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Justiça determina prisão preventiva de delegado que matou mulher

  • 6 de mar. de 2020
  • 1 min de leitura

Defesa de Erik Busetti pediu o uso de tornozeleira eletrônica



A Justiça do Paraná converteu a prisão em flagrante para preventiva do delegado Erick Busetti, suspeito de matar a tiros a mulher, Maritza Guimarães de Souza, de 41 anos, e a enteada, Ana Carolina de Souza, de 16 anos, no bairro Atuba, em Curitiba, na noite de quarta (4). Busetti foi autuado por duplo feminicídio e está detido no Complexo Médico-Penal (CMP) em Pinhais.


Em nota, assinada pelo advogado Cláudio Dalledone Júnior, a defesa técnica do delegado diz que recebe a decisão da justiça na decretação da prisão preventiva com naturalidade. A defesa espera agora o desenrolar das investigações, para que novas informações oficiais sejam juntadas ao inquérito policial que investiga esta grande tragédia que arrasou a vida de três famílias.


Maritza e Busetti estavam em processo de divórcio e passavam por muitas brigas e desentendimentos, segundo relatos de testemunhas e vizinhos que chegaram à delegada. Ainda conforme a delegada, o corpo de Maritza estava sobre o da filha, Ana Carolina, como se quisesse protegê-la próximo de um sofá. Eles estavam juntos há cerca de dez anos, de acordo com a delegada. Eles estavam na Polícia Civil do Paraná (PCPR) desde 2004. Ela era escrivã e estava lotada do departamento de protocolo da Polícia Civil e Busetti era delegado da Divisão da Criança e do Adolescente.

 
 
 

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