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Mostra coletiva “FARSA. Língua, fratura, ficção: Brasil-Portugal” está em cartaz no Sesc Pompeia

03/11/2020


O público pode visitar a exposição gratuitamente mediante agendamento prévio


Foto: Sesc Pompeia - SP

A mostra coletiva “FARSA. Língua, fratura, ficção: Brasil-Portugal”, que investiga os desafios da língua e da linguagem por meio de trabalhos de mais de 50 artistas históricos e contemporâneos, está em cartaz no Sesc Pompeia, na capital paulista. O público pode visitar a exposição gratuitamente mediante agendamento prévio feito na página da unidade na internet.


As visitas à exposição têm duração máxima de 90 minutos e o uso de máscara facial é obrigatório para todas as pessoas. De acordo com o Sesc, a retomada de suas atividades presenciais segue protocolo de órgãos de saúde pública para evitar o contágio e disseminação da covid-19.


“O título - FARSA - aponta para uma ironia, uma torção dos sentidos. Evoca tanto uma dimensão de paródia como expõe uma ferida aberta, com o propósito de reforçar a ambiguidade e a fratura que a língua e a linguagem estabelecem”, disse a curadora Marta Mestre. Ela conta que foram selecionados trabalhos de artistas “que torcem uma língua e que reinventam a linguagem, questionando o seu poder de colonialidade, mas também as relações de fuga e de ficção que nos permitem, coletiva e individualmente, reinventar laços sociais, políticos e poéticos com o mundo”.


Segundo os organizadores, a exposição sublinha não só os usos poéticos e políticos da palavra, como a poesia visual, a montagem da fotografia, do cinema, da performance, ou as estratégias de desconstrução de gênero. “As obras também mostram a dimensão viral e capitalista da linguagem nos dias de hoje, que vão desde as fake news, os 'memes', até as hegemonias linguísticas ou o uso do abjeto e da escatologia na política”, divulgou a organização.


Para a curadora adjunta, Pollyana Quintella, é a partir da linguagem que é possível se reinventar e traçar novas formas de existir. “Se não é possível existir fora da linguagem, é através dela que sofisticamos uma imaginação que nos permite organizar o real e testar modos de viver e sonhar coletivamente, ontem e hoje”.

29 de novembro de 2020

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