Julia Gnuse usava a tatuagem para amenizar a dor | Notícias | Curitiba | Jornale

Julia Gnuse usava a tatuagem para amenizar a dor

03/03/2018

Julia Gnuse era uma mulher com astral maravilhoso para a vida e isso reflete em sua fama mundial que vai além das suas tatuagens, algo que há muito tempo lhe causava problemas.

Nascida em 1955, Gnuse foi diagnosticada com uma condição de pele rara chamada Porphyria, quando ela atingiu seus 30 anos. Esta condição faz com que a pele seja afetada quando exposta à luz solar direta. Por esta razão, Gnuse começou a procurar uma maneira de combater esse infeliz efeito colateral para que pudesse viver uma vida normal.

Ela encontrou seu método que talvez não seja o mais convencional – ela foi em uma loja de tatuagem e fez muitas tatuagens para ter uma vida social mais ativa.

Começou a tatuando as pernas, Gnuse começou a tatuar seu corpo com todo tipo de desenhos, desde cenas da selva até desenhos animados, até vários de seus atores favoritos. Embora ela tenha começado sua jornada devido à sua condição, ela rapidamente desenvolveu um vício na prática. Infelizmente, a tinta não impediu que sua pele sofresse na luz solar, mas ajudou a esconder a cicatriz que ocorreu como um efeito posterior.

"Eu fiz isso pelo motivo de cobrir cicatrizes das bolhas. Eles ficam tão profundos quanto a queima de três graus de quando se queima com fogo", disse ela durante uma entrevista com Daily Mail.

De acordo com Gnuse, ela primeiro tentou tatuar sua pele para combinar as cicatrizes das bolhas.

"Isso não funcionou", admitiu. "Eu e o tatuador tentamos isso. Foi muito difícil combinar isso. Então eu tive a ideia de uma tatuagem colorida, então fiquei viciada. Fiquei viciada em tatuagens".

Em pouco tempo, Gnuse estava fazendo registros como a mulher mais tatuada do mundo, com aproximadamente 95% de seu corpo coberto de tinta colorida. Ela recebeu o certificado do Guinness Record em 2011 como a mulher mais tatuada do mundo, apareceu no programa de televisão Ripley's Believe it or Not, e até ganhou um papel em um vídeo musical do Aerosmith. Ela ficou conhecida como a Mulher ilustrada aos olhos da mídia.

Ela morreu dia 11 de agosto de 2016 aos 61 anos

 

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