Futebol brasileiro tenta salvar 156 mil empregos

Crise do Coronavírus tem forçado clubes a cortar despesas.

Os profissionais que cuidam do gramado Francisco Almeida, funcionário do Fortaleza Esporte Clube, e Reinaldo Gomes, do Esporte Clube Bahia, estão preocupados com a pandemia do novo Coronavírus que paralisou o futebol no Brasil e no mundo, e obrigou os times a diminuírem custos. Os dois colaboradores sustentam hoje oito pessoas nas famílias e fazem parte de uma grande parte do mercado de trabalho no futebol. Se o esporte parece se limitar em atletas e técnicos com altos salários, a realidade mesmo é de um segmento que emprega 156 mil pessoas em todo o País, conforme estudo publicado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).


O levantamento feito pela empresa de consultoria Ernst & Young e divulgado no ano passado mostra que o futebol brasileiro em 2018 impactou em 0,72% de todo o PIB nacional, com a movimentação de R$ 52,9 bilhões. Embora jogadores recebam salários milionários, o esporte possui uma turma bem mais humilde. Para cada jogador empregado, há muitas outras pessoas que também dependem das equipes e da bola rolando para conseguir o ganha pão das famílias.

27 de outubro de 2020

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