Servidores das universidades federais do Paraná entram em greve a partir de terça
- 1 de mar.
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01/03/2026
Categoria reivindica uma série de direitos

Os servidores Técnico-Administrativos em Educação (TAEs) das universidades federais do Paraná devem entrar em greve a partir da próxima terça-feira (03).
A greve foi aprovada em assembleia no Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Paraná (Sinditest).
De acordo com o sindicato, o movimento integra a greve nacional convocada pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA), mobilizando universidades e institutos federais em todo o país.
Demandas locais
Na UFPR, no âmbito do Complexo Hospital de Clínicas (CHC), a categoria reivindica a implementação do acordo sobre Hora Ficta, assegurando organização da jornada e compensação justa do tempo trabalhado; a revisão dos adicionais de insalubridade, com reconhecimento das reais condições laborais.
O sindicato pede ainda medidas concretas de combate ao assédio moral, com políticas efetivas de prevenção e responsabilização, além da construção de um Plano de Saúde institucional que atenda às necessidades dos trabalhadores.
Na UTFPR, os servidores defendem o cumprimento da Resolução 45/2021, garantindo que processos de remoção e transferência sejam efetivados antes da abertura de novos concursos,
Eles também pedem atenção para as atuais condições de parte da estrutura do prédio, onde relatam problemas como falhas estruturais e de equipamentos.
Demandas Nacionais
O Sinditest informou que, entre os eixos prioritários do movimento, destacam-se o cumprimento integral do Acordo de Greve de 2024, com a efetivação de todos os compromissos assumidos pelo governo.
Também é defendida jornada de 30 horas, com manutenção e ampliação da flexibilização, garantindo melhores condições de trabalho e atendimento mais amplo à população; implementação do RSC (Reconhecimento de Saberes e Competências) para toda a categoria, incluindo aposentados(as) e pensionistas e rejeição à Reforma Administrativa e ao PL 6170/2025, que institui o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC-TAE) sem cumprir acordo da greve de 2024, segundo o sindicato.







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