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Projeto de lei propõe criar roteiro turístico “Rota Nipo-Curitibana”

  • 8 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

08/08/2025



Para aumentar o turismo na capital do Paraná, a criação da Rota Nipo-Curitibana pode ser oficializada pela Câmara Municipal de Curitiba (CMC). O projeto de lei é do vereador Nori Seto (PP) e tem como um dos seus objetivos o reconhecimento dos vínculos estabelecidos entre a cultura oriental e ocidental.


O projeto prevê a criação de um roteiro oficial que destaque pontos turísticos relacionados à cultura japonesa em Curitiba, como pontos históricos, culturais e gastronômicos. A proposta busca promover os monumentos que homenageiam a cultura japonesa, ao mesmo tempo em que estimula a geração de empregos e renda (005.00475.2025).


Roteiro inclui Praça do Japão, Nikkei Curitiba e templo budista


O objetivo do vereador Nori Seto é que o roteiro seja considerado uma atividade turística oficial na cidade. Entre as doze atrações compreendidas na programação, estão a Praça do Japão, a Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira de Curitiba (Nikkei Curitiba), e o Templo Budista Nishi Hongwanji de Curitiba. Segundo a proposta, lugares poderão ser integrados ou removidos da programação, desde que haja justificativa adequada e que seja acolhida pela equipe técnica da Prefeitura.


O projeto também prevê que as atividades serão realizadas com auxílio de instituições privadas ou públicas de ensino superior ou com Organizações da Sociedade Civil (OSC), declaradas de utilidade pública, pela lei complementar 117/2020. “A rota incluirá locais históricos, culturais e gastronômicos, proporcionando aos moradores e visitantes uma imersão na herança japonesa da cidade”, afirma Nori Seto.


O projeto foi protocolado no dia 23 de maio e aguarda a instrução da Procuradoria Jurídica (Projuris). O passo seguinte é o parecer de admissibilidade da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que autoriza a tramitação da proposta pelas demais comissões temáticas da Câmara. Se aprovado pelos vereadores e sancionado pelo prefeito, o projeto entra em vigor após 30 dias de publicação.


Foto: Pedro Ribas/SMCS

 
 
 

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