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Pacientes de hospital do RJ morreram por asfixia

Incêndio começou no final da tarde de quinta-feira



Os pacientes que morreram em decorrência do incêndio no Hospital Badim, zona norte do Rio, estavam internados no Centro de Tratamento Intensivo (CTI), no 3° andar do prédio mais antigo do hospital. A principal causa das mortes foi asfixia por ingestão da fumaça tóxica que se desprendeu, após um curto circuito no gerador instalado no subsolo do prédio. A afirmação é da diretora do Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro, Gabriela Graça. O incêndio começou no final da tarde de quinta-feira (12).


O IML divulgou nesta sexta-feira (13) os nomes de dez corpos que deram entrada na unidade. Todos foram identificados e necropsiados e estão liberados para os familiares.


As vítimas são: Alayde Henrique Barbieri, 96 anos; Ana Almeida do Nascimento, 95 anos; Berta Gonçalves Berreiros Sousa, 93 anos; Darcy da Rocha Dias, 88 anos; Irene Freitas, de 83 anos; José Costa Andrade,79 anos; Luzia dos Santos Melo, 88 anos; Maria Alice Teixeira da Costa, 75 anos; Marlene Menezes Fraga, 85 anos; Virgílio Claudino da Silva, 66 anos.


A décima primeira vítima é Ivone Cardoso, que havia sido transferida para o Hospital Israelita Albert Sabin, na Tijuca (zona norte). A idade dela não havia sido confirmada até as 16h15. O filho dela, contudo, já fez a identificação no próprio hospital, na manhã desta sexta-feira, antes da remoção do corpo para o IML.

27 de novembro de 2020

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