Segunda onda de Covid-19 no Reino Unido bate recorde de mortes

10/01/2021


Reino Unido vivia otimismo com o início da vacinação



Desde o fim do segundo lockdown na Inglaterra, no início de dezembro, o número de pessoas admitidas em hospitais com Covid-19 no país tem aumentado rapidamente a cada dia.


O Reino Unido vivia otimismo com o início da vacinação, mas nova variante do vírus deu início a um grande surto, que levou a novos fechamentos.


Nos últimos dias, o Reino Unido tem registrado números recordes de mortes devido à Covid-19. Segundo dados divulgados na sexta-feira (8/01), 1.325 pessoas morreram em 24 horas pela doença. Foi o maior número diário registrado desde o início da pandemia.


O governo diz que o total de mortes "continuará a aumentar até que a disseminação seja interrompida" e lançou campanha na Inglaterra estimulando as pessoas a "agirem como se tivessem" o vírus.


Os dados do sistema público de saúde mostram que há mais pessoas de todas as idades hospitalizadas com Covid-19 neste período em relação à primeira onda da Covid-19, em 2020. Isso inclui jovens e idosos.


As infecções têm crescido entre adolescentes, estudantes e pessoas na faixa dos 20 e 30 anos nos últimos meses. Uma pequena parcela de pessoas nessas faixas etárias acaba inevitavelmente no hospital necessitando de tratamento.


Mas é importante dizer que o padrão geral das pessoas com risco de adoecer gravemente ou morrer não mudou significativamente. Quanto mais velha for a pessoa (especialmente acima de 65 anos), maior será o risco ao contrair Covid-19.


Para pessoas com menos de 40 anos que foram infectadas, o risco de morte é de 0,1%. Ele sobe para mais de 5% para pessoas com mais de 80 anos, de acordo com a pesquisa do Imperial College London sobre a primeira onda.


Isso significa que o risco de morte devido à Covid-19 dobra, aproximadamente, a cada oito anos de envelhecimento.


Desde o início da segunda onda, no final de setembro, a maior taxa de internação hospitalar para casos confirmados de Covid-19 foi na faixa acima de 85 anos, seguida pelo grupo de 75 a 84 anos.


Crianças e adultos jovens têm registrado, desde o início, as taxas mais baixas de internação, quando comparadas a outras faixas etárias.


No entanto, em comparação com a primeira onda (primeiro semestre de 2020), mais crianças estão sendo admitidas no hospital diariamente, o que também acontece com adultos em todas as faixas etárias.


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