Slow Travel ganha adeptos durante a pandemia

27/01/2022


Tendência é caracterizada por viagens menos movimentadas e maior atenção à hospedagem



O uso do adjetivo inglês “slow” para designar a forma de viagem pode ser traçado aos anos 80, junto ao movimento slow food encabeçado pelo italiano Carlo Petrini. O slow food tinha como objetivo se contrapor à invasão das redes de fast food e defender a gastronomia tradicional e a boa alimentação. Desde então, o termo é usado para identificar movimentos que defendem práticas similares, como o slow fashion e o slow travel.


Dentre as características do slow travel, estão o menor deslocamento ao longo de uma viagem, mais tempo hospedado e, portanto, um maior cuidado na escolha de provedores e hospedagem. Para os apreciadores do Slow Travel, a Villa Bom Jardim se torna o destino ideal para este verão.


A casa com mais de 1500m² e sete amplas suítes, em um terreno de 500 mil metros, é o espaço perfeito para famílias, grupos e celebrações, além de contar com serviços de uma equipe que inclui cozinheira, arrumadeira, caseiro e marinheiro. Localizada no centro histórico de Paraty e aos pés da Mata Atlântica, tem tudo para proporcionar lazer, conforto e cultura aos seus hóspedes.


“Nossos hóspedes têm ao alcance dos olhos o mar turquesa, cheio de peixes, e o pôr-do-sol mais lindo do mundo”, diz Sandra Foz, proprietária da Pousada do Sandi e da Villa Bom Jardim. O sítio, que está há 55 anos nas mãos dos proprietários da Pousada, foi comprado por Joviro Foz, pai de Sandra, nos anos 1960. O empresário descobriu Paraty, a convite do amigo Jamil Klink, pai do navegador Amyr Klink, quando o acesso a cidade era por estrada de terra.


A Villa está disponível para locação, seguindo o mesmo padrão de qualidade da Pousada do Sandi.


Foto: Divulgação


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