Curitiba recebe exposição de Tomie Ohtake | Jornale

Curitiba recebe exposição de Tomie Ohtake

16/07/2018

Evento celebra os 110 anos da Imigração Japonesa

 

 

Em comemoração aos 110 anos da imigração japonesa no Brasil, nesta quarta-feira (18/07), às 19h, o Memorial da Cidade recebe a exposição Tomie Ohtake em Curitiba – Vultos, fissuras e clareiras.

Ao todo, serão 29 obras entre pinturas, gravuras e esculturas. Os trabalhos abrangem o período dos anos de 1970 a 2014 da artista que é considerada a “dama das artes plásticas brasileira”. As obras ficarão expostas no Salão Paranaguá, no primeiro andar, até o dia 30 de setembro. A mostra tem entrada franca e classificação livre.

O prefeito Rafael Greca destaca a ligação da artista com Curitiba e recorda com apreço a relação que teve com a artista. “A ligação sentimental de Tomie, mestra de arte e de vida, com a nossa cidade, enraizou profunda amizade em nossos corações, de Margarita e meu. Ao celebrarmos a Imigração Japonesa no Brasil, temos a alegria de receber este tributo a Tomie Ohtake, mostra da atualidade de sua arte imortal, neste nosso Memorial”.

Para a presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Ana Cristina de Castro, a mostra é um presente que a cidade recebe no ano em que se celebra os 110 anos da imigração japonesa. “É um privilégio receber a exposição de uma artista renomada como Tomie Ohtake. Sua obra teve papel fundamental na projeção internacional da arte brasileira. Esta mostra homenageia e também fortalece ainda mais os laços que a nossa cidade tem com a cultura nipônica”, afirma a presidente.

O presidente do Instituto Tomie Ohtake e filho da artista, Ricardo Ohtake, destaca o carinho que a mãe tinha pela cidade e pelo prefeito. “Tenho certeza de que esta exposição deixaria a Tomie muito feliz por sua história com a cidade. Agora, o Prefeito Rafael Greca inaugura esta mostra no Memorial. Desde que era diretor do IPPUC e de sua primeira gestão na Prefeitura, Greca foi muito querido por ela”.

Com curadoria de Paulo Miyada e Carolina de Angelis, a exposição atravessa décadas de produção de uma das mais longevas e complexas artistas abstratas brasileiras. Tomie foi uma criadora que, tendo imigrado do Japão no princípio de sua vida adulta, perseguiu o ofício artístico como um campo de descobertas sucessivas, em que a persistência de problemas visuais nunca foram motivo para impedimentos criativos.

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