração maior desses animais é quando tentáculos e exemplares inteiros são facilmente vistos no raso e na faixa de areia, sinalizando que o banhista deve evitar o mar. Para diferenciar: a caravela tem formato semelhante a uma bexiga azul-arroxeada, que flutua na superfície; já a água-viva parece um sino transparente, quase invisível.

 

A dor intensa das queimaduras ocorre porque o contato com os tentáculos libera uma toxina de ação digestiva. “É uma queimadura química. A toxina é produzida para neutralizar e digerir presas, e quando entra em contato com a pele, reage imediatamente, causando ardor forte”, explica a capitã.


 
 
 

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