Brasil segue mergulhado no caos pela greve dos caminhoneiros | Notícias | Curitiba | Jornale

Brasil segue mergulhado no caos pela greve dos caminhoneiros

27/05/2018

Medidas anunciadas pelo governo não surtiram efeitos práticos

 

 

Pelo sexto dia seguido, caminhoneiros fizeram manifestações pelo país. Os atos deste sábado (26) dão continuidade à mobilização contra a disparada do preço do diesel, que faz parte da política de preços da Petrobras em vigor desde julho de 2017. Ao todo, 14 aeroportos estavam sem combustível. No início da noite, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, informou que os aeroportos de Recife e Brasília estavam em processo de normalização.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que havia 586 pontos de bloqueio em estradas até as 19h. Também foram registrados 577 pontos desbloqueados.

O presidente Michel Temer e ministros se reuniram na manhã deste sábado para um encontro do gabinete criado pelo governo federal para monitorar a greve dos caminhoneiros. Após a reunião, o ministro Carlos Marun, da Secretaria do Governo, afirmou que a Polícia Federal já fez pedidos de prisão para empresários que, segundo a corporação, estão por trás de um locaute na paralisação de caminhoneiros. Foram abertos 37 inquéritos em 25 estados.

Locaute (termo originado a partir da palavra em inglês lock out) é o que acontece quando os patrões de um determinado setor impedem os trabalhadores de exercer a atividade. A prática é proibida por lei.

Marun informou ainda que o governo começou a aplicar multas no valor de R$ 100 mil por hora parada para donos de transportadoras. De acordo com o ministro Raul Jungmann, as multas aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal já passam de 2 milhões.

"Temos comprovado, seguramente, que essa paralisação por caminhoneiros autônomos, em parte, teve desde seu início a promoção e o apoio criminoso de proprietários, patrões de empresas transportadoras e distribuidoras e podem ter certeza que irão pagar por isso", declarou.

Na tarde deste sábado, Temer assinou um decreto que permite ao governo assumir o controle de caminhões para desobstruir as rodovias, uma medida chamada de "requisição de bens", que já havia sido anunciada na sexta.

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