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Paraná investe mais de R$ 6 bilhões até outubro

  • 18 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura

18/11/2025


Estado alcançou o maior valor já registrado em investimentos empenhados nos primeiros 10 meses do ano


O Paraná investiu mais de R$ 6 bilhões entre janeiro e outubro de 2025. Esse é o maior valor já registrado em toda a sua história, superando em 13% o recorde anterior, alcançado em 2024, quando o Estado aplicou R$ 5,3 bilhões nos dez primeiros meses do ano.

 

Os números correspondem aos investimentos empenhados, ou seja, à reserva de dinheiro do orçamento destinada para o pagamento de bens e serviços contratados. Na prática, isso significa que parte dos custos totais de uma obra ou aquisição já está separada e deve ser liberada à medida que os trabalhos avancem.

 

Para o secretário estadual da Fazenda, Norberto Ortigara, essa marca histórica reforça o compromisso do Governo Estadual com o desenvolvimento do Paraná. “Temos falado ao longo de toda a gestão sobre o poder do investimento como forma de transformar a qualidade de vida do povo paranaense e, por isso mesmo, não medimos esforços para fazer com que essa transformação aconteça. Esses números comprovam o quanto levamos essa filosofia a sério. São valores que mostram o quanto investir no Paraná se tornou a nossa marca”.

 

Essa aposta em investimentos é algo que fica mais claro quando se olha em retrospecto. Entre janeiro e outubro de 2018, por exemplo, o Paraná tinha registrado um total de R$ 2,2 bilhões em investimentos empenhados. Em sete anos, esse valor quase triplicou em números absolutos e teve um crescimento real (ou seja, já considerando a inflação do período) de 62,5%.

 

Já em relação ao investimento liquidado, foram R$ 3,73 bilhões até o fim do quinto bimestre de 2025 e representam um aumento significativo em comparação ao mesmo período de 2024. No ano passado, foram R$ 2,3 bilhões até o fim de outubro (um aumento de 59,3%). Os investimentos liquidados são aqueles que saíram do papel e que foram entregues de forma concreta. Trata-se da penúltima etapa do processo de execução orçamentária e, por isso mesmo, uma das mais importantes.


 
 
 

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