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PM tenta explicar morte de jornalista na Praça Espanha

13/05/2019

Homem de 35 anos levou 16 tiros ao fugir de uma blitz

 

 

A Polícia Militar registrou boletim de ocorrência relatando que foram dados 16 tiros no carro de Andrei Gustavo Orsini Francisquini, de 35 anos, na madrugada de domingo, na Praça Espanha, em Curitiba. Conforme o B.O., os disparos que mataram o jornalista foram feitos por três policiais.

Segundo a PM, o motorista foi abordado na Rua Vicente Machado, mas não obedeceu a ordem de parada e fugiu. Houve perseguição policial e, ao chegar na Praça da Espanha, o veículo foi cercado. Os policiais alegam que ele reagiu como se fosse atirar nos policiais e foi baleado. Ele morreu antes da chegada do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate).

Benedito Francisquini, pai de Gustavo, está revoltado com o que aconteceu com o filho e cobra explicações. “Agora vão ter que provar se ele disparou algum tiro. Que confronto é esse? Meu filho nunca teve uma arma na vida”, questionou Benedito, que é diretor do jornal Tribuna do Vale, de Santo Antônio da Platina, no Norte Pioneiro.

Benedito confirmou que não tinha um relacionamento tão próximo com o filho. “Ele morava em Curitiba e trabalhava em um programa de televisão. Nós tínhamos problemas, porque ele gostava de cerveja, roda de amigos e sempre foi assim. Há poucos dias, segundo a Polícia Militar informou na nota, não teria parado em uma blitz. Agora daí para matar é uma distância muito grande”, destacou.

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