CPI da JMK ouve o ex-secretário Fernando Ghignone | Notícias do Brasil e do Mundo Hoje | Curitiba | Jornale

CPI da JMK ouve o ex-secretário Fernando Ghignone

21/08/2019

Deputados investigam contratos do Governo do Estado

 

Em sua décima segunda reunião, os deputados que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) que apura possíveis irregularidades na prestação de serviços de manutenção da frota dos veículos do Estado ouviram, nesta terça-feira (20), o ex-secretário da Administração e da Previdência, Fernando Ghignone. Também foram ouvidos pela Comissão os servidores Gerson Luiz Charello e Marlon Antônio Alves que eram responsáveis pela gestão da frota de veículos do setor administrativo da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária (SESP).

 

Ghignone que esteve à frente da Secretaria no período de junho de 2017 a dezembro de 2018, iniciou apresentando o seu currículo no serviço público, tendo início em 1983 quando foi secretário de Cultura, Esporte e Turismo no governo José Richa. O primeiro questionamento do relator da CPI, deputado Delegado Jacovós (PR), foi para saber se o ex-secretário tinha ciência, quando assumiu a Secretaria, da “não execução plena” dos serviços prestados pela empresa JMK. Ghignone destacou que quando assumiu foi informado pela ex-secretária Marcia Carla Pereira Ribeiro que a empresa “no passado havia apresentado uma série de problemas, mas que naquele momento cumpria as exigências do contrato” e que no decorrer da sua gestão foram abertos cinco processos administrativos contra a empresa, pois quando, eventualmente, havia alguma reclamação sem a resposta da empresa os “atos eram abertos” e que a informação que tinha era a de que “aberto o processo administrativo a empresa sanava os problemas. Nessa época não havia pendências”.

 

Sobre o aditamento do contrato assinado por ele em 2018, disse que na época “não havia condições para uma nova licitação” e que a decisão de não fazer um novo processo licitatório foi em virtude “do contrato permitir essa prorrogação”.

 

Em relação ao contrato inicial, o ex-secretário fez uma ressalva de que o objeto do contrato – a gerência da manutenção da frota – é válido, mas que o texto apresentava falhas. “A informação que tenho é a de que a empresa se ajustou ao longo do tempo. A Procuradoria Geral do Estado não tomou cuidado com o contrato, que foi muito mal feito”, relatou.

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