Seis pessoas são indiciadas pelo morte de João Alberto no Carrefour

11/12/2020


Polícia Civil concluiu que houve exagero nas agressões



A Polícia Civil do Rio Grande do Sul indiciou seis pessoas por homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, asfixia e recurso que impossibilitou a defesa no Caso João Alberto Silveira Freitas, cidadão negro foi morto após ser espancado por dois seguranças brancos no dia 19 de novembro em um supermercado em Porto Alegre.


Foram acusados: Giovane Gaspar da Silva, segurança; Magno Braz Borges, segurança; Adriana Alves Dutra, funcionária que tenta impedir gravação; Paulo Francisco da Silva, funcionário da empresa de segurança Vector; Kleiton Silva Santos, funcionário do mercado e Rafael Rezende, funcionário do mercado.


Segundo a polícia, a partir da análise das provas coletadas, é possível identificar que houve um exagero nas agressões impostas à vítima, resultado da fragilidade socioeconômica da vítima subjugada pelos indiciados.


Estão presos, desde o dia do crime em flagrante, os seguranças Giovane Gaspar da Silva, de 24 anos, e Magno Borges Braz, de 30 anos. Além deles, a agente de fiscalização do mercado, Adriana Alves Dutra, 51 anos, que acompanhou a ação dos seguranças, também foi presa.


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