Paraná reduz em 17 horas o tempo médio de abertura de empresas

07/05/2021


O trabalho da Junta Comercial do Paraná (Jucepar) reduziu o tempo em comparativo com abril de 2019 e 2020



Em abril, o empresário levou, em média, 1 dia e 14 horas para abrir uma empresa no Estado. O trabalho de digitalização e desburocratização da Junta Comercial do Paraná (Jucepar) reduziu o tempo em 17 horas no comparativo com abril de 2020 (2 dias e 7 horas) e 73 horas em relação a abril de 2019 (4 dias e 15 horas).


O tempo é ainda mais significativo na comparação do volume do trabalho. Em abril de 2021 foram 4.666, enquanto no mesmo período de 2020 foram 2.029 e no mesmo espaço de 2019 foram 3.336. Os dados são da RedeSim, do governo federal.


O Paraná ficou em segundo lugar no tempo total de registro de empresas no ranking de abril, atrás apenas de Sergipe, que processa volume menor de pedidos (apenas 339 em abril de 2021). Em terceiro lugar aparece Goiás, com 1 dia e 17 horas, e em quarto Roraima, com 1 dia e 19 horas. A média nacional fechou em 3 dias e 8 horas.


No mês passado, segundo a Junta Comercial, 84% das empresas conseguiram abertura em até 3 dias, 10% entre 3 e 5 dias, 3% entre 5 e 7 dias, e outros 3% em mais de 7 dias.


Ranking


O ranking é dinâmico, mas o Paraná fechou o primeiro quadrimestre do ano no "verde", o que significa tempo máximo de 3 dias. O Estado esteve em 3º lugar em janeiro, 1° em fevereiro, 4º em março e 2º em abril, sempre à frente da média nacional e dos outros estados do Sul.


Os números aparecem bem no momento que o Governo do Estado deu início à segunda fase do projeto de desburocratização e aceleração do processo de abertura de empresas. A proposta é implementar ainda neste ano um ambiente único digital que agrupe todas as licenças necessárias que precisam ser viabilizadas pelo empreendedor para a emissão do alvará de funcionamento do estabelecimento.


A ferramenta idealizada pela Celepar em parceria com o Sebrae-PR vai reunir todos os órgãos estaduais envolvidos na elaboração do documento, como Junta Comercial, Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros e Instituto Água e Terra, entre outros. Terá, ainda, espaço para as licenças municipais complementares, apostando na integração dos ambientes como forma de dar agilidade ao processo.

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