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Um conceito de arte além de uma imagem feminina

29/10/2017

(Foto Ilustrativa - Google)

 

No Recife dentro do contexto da arte visual, está em evidência o Drag Queer. O estilo busca representar o drag além da caricatura do feminino, trazendo toda uma bagagem artística marginalizada e invisível. 

 

O termo inglês, Queer, é utilizado para caracterizar aquilo que não tem denominação e é tido como esquisito e fora da normativa. Quando somado à concepção da arte drag, então, representa a verdadeira busca pela livre expressão, sem apegar-se a padrões mesmo dentro da ideia da transformação. É uma maneira, também, de distanciar-se do estereótipo feminino historicamente atribuído à figura da drag, pois o objetivo do artista pode ser contrário à representação deste gênero. Nesse contexto, a maquiagem carregada, o corpo com curvas e os cabelos mais longos deixam de ser pré-requisitos para a composição da persona. 

 

Além da caracterização, a performance deixa de ser considerada uma atuação fictícia para ser usada como forma de expressão de questões pessoais. Nela, a inteira liberdade para transmitir sentimentos, conflitos e desejos não tem qualquer relação ou preocupação com técnica e coreografia. E a junção desses dois elementos pode ser capaz de modificar os parâmetros de beleza de quem assiste. 

 

(...)

 

O interesse pela arte de construir “uma persona” não está necessariamente ligado à identidade de gênero do indivíduo – cisgênero, não-binário ou transgênero. No entanto, em alguns casos, se montar pode facilitar o processo de autoconhecimento, revelando uma nova maneira de se enxergar.

  

É o caso da estudante de artes visuais, João Matheus, - que atende por Libra -, de 20 anos, que se reconheceu transgênero após a vivência de drag. Segundo ela, foi a ausência do contato com a maquiagem e a performance que a fez descobrir sua feminilidade. “Passei seis meses sem me montar e fiquei muito mal, foi quando comecei a me perguntar de que forma aquela arte estava contribuindo para mim e o que significava. Assim me entendi como pessoa trans”. 

 

(Click aqui para ver o texto completo - e a fonte do artigo)

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